terça-feira, 9 de abril de 2013

A verdadeira aliança com Deus



O sacrifício deve partir de ambas as partes





Quando Deus chamou Abraão e lhe disse: "de ti farei uma grande nação e te abençoarei e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção: abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem, e em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gênesis 12.2,3), passaram-se muitos anos sem que Abraão tivesse visto essas promessas se cumprirem.

Quando atingiu a idade de noventa e nove anos, Deus apareceu-lhe novamente e lhe disse: "Não temas, Abraão, eu sou o teu escudo e o teu galardão será sobremodo grande". Abraão, entretanto, respondeu: "A mim não concedeste descendência e um servo nascido na minha casa será meu herdeiro." Gênesis 15.1-3

Veja, amigo leitor, Abraão queria apenas um filho a quem pudesse abraçar, que fosse carne de sua carne, sangue de seu sangue. Às vezes, a pessoa tem fé, mas pensa de uma forma tão pequena que é até difícil compreender.

Respondeu-lhe Deus: "Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti, será o teu herdeiro. Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta às estrelas se é que podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade." (Gênesis 15.4).

Quando Abraão contemplou as estrelas, creu em Deus e viu em cada uma delas um descendente. Ele se encantou e ficou maravilhado, estupefato, assim como nós, quando estivemos no Monte Horebe, e vimos uma chuva inigualável de estrelas, e um céu muito azul, contrastando com as pedras e o deserto. Que coisa extraordinária, linda e indescritível!

Ao ver as estrelas do céu, ele creu. Isto o fez justificado e perfeito diante de Deus. Crer é ter certeza, e essa certeza é a fé sobrenatural que faz o milagre acontecer.

"Então perguntou Abraão a Deus: Senhor Deus, como saberei que hei de possuí-la? Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha, uma cabra e um cordeiro, cada qual de três anos, uma rola e um pombinho. Ele, tomando todos estes animais, partiu-os pelo meio e lhes pôs em ordem as metades umas defronte das outras; e não partiu as aves." Gênesis 15.9,10

A aliança com Deus exige sacrifícios. Primeiro foi o do Senhor Jesus, na cruz, dando a sua própria vida; depois, o do cristão renunciando a sua própria vida, sua vontade, seus desejos e até a própria liberdade para segui-Lo, e tornar-se servo de Deus. O sacrifício tem de ser de ambas as partes e inclui o que Deus realizou no Calvário somado ao que temos que realizar pessoal e individualmente.Sabe por que Abraão partiu ao meio os animais e uma metade estava defronte da outra? Porque uma metade representava Deus e a outra a ele mesmo. Veja, Deus estava ali, fazendo uma aliança com Abraão, e isso exigiu sacrifício. Nos moldes antigos, essa era uma forma de se fazer uma aliança, e isso significava que se uma das partes não cumprisse a promessa, a outra poderia fazer com ela o que havia acontecido com aqueles animais.

Uma aliança é como um casamento. A mulher representa a Igreja e o homem representa Jesus. Ambos têm de renunciar a muitas coisas, e oferecer outras, ou seja, sacrificar, a fim de serem fiéis um ao outro. É preciso estar ciente da importância e grandeza do que significa essa aliança, e dos direitos que a pessoa adquire quando se une a Deus. Quando aceitei Jesus como Senhor e Salvador, tornei-me um servo de Deus, passei a obedecê-lo e sacrifiquei a minha própria vontade.

Amigo leitor, hoje, cada uma daquelas estrelas representa a mim, você e todo aquele que tem o Senhor Jesus como o seu Salvador. Para nós, representa a Igreja Universal do Reino de Deus, espalhada pelo mundo.

Fico maravilhado e impressionado com as coisas que Deus tem nos mostrado. Ele é grandioso, glorioso, magnífico, e Seu poder são maiores que a nossa imaginação pode alcançar.

Que neste instante, o Espírito de Deus venha envolvê-lo e o faça forte, invencível e inabalável na sua fé. Os que estão prostrados se levantem e se posicionem para a batalha contra o mal. Que os doentes sejam curados e os oprimidos libertos, e aqueles que estão nas cadeias sejam convertidos, transformados, e se tornem homens de Deus.

Sim, pois o poder de Deus é capaz de fazer com que cada pessoa que está do lado avesso da vida, venha a ser um instrumento da Sua glória, porque está escrito: "onde abundou o pecado, superabundou a graça".

E para todos aqueles que nos perseguem, nos odeiam e nos querem mal, pedimos a Deus, a graça, o bem, e a misericórdia; pois se conhecessem o Senhor Jesus, não nos perseguiriam. Que venham a conhecê-lo. Muitos há que, como o apóstolo Paulo, após conhecerem o Deus vivo, de perseguidores passaram a perseguidos.

Que todo o povo da Igreja Universal seja fortalecido, abençoado e engrandeça sempre o nome do Senhor Jesus.

Mulheres da Bíblia: Bila



A serva adúltera





Raquel era uma das mulheres de Jacó, mas não conseguia dar filhos a ele. Por isso, ofereceu sua serva Bila para que pudesse conceber no lugar dela e assim deixar de ser humilhada pela outra esposa dele, chamada Lia (Gênesis 30:1-8).

Mais tarde, Bila se deitou com o filho mais velho de seu marido, chamado Rúben, e Jacó soube disso (Gênesis 35:21-22).

Caráter X Desejo carnal
Bila tinha com Jacó dois filhos e, com isso, laços familiares, apesar de ser a serva de Raquel e de ter se deitado com ele por obrigação.

Mas não é a obrigação que deve ser enfatizada, porque naqueles tempos era normal o homem ter várias mulheres, e sim a sua atitude, de depois se deitar com o primogênito de Jacó.

Foi como, nos dias atuais, um filho do primeiro casamento se deitar com a atual mulher de seu pai. É no mínimo estarrecedor, pois a falta de caráter e respeito sobressaiu aos prazeres da carne.

Será que há “Bilas” nos dias atuais? Aquela mulher que joga uma história familiar no lixo por causa de uma aventura amorosa? Ou aquela que não quer saber o que deve fazer para satisfazer as suas necessidades pessoais, financeiras e também sexuais?

As mulheres dos dias atuais têm perdido o sentido da feminilidade e têm sido cada dia mais sensuais, exacerbando o seu lado feminino de modo vulgar e sem barreiras sociais e familiares.

Se você está se perguntando se a sua liberdade de escolha e de expressão da sua feminilidade já está no caminho da libertinagem, pare por um instante, perceba onde está, o que está fazendo com sua vida e com seus familiares que estão ao redor. Ainda há tempo de se corrigir.

Não deixe se dominar pela sexualidade do século 21, mas foque em seu caráter e naquilo que Deus quer para a sua vida.

Mulheres da Bíblia: Azenate


Ela não desistiu do marido, José




Na Bíblia não há muitos relatos sobre quem foi Azenate, esposa de José (Gênesis 41:45). Ela é citada somente com uma mulher do futuro rei do Egito e que teve dois filhos, chamados Manassés e Efraim (Gênesis 41:50-52).

Devido à sua origem, alguns estudos indicam que ela talvez fosse uma sacerdotisa idólatra, porém, deve ter aflorado a sua fé em Deus com José, já que permitiu que seu marido nomeasse seus filhos segundo as experiências dele com Deus.

Ela foi persistente
Com certeza ela passou com José toda a fase de governador do Egito, pois ela foi dada como sua mulher depois de ele ser nomeado pelo Faraó (Gênesis 41:42-45).

E quantas mulheres desistem dos seus maridos quando eles têm um cargo importante, um trabalho de confiança?

As mulheres desse século tem esquecido que Deus as fez para que estejam ao lado de seus maridos, apoiando e incentivando suas atividades.

Será que o sentimento de egoísmo tem falado mais alto que o amor, que o companheirismo?

O que você tem feito para ajudar na vida profissional do seu marido? Tem desmotivado e abandonado ou ficado ao lado dele nos bons e maus momentos, assim como fez Azenate?

Seja uma mulher sábia, que edifica a casa, e não destrua aquilo que é precioso (Provérbios 14:1).

Lugares da Bíblia - Rio Jordão



Hoje separando Israel da Jordânia, o famoso rio fertiliza uma ampla área, que foi cenário de alguns dos mais importantes trechos bíblicos, incluindo o batismo de Jesus. Mas a degradação por parte do homem está matando as águas que representam a vida





O vale do rio Jordão, na fronteira entre Israel e Jordânia (cujo nome vem do famoso curso d’água), é frequentemente citado na Bíblia, tanto no Antigo Testamento (175 vezes) quanto no Novo Testamento (15 vezes).

Foi olhando o fértil e irrigado vale ao longe, que Abraão e Ló combinaram a partilha das terras em Gênesis 13. Às margens do rio Jaboque, um afluente do Jordão, Jacó lutou com um misterioso homem (um anjo) até que este o abençoasse, em Gênesis 32, mudando seu nome para Israel (“o que luta com Deus”, embora outras traduções mostrem “o que luta e vence” ou “o que reina com Deus”). Mais tarde, os profetas Elias e Eliseu atuavam em ambas as margens do rio.


Ao fim da peregrinação pelo deserto após saírem do Egito, os hebreus atravessaram o Jordão, cujas águas pararam e se abriram (Josué 3. 15-17) como no Mar Vermelho  e chegaram à Terra Prometida. O próprio Jesus Cristo foi batizado em suas águas por seu primo, João Batista. A passagem pelo rio ganhou vários significados em várias culturas e suas derivadas por causa desses dois episódios. Para os judeus, lembra a conquista após longo e árduo caminho. Na tradição cristã, por exemplo, a expressão “cruzar o Jordão”, mais comum nos países de língua inglesa, (“crossing Jordan”) significa vencer a morte, baseada no batismo: o homem natural anterior morre, renascendo para Deus como nova criatura.

“Rio que desce”
 A palavra Jordão deriva do hebraico yar-dane (“aquele que desce”, “descendente”). Bastante apropriado, pois suas quatro nascentes ficam na alta região do Monte Hermon, com as águas seguindo vale abaixo passando pelo Lago Huleh, pelo Mar da Galileia (na verdade um grande lago salgado, também conhecido como Lago Tiberíades), dele seguindo quase em linha reta por 105 quilômetros até o Mar Morto. Alguns estudiosos defendem a tradução “lugar em que se desce” (bebedouro).

Com mais de 200 quilômetros de comprimento, sua maior parte chega a ficar abaixo do nível do mar (até 390 metros) rumo à foz. Ele chega com água doce até o Mar da Galileia, tornando-se salgado a partir dele, levando ainda mais sal para o Mar Morto, onde termina. Conforme o trecho, sua profundidade varia entre 1 e 3 metros, e a largura chega a 30 metros em alguns lugares.

Morte anunciada
Contraditoriamente, o rio que representa “vencer a morte” está morrendo. Um recente relatório da organização não-governamental (ONG) Amigos da Terra do Oriente Médio (FoEME, na sigla original) está sendo devastado pela exploração da água, poluição e pouco caso das autoridades das comunidades à suas margens. Com o curso desviado para o abastecimento de água de várias localidades, o Baixo Jordão pode sumir em breve, segundo o documento do FoEME. Suas águas e as de seus afluentes são partilhadas por Israel, Jordânia, Síria e Cisjordânia.

A ONG relata que alguns quilômetros ao sul do Mar da Galileia, uma barragem corta abruptamente o rio. Depois da contenção, o esgoto é lançado diretamente no leito. A diminuição do fluxo de água aumenta ainda mais a salinidade. Israel trabalha atualmente em um projeto para e recuperação de um rio tão importante para vários países e culturas. Planos bem parecidos também estão em andamento por parte da Síria e da Jordânia. O desvio da água doce diminuiu consideravelmente a fertilidade das margens, e a biodiversidade caiu em 50%, segundo o FoEME.

terça-feira, 26 de março de 2013

Homens da Bíblia: Benjamim



Nascido da aflição e morte de sua mãe





Por causa do sofrimento na hora do parto, sua mãe Raquel morreu e foi sepultada a caminho de Belém (Gênesis 35: 17-20). Benjamim era o filho mais novo de Jacó com Raquel e dividia com seu irmão, José, um afeto maior da parte de seu pai (Gênesis 45:14).

Ao nascer o bebê, Raquel teve tempo somente de chamá-lo de Benoni, que quer dizer “aquele que veio da dor”, mas seu pai Jacó o nomeou Benjamim, o filho preferido.

Depois, ele foi o fundador da tribo de Benjamim, formada por guerreiros temíveis, assim como Jacó anunciou no momento de sua morte (Gênesis 49:27-28).

Bênção ou maldição?
Quantas mães e pais sofrem para criar seus filhos? São inúmeros momentos de descrença, tristeza, por não conseguir ver um futuro promissor para seu filho.

Uma criança que nasceu com a saúde frágil, depois foi um filho desobediente, briguento com os amigos da escola, envolveu-se com más pessoas, que se diziam amigas, mas que o levaram para as drogas. Tudo isso mina a esperança dos pais.

Porém, assim como Benjamim, apesar do início da sua vida significar dor e morte, não foi assim que aconteceu. Seu pai acreditou nele, não desistiu de sua vida e o renomeou.

O que você tem feito com seu filho? Colocado sobre ele palavras de maldição ou de bênçãos? Tem olhado para ele com esperança ou já entregando a sua vida para a morte?

Seu filho é um “Benjamim” e não um “Benoni”. Ame-o de forma diferenciada e veja o lindo futuro que ele terá.

Lugares da Bíblia - Safit



Arqueólogos confirmaram que a cidade era a Gate bíblica, capital dos maiores inimigos de Israel, os filisteus





Muito pelo fato de os filisteus estarem sempre em movimento, os arqueólogos tinham grande dificuldade em determinar qual era a capital daquele povo, o maior inimigo de Israel nos relatos bíblicos.

A descoberta de um grande sítio arqueológico entre as colinas da Judeia e o mar Mediterrâneo, elucidou a questão. Safit foi a capital dos filisteus, a Gate da Bíblia.

Sobre as ruínas milenares, árabes construíram uma aldeia habitada até o fim do século 19, o que “escondeu” Safit de estudiosos anteriores. Com a descoberta e as escavações, além de ser revelada uma grande cidade para os padrões do Antigo Testamento (500 hectares), foram encontrados indícios de civilização cananeia, substituída pela filisteia somente no final da Idade do Bronze.

Evidências no local mostram que a cidade permaneceu fortificada na Idade do Ferro, época de Saul e Davi.

A colina formada pelo sítio arqueológico (um “tel”, como é designada em hebraico) tem 100 metros de altura, ladeada ao norte e a oeste por penhascos de calcário, onde cavernas foram esculpidas na rocha macia, porém firme.

Confirmação
Várias escavações começaram desde o final do século 19, mas ficaram incompletas. Depois desse período, abandonado, o local novamente serviu de base para uma aldeia árabe, até perto de 1948, quando foi instituído o Estado de Israel.
Em 1996, a Universidade de Bar-Ilan empreendeu um trabalho definitivo. Confirmaram que ali ficava Gate, de onde Golias saiu para a histórica luta contra Davi no Vale do Elá. Era a maior e mais importante das cinco cidades filisteias no sul de Israel.

Novas escavações em 2005 revelaram um grande fosso ao redor das muralhas da cidade, com 5 metros (m) de profundidade por 4 m de largura.

Gate foi devastada no século 9 antes de Cristo (a.C.), passando a pertencer ao reino de Judá. O pouco que sobrou foi devastado mais tarde pelas tropas de Senaqueribe, rei da Assíria. Os sobreviventes foram transferidos para a cidade vizinha, Khirbet Safiye, 1 quilômetro ao leste.

Em 1142 depois de Cristo (d.C.), os cruzados levantaram no tel uma Fortaleza da Guarda Branca, tomada e destruída por Saladino em 1187.



Golias
Hoje, a área é o Parque Nacional de Tel Safit, com boa estrutura para os visitantes, como estacionamentos e trilhas monitoradas. Nas margens do rio próximo até hoje são encontradas árvores frutíferas cultivadas pelos antigos moradores.

No local foi encontrada a famosa Inscrição de Safit, ou Inscrição de Golias, uma placa de cerâmica com o nome do gigante filisteu, datada do período em que o personagem era muito famoso por suas vitórias, temido em toda a região – até cair diante de um garoto temente a Deus com sua funda.

Rir é o melhor remédio


Cientistas comprovam que uma boa risada ajuda no combate e na prevenção a doenças, mas Bíblia já fala a respeito há milhares de anos



 
“O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos.”

Provérbios 17:22

Como sempre, a sabedoria dos Provérbios de Salomão não é mero acaso. O que a Bíblia já dizia naqueles tempos, hoje a ciência comprova. Rir é bem mais que um bom remédio, pois além de ajudar bastante na recuperação de doentes, também tem um papel preventivo.

O riso ativa o sistema cardiovascular. Quando rimos, o endotélio – revestimento interno dos vasos sanguíneos – se descontrai, o que melhora a circulação do sangue e diminui a pressão das artérias. O que relaxa os vasos, na verdade, são substâncias como a endorfina e a dopamina, produzidas pelo organismo e “liberadas” pelo riso.Não faltam estudos por parte de muitos dos mais conceituados cientistas e instituições do mundo sobre o efeito de uma boa risada, que libera substâncias químicas no cérebro que produzem sensação de bem-estar e ajudam a resistir melhor a dores.

O ato de rir reduz o nível dos hormônios associados ao estresse e aumenta a concentração de óxido nítrico, também vasodilatador. O riso tem um considerável efeito na redução da inflamação nos vasos sanguíneos e previne a formação das placas de colesterol que poderiam, literalmente, entupi-los.

Rir é exercício
Uma equipe chefiada pelo psicólogo inglês Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, analisou várias das experiências já feitas, fez outras novas com base nelas e comprovou que o riso é um verdadeiro exercício físico que exige bastante do corpo, gerando benefícios. Ele inclui contrações do diafragma, repetição de sons vocais que dependem das câmaras de ressonância da faringe, cavidades nasais e boca e o movimento de cerca de 50 músculos.

Em uma experiência de Dunbar, foi testada em voluntários a resistência à dor antes e depois de acessos de riso. Contudo, vale salientar que o que o cientista usava nas sessões era o chamado “riso social” – não o voluntário, consciente, mas o contagiante, como o produzido por um filme engraçado na plateia de um cinema, que aproxima até mesmo pessoas desconhecidas.



Foi comprovado que a resistência à dor aumenta com o riso, pois o esforço muscular do ato causa o aumento da concentração de endorfina.

Não há dúvida: Salomão estava mesmo certo quando usava o dom que lhe deu fama, dado por Deus.

sexta-feira, 8 de março de 2013

O final dos tempos


Todas as promessas de Deus estão se cumprindo, e nem uma única palavra se perderá






Porque quem dependia de um sacerdote para ter acesso à presença de Deus, agora, tendo este discernimento, abandona esta dependência e passa a se comunicar com Deus através da sua própria fé!

Esta mensagem fere frontalmente os interesses dos parasitas religiosos, daqueles que vivem a se aproveitar da boa fé das pessoas ao fazerem-nas dependentes deles.

Pobres dos enganados, pois têm sido ensinados que precisam pagar para serem perdoados; para receberem o batismo; para se casarem; para serem sepultados; para que seus entes queridos já falecidos supostamente tenham seus pecados também perdoados etc.

Sem falar dos inúmeros objetos de culto aos ídolos de madeira, de pedra e de metal! É uma verdadeira prisão a que os principados religiosos condenam aqueles que desconhecem a Palavra de Deus.

O pior é que cada religião impõe as suas regras e obrigações aos ignorantes da Verdade. Mas quando estes tomam conhecimento da Verdade que liberta, passam a "comer com as suas próprias mãos" e andam livres dos grilhões religiosos. O Senhor Jesus prometeu o seguinte: "mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito". (João 14.26).

Analisemos o restante do versículo: "...e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada" (Apocalipse 11.19).A abertura do santuário significa que a porta da prisão religiosa está aberta! As pessoas que quiserem ser livres do jugo religioso deste mundo precisam tão somente passar por esta Porta, que é o Senhor Jesus Cristo!

A arca da Aliança aparece aqui no Apocalipse pela primeira vez, justamente quando o quadro é o final dos tempos. Ela é a expressão visível da aliança entre Deus e o Seu povo, Israel.

Todas as alianças de Deus com Israel, todas as Suas promessas estão contidas nesta arca. E quando ela aparece no final dos tempos, é como se Deus estivesse dizendo: "Estão vendo? Todas as Minhas promessas foram cumpridas, e nem uma única palavra se perdeu de todas as que Eu havia prometido".

Milhares de anos se passaram desde que o Senhor fez aliança com o Seu povo, porém nenhuma das Suas promessas envelheceu ou se tornou inválida, nem para com Israel nem para com os seguidores do Seu Filho Jesus!

As Sagradas Escrituras mostram que a arca da Aliança era acompanhada da glória e do poder de Deus. Desse modo, as águas do Jordão retrocederam quando os sacerdotes, que a carregavam, atravessaram o rio, e Israel pôde entrar em Canaã.

Na presença da arca da Aliança os muros de Jericó ruíram e Israel conquistou aquela cidade. Também os filisteus foram duramente castigados e amaldiçoados quando a roubaram, ao passo que todo o povo de Israel era abençoado enquanto ela estava no meio dele.

Agora ela é visível no Céu, como confirmação da imutável fidelidade da aliança de Deus com o Seu povo de Israel. Se a arca da Aliança era acompanhada da glória e do poder de Deus, imagine a Nova Aliança, feita no sangue do Seu Filho, com todos os que O seguem!

Apocalipse: O santuário de Deus é aberto



O apóstolo João torna-se testemunha da realidade da salvação e vê o Senhor Jesus como Vencedor





Balaão no passado,ensinou a Balaque, inimigo de Israel, a armar ciladas diante dos filhos de Israel. Como? Ele instruiu Balaque a enviar as mais lindas mulheres do seu povo para o meio dos soldados de Israel, não apenas para fazê-los coabitarem com elas, mas, sobretudo, para corromperem seus corações com os deuses delas, e, assim, provocarem a ira de Deus contra Israel.

Podemos ver que o versículo 18 apresenta o Juízo Final, visto como presente por aqueles que estão no Céu. A grande multidão inumerável, que vem da Grande Tribulação, os vinte e quatro anciãos e João veem a prova de que o domínio de Deus passou a ser exercido sobre a Terra.

O apóstolo já vê esta multidão inumerável no Céu, enquanto fisicamente ela ainda está na Terra, onde, nesta época, acontece a perseguição mais cruel de toda a história do cristianismo.

Nunca houve um tempo tão terrível quanto este, e jamais haverá outro. A narração do que acontecerá nesses dias, feita pelo Senhor Jesus Cristo, assim foi registrada por Mateus:

Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados."Mateus 24.15-22"Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.

Israel será perseguido, mas apenas os que crerem no Senhor Jesus após o arrebatamento serão executados. O apóstolo João é, portanto, levado em espírito ao desenrolar dos acontecimentos até o objetivo final, tornando-se testemunha da realidade da salvação e vendo o Senhor Jesus como Vencedor: "Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada" (Apocalipse 11.19).

Esse abrir do santuário, que agora se acha no Céu, refere-se ao resultado da morte do Senhor Jesus no Calvário, pois o que lá aconteceu fez o véu do santuário se rasgar de alto a baixo, conforme dizem as Escrituras: "Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas" (Mateus 27.51).

O santuário foi aberto! Significa que qualquer pessoa, independentemente de classe, raça, sexo ou idade, por intermédio do Senhor Jesus passa a ter o direito de entrar na presença do Deus-Pai. Não precisa de pastor, bispo ou quem quer que seja! Basta que invoque o Senhor Jesus de todo o coração e imediatamente estará diante do Criador!

Os juízos da sétima trombeta

Os fiéis seguidores do Senhor Jesus verão o cumprimento triunfal da Sua vitória




Quando os juízos da sétima trombeta estiverem concluídos, veremos essa glória nos Céus. E daí teremos o grandioso contraste: na Terra, os mais terríveis juízos sobre os filhos das trevas; no Céu, a manifestação da maior glória!

Sofrerão muito durante esses dias de juízo aqueles que hoje escarnecem da nossa fé; que ridicularizam o nome do nosso Deus; que debocham da nossa fidelidade ao Senhor nos dízimos e nas ofertas; perseguem-nos com impiedade; cometem injustiças e tramam projetos iníquos contra nós.

Todos serão devidamente julgados por todos os atos corruptos e injustos que praticaram contra os filhos do Altíssimo! Experimentarão as maiores tormentas e dores por toda a eternidade, pois que rejeitaram o perdão divino através do Filho de Deus.

Fizeram o mesmo que aquelas pessoas quando o nosso Senhor estava sendo julgado: preferiram o salteador, assassino e malfeitor Barrabás ao Salvador Jesus. Todas as pessoas que se mantêm na idolatria e rebeldes à oferta de Deus participarão deste juízo!

Mas os fiéis seguidores do Senhor Jesus verão o cumprimento triunfal da Sua vitória, e por toda a eternidade! Aleluia! Amém!

Quando os vinte e quatro anciãos dizem "...Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras..." (Apocalipse 11.17), há uma interrupção, pois eles não concluem dizendo "e que hás de ser".

Eles interrompem a manifestação de glória a Deus. Por quê? A verdade é que no tempo da sétima trombeta já começou o futuro do Senhor! Ele não "haverá de ser" porque Ele já é! Ele já terá assumido a Sua herança!

Então, enquanto os anciãos coroados se entregam à adoração e contemplam a face do Deus Eterno, eles veem acontecer o que ainda é futuro na Terra, pois ainda existe aqui o domínio do anticristo. No Céu, porém, eles já veem como presente o que ainda está por vir:

"Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra."Apocalipse 11.18

Eles veem, portanto, o ódio dos povos contra o Senhor e o Seu Ungido, e contra Sião, Israel. Veem também a ira de Deus e o Juízo Final diante do grande trono branco.

Tudo isto o apóstolo João também vê, como que antecipadamente, pois o juízo diante do grande trono branco acontecerá após o Milênio. Os vinte e quatro anciãos e João veem a bem-aventurança e o galardão para três categorias de cristãos: os profetas, os santos e os que temem o nome do Senhor.

Mas eles veem também a assolação para aqueles que destroem a Terra. Entre estes existem muitos membros de igrejas, e até sacerdotes, como era Balaão. São pessoas que têm se encarregado de fazer ligação entre os pecadores e os santos fiéis ao Senhor Jesus.

A sétima trombeta de juízo


O Reino de Deus é restabelecido através da conquista do Seu Filho




"O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar.

Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra. Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada." Apocalipse 11.15-19

O soar da sétima trombeta anuncia a chegada do Reino de Deus ao mundo, pois que, finalmente, "o reino do mundo" veio a ser do nosso Senhor Jesus Cristo. Convém salientar que até então o reino deste mundo vinha sendo regido por Satanás.

Porque Adão e Eva lhe passaram a autoridade que eles haviam recebido de Deus. Ora, o Senhor Jesus veio a primeira vez e resgatou este domínio das mãos do diabo. A partir de então, aqueles que vivem de acordo com a Sua Palavra passam a fazer parte da Igreja d'Ele.

Esta é a razão pela qual os vinte e quatro anciãos, que representam a Igreja arrebatada e glorificada, tanto da Antiga quanto da Nova Aliança, desceram dos seus respectivos tronos, prostraram-se sobre os seus rostos e adoraram ao Deus-Pai.E a Igreja do Senhor Jesus tem sido o Reino de Deus aqui na Terra. Mas agora, com o advento da sétima trombeta, o nosso Senhor toma posse legal do reino de todo o mundo. O Reino de Deus é restabelecido através da conquista do Seu Filho, tão logo o juízo desta trombeta esteja concluído.

Nós já vimos, anteriormente, que os vinte e quatro anciãos tinham se prostrado diante do Senhor Jesus, quando Ele recebeu o livro selado da mão direita d'Aquele que estava sentado no trono. Aqui, entretanto, eles veem figuradamente a realização ou o cumprimento final do mistério de Deus na sétima trombeta.

Com o tocar desta sétima trombeta, eles se prostram sobre os seus rostos e adoram a Deus. Eles se curvam em adoração ainda muito maior, porque agora também eles assistem ao Cordeiro de Deus, o Senhor Jesus Cristo,  cumprir tudo!

Ele é o cumprimento da Palavra de Deus em Pessoa, pois que Ele é o Verbo Vivo de Deus! Em outras palavras, a Igreja arrebatada e coroada, representada por estes vinte e quatro anciãos coroados, irá participar deste acontecimento glorioso.

Então, nós primeiro nos prostraremos e adoraremos, conforme o capítulo 5, mas quando o cumprimento do mistério de Deus prosseguir, nós nos prostraremos sobre os nossos rostos e nos curvaremos com ainda maior reverência e temor diante da suprema majestade de Deus.

Hoje mesmo já podemos ter uma pequena ideia da grandeza desta glória, quando vemos o cumprimento da Palavra de Deus na vida daqueles que têm crido.

É como o escritor da epístola aos judeus convertidos diz: "Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas..." (Hebreus 12.1).

Apocalipse: A ressurreição das duas testemunhas

O galardão daquele que morre pela causa do Senhor Jesus é a ressurreição para a vida eterna





"...e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado" (Apocalipse 11.8).

Diante da referência acima, podemos imaginar todos os veículos de comunicação transmitindo ao vivo, via satélite, as imagens de corpos estirados, sem vida, em qualquer Praça de Jerusalém.

Isso, paradoxalmente, será excelente, pois quando eles ressuscitarem, não haverá mais quem possa duvidar da glória poderosa do Senhor Jesus, e, ao mesmo tempo, a força da besta será envergonhada.

Não podemos esquecer que eles testemunhavam do Senhor Jesus, e quando ressuscitarem, o mundo inteiro vai saber que Ele os ressuscitou.

Em princípio, o fato é terrível, pois Israel se separa do seu fundamento, ou seja, da Lei, representada por Moisés, bem como dos profetas, representados por Elias.

E aí Jerusalém se transforma em semelhança a Sodoma e ao Egito. Sodoma, a síntese do pecado; Egito, a síntese do inimigo. Assim o Senhor descreve para o apóstolo a Jerusalém dos últimos tempos: "Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo" (Apocalipse 11.11).

O galardão daquele que morre pela causa do Senhor Jesus é a ressurreição para a vida eterna com Ele. O apóstolo Paulo, dirigido pelo Espírito de Deus, disse:"Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele" (2 Timóteo 2.11).

A ressurreição das duas testemunhas se assemelha à visão do profeta Ezequiel com respeito à ressurreição de Israel, no vale dos ossos secos, quando diz: "Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso" (Ezequiel 37.10).

As duas testemunhas de Israel são um exemplo de como será o arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus. Vejamos como registra o apóstolo João:

"e as duas testemunhas ouviram grande voz vinda do céu, dizendo-lhes: Subi para aqui. E subiram ao céu numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram. Naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, nesse terremoto, sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu." Apocalipse 11.12,13

Na primeira missão do profeta Elias, somente sete mil permaneceram fiéis ao Deus de Israel, enquanto os demais apostataram, conforme as Escrituras: "Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou" (1 Reis 19.18).

A situação no Apocalipse se inverte de forma peculiar: sete mil perecerão. Supõe-se que os mortos serão os que tiverem feito oposição mais intensa às duas testemunhas, isto é, aquelas pessoas que mais tenham perseguido Moisés e Elias.

O original grego diz literalmente "nomes de homens, sete mil." Há quem interprete que estes sete mil homens sejam pessoas importantes, de renome, autoridades de Jerusalém, que teriam impedido o sepultamento das duas testemunhas.

E agora eles próprios serão sepultados em meio às ruínas das suas casas. O texto sagrado diz ainda: "Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai" (Apocalipse 11.14)

Apocalipse: Não dê lugar à covardia



O mesmo Deus que livrou Israel das mãos dos seus inimigos livrará também a Sua Igreja de todas as forças do mal





Israel espera o profeta Elias como precursor do Messias. Na primeira noite da festa da Páscoa judaica, chamada Festa de Seder, isso fica claro. Após a oração, é colocada uma taça com vinho sobre a mesa - a taça do profeta Elias. Um rabino certa vez explicou:

"O povo judeu foi liberto da escravidão no mês de nisã, na Páscoa, e o povo judeu será redimido em nisã, isto é, o Messias virá neste mês. Elias será o precursor do Messias. E se ele vem em nisã, a noite de Seder é a melhor oportunidade. Por isso colocamos uma taça para Elias sobre a mesa".

Desta taça não se bebe até que todos os participantes da festa bebam quatro vezes o vinho dos seus cálices quatro vezes por causa das quatro expressões do Torá, com relação à redenção: "Eu vos  tirei"; "Eu vos salvei”; “Eu vos redimi"; "Eu vos tomei para Mim como povo.".

No ministério das duas testemunhas também temos um paralelo com respeito à tarefa de todos aqueles que um dia abraçaram a fé na Pessoa do Senhor Jesus: guerra total contra Satanás e todo o seu império!

É bem verdade que nos dias de hoje há uma falsa fé cristã, muito maior que a verdadeira. Por isso a Igreja do Senhor Jesus está prostrada. Há frouxidão em muitos que dizem crer no poder de Deus!
Infelizmente a Igreja do nosso Senhor Jesus Cristo está no mesmo espírito do povo de Israel diante dos midianitas, conforme diz a Bíblia:

"Prevalecendo o domínio dos midianitas sobre Israel, fizeram estes para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e as cavernas, e as fortificações. Porque, cada vez que Israel semeava os midianitas e os amalequitas, como também os povos do Oriente, subiam contra ele.

Este é justamente o quadro que a Igreja do nosso Senhor apresenta hoje: covardia! E cabe a cada membro desta Igreja Viva se esforçar ao máximo para inverter essa situação.E contra ele se acampavam, destruindo os produtos da terra até à vizinhança de Gaza, e não deixavam em Israel sustento algum, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos. Pois subiam com os seus gados e tendas e vinham como gafanhotos, em tanta multidão, que não se podiam contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra para destruí-la. Assim, Israel ficou muito debilitado com a presença dos midianitas; então, os filhos de Israel clamavam ao Senhor." Juízes 6.2-6

Isso não é impossível e nem difícil, pois o mesmo Deus que livrou Israel das mãos dos seus inimigos livrará também a Sua Igreja de todas as forças do inferno.

Basta que nós, os verdadeiros cristãos, rasguemos os nossos corações por meio da oração, do jejum, enfim, da determinação de mudar esse quadro!

Quando a Igreja começar a testemunhar de todo o coração, sem medo de ser detido, mal compreendido ou ridicularizado, o Espírito Santo encontrará espaço para avivar o Seu povo e torná-lo conquistador, para a glória do Seu Santo Filho Jesus!

João registra ainda:"Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará" (Apocalipse 11.7).

E aí se manifestará a grande vitória, porque da mesma forma aconteceu com o nosso Senhor! Quando O mataram, o diabo pensou que tinha vencido finalmente, pois vinha tentando matar o Senhor Jesus desde o Seu nascimento.

Mas tudo o que estava divinamente planejado em relação a Ele aconteceu! Porque no Calvário o nosso Senhor fez expiação por todos aqueles que n'Ele creem de todo o coração!

Isso mesmo! A Sua morte trouxe salvação para nós. E da mesma forma que Ele ressuscitou para a glória do Deus-Pai, também nós ressuscitaremos para a vida eterna.

Por isso, a Sua morte foi uma bênção para os Seus seguidores e praticantes da Sua Palavra: ela significa a nossa remissão. O mesmo acontecerá com a morte dessas duas testemunhas.

Porque quando elas ressuscitarem, depois de três dias e meio, estará decretada a desmoralização total da besta: "e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado" (Apocalipse 11.8).

quinta-feira, 7 de março de 2013

A Monarquia humana



A chamada de Abraão já indicava a intenção Divina em construir um reino diferenciado de todas as demais nações



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O reinado de Deus foi vivido em Israel até a instauração da Monarquia requerida pelo povo. Este já estava farto de ser dirigido por Deus através da figura do profeta. Queria ser como as demais nações. Na verdade, essa mesma história tem se repetido com os "cristãos" nascidos da carne. Querem manter a fé cristã e, ao mesmo tempo, usufruir os mesmos prazeres dos ímpios.

O pedido por um rei soou como um clamor de liberdade. Agora que estava livre da escravidão egípcia, Israel queria seguir seu próprio caminho sem a tutela do Profeta.

"Constitui-nos agora um rei sobre nós, para que nos governe, como o têm todas as nações… Então Samuel orou ao Senhor. E o Senhor lhe disse: ouve a voz do povo em tudo que te dizem, pois não rejeitaram a ti, mas a Mim, para que Eu não reine sobre eles." I Samuel 8.5-7

A partir daí, Deus passou a manifestar-Se de forma muito menos direta, e a administração de Israel ficou aos cuidados do rei, semelhante aos demais governos de nações pagãs.

Por conta disso, os princípios espirituais assumidos na Aliança do Monte Sinai foram se deteriorando pouco a pouco. A fé abraâmica, herança incalculável de Israel, deu lugar a tradições religiosas.

Esse é o quadro geral que iremos ver em seguida.A fé abraâmica trata de relacionamento com Deus da forma como Abraão se relacionava com Ele. Isto é, de forma pura e sincera. Mas quando a fé é comprometida com o fermento religioso, o aparato formal, o contato com Deus fica interrompido. Daí, vêm os fracassos.

O Primeiro Rei em Israel
A chamada de Abraão já indicava claramente a intenção Divina em construir um reino diferenciado de todas as demais nações. Reino esse que tivesse um rei cheio do Espírito Santo para governar o povo com justiça. Dessa nação santa, então, nasceria o Salvador.

Contrariando Sua vontade, o Senhor atendeu ao pedido dos anciãos de Israel e enviou o profeta Samuel a ungir Saul como rei.

Sua escolha seguiu o costume usado por Deus na chamada de pessoas que irão Lhe servir. Pessoas cujos corações sejam revestidos de humildade.

Apesar de mais tarde tê-lo corrompido, até assumir a liderança de Israel seu coração era agradável ao Senhor. Tanto que chegou à condição de ser possuído pelo Espírito de Deus, ser transformado em outro homem e até profetizar no meio dos profetas. I Samuel 10.6

O amor pode acabar?



Quando há situações que geram dúvidas e ruído de um em relação ao outro, o relacionamento começa a caminhar para o fim





Quem não se satisfaz ao falar sobre amor e trocar experiências felizes e inspiradoras? Existem diferentes formas de amar, como o sentimento pleno de uma mãe por um filho, entre amigos, o amor de um casal, entre outros. Grande ou pequeno, será que ele pode vir a acabar um dia? “Como dizer que o amor não acaba nunca, se o número de separações só cresce?”, questiona o apresentador do programa “The Love School – A Escola do Amor”, bispo Renato Cardoso. Segundo ele, muitas vezes a pessoa só percebe que não há amor depois da realização do casamento.

“Atualmente, os relacionamentos, em sua maioria, são excessivamente livres e superficiais e essa falta de compromisso só traz a sensação de vazio e amargura, o que vai afastando o casal”, comenta a apresentadora Cristine Cardoso. Por isso, os objetivos em comum, os pensamentos semelhantes, companheirismo, respeito, fidelidade, entre outros fatores, são determinantes para que aconteça o amor verdadeiro.

De acordo com o bispo, em relacionamentos em que o parceiro diz que o amor entre os dois acabou, esfriou ou, mais grave, que nunca amou, normalmente, o grande problema é que um só está olhando para os fatores errados do outro. “Quando elas se amam, é porque tomaram a decisão de se fixar nas situações certas. Isso é o amor inteligente”, explica.

Muitas pessoas param de se conhecer depois do casamento, esse é um grande erro. “Aos solteiros, avalie suas expectativas para o futuro relacionamento. Quanto mais realistas elas forem, menos desilusões podem ocorrer. Escolha seu companheiro baseado nos seus valores”, ensina Cristiane.
Para o bispo, o grande problema na relação é quando situações geram dúvidas e transmitem insegurança: “Nesse caso, o amor começa a caminhar para o rompimento, muitas vezes sem volta, porque a base dele é a certeza, a fé. Nunca mencione as palavras separação e divórcio durante uma discussão.”

Evite crises na vida sentimental
A insegurança sobre a própria capacidade de despertar e alimentar o interesse no outro muitas vezes atrapalha o andamento do relacionamento e faz com que as pessoas se afastem gradativamente, ou de uma vez só, da pessoa amada. 

Ao vencedor



A maior revelação que Deus nos deu nesses últimos tempos foi a fé inteligente





"Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."(Apocalipse 3.11)
Nós temos o poder de conservar o que possuímos, que é a nossa salvação; mas isso não é possível se você usar o coração. A maior revelação que Deus nos deu nesses últimos tempos foi a fé inteligente. Todas as religiões, sem exceção, apelam para a emoção e nós procuramos levar as pessoas a pensar. Deus quer que você tenha o direito de optar por Ele ou não. Se você optar por Ele, então tem de ser uma atitude pessoal, não influenciada por outros.

"Ao vencedor" (Apocalipse 3.12) é aquele que chega à condição de salvo e tem uma comunhão com o Altíssimo por toda a eternidade. Você sabia que essa comunhão está acima da comunhão com os anjos? Porque os anjos que estão com Deus não passam pelo que nós passamos. Nós estamos sujeitos a tudo que não presta e ainda assim, no meio de toda essa sujeira, tentamos nos manter limpos. Então, qual o valor disso para Deus?

Deus nos almeja ter para junto de Si, por isso Ele mandou Jesus a este mundo; para que você, eu, todos nós pudéssemos acrescentar à família dEle e fôssemos colunas no santuário do Altíssimo. O direito de você ser coluna é um galardão.

Mas e aqueles que pecaram durante toda a vida e, no último suspiro, aceitaram Jesus? Serão salvos, mas não serão colunas no santuário do Altíssimo. O Espírito Santo está buscando esse tipo de cristão, que venha servir como coluna no santuário de Deus. "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." (Apocalipse 3.13)
Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Crentes no inferno?



Não somos perfeitos, todos nós cometemos falhas





“Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos.” (Apocalipse 2.20)

Tolerar Jezabel significa aceitar a prostituição, as injustiças e tudo aquilo que contraria o relacionamento com Deus. Ela se casou com Acabe, rei de Israel, e mandava matar os profetas de Deus, porque no fundo ela queria dizimar a fé abraâmica de Israel. Ela foi a mulher mais perversa; para se ter uma ideia, o maior dos profetas de Israel, Elias, teve medo e fugiu dela.

Nós não estamos trazendo à baila esses assuntos de corrupção moral e vida pecaminosa para colocar um peso em cima dos seus ombros. Estamos apenas meditando nas palavras de Jesus para a Igreja. Jezabel simboliza a hipocrisia, tipifica a prostituição, o fingimento dentro da Igreja, as traições, enfim, tudo que é ruim, nocivo e perverso. São poucos os que serão salvos; das pessoas que estão nas igrejas, a maioria irá para o inferno, desgraçadamente.

Jesus fala aqui comigo e com você para que nós não venhamos a aceitar Jezabel. Em outras palavras, temos de ter o caráter correto diante do Pai. Deus sabe que nós não somos perfeitos, todos nós cometemos falhas. A diferença é que há aqueles que falham, mas não vivem no erro, e há os que cometem falhas e vivem na dependência do pecado. O Senhor Jesus é misericordioso, mas Ele não abre mão da Sua justiça. Avalie a si próprio e verifique se há uma tolerância sua para com Jezabel; se houver, então você tem de se arrepender e abandonar imediatamente.

Falsos cristãos



Judas nunca havia se convertido, mas sim se convencido, por causa dos milagres que testemunhou





Sabemos, por exemplo, que Judas Iscariotes traiu o Senhor Jesus; por isso, foi excluído do grupo dos doze apóstolos.

Ele, porém, esteve com o Senhor durante todo o Seu ministério terreno. Por que ele acabou traindo o Senhor, apesar de ter tido o privilégio de ver as maravilhas de Deus com os seus próprios olhos?
O que acontece é que o seu mau caráter não havia saído de seu interior. Ele nunca havia se convertido, mas sim se convencido, por causa dos milagres que testemunhou. E quando a oportunidade lhe apareceu, a sua natureza maligna revelou quem ele realmente era: um instrumento do diabo.

No perfil de cinco das sete igrejas da Ásia, quando o Senhor Jesus lhes descobre a nudez, também verificamos a indecência de caráter. Para algumas há elogios e repreensões; para outras, apenas represálias; mas para Esmirna e Filadélfia há apenas elogios.

Ora, talvez essa substituição da tribo de Dã seja um alerta para a Igreja, ou para as pessoas que têm apenas fachada cristã, isto é, aquelas que no seu exterior apresentam todas as características cristãs, mas no íntimo, no coração, não têm nada a ver com o Senhor Jesus Cristo.

Tais pessoas são convencidas à fé cristã, e não convertidas a ela. Talvez o fato de pertencerem a uma denominação cristã, de darem suas ofertas e de até serem fiéis nos dízimos, torne-as convictas de que os seus nomes estão arrolados no Livro da Vida.

Os seus frutos, todavia, são totalmente avessos aos do Espírito Santo. O Senhor Jesus disse: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5.20).

Cremos que a exclusão da tribo de Dã representa também a exclusão de muita gente que pensa que participará das bodas do Cordeiro.

Para com esta tribo, ela interrompe o seu cântico e pergunta: “...e Dã, por que se deteve junto a seus navios? Aser se assentou nas costas do mar e repousou nas suas baías” (Juízes 5.17).No tempo da juíza Débora, Israel teve uma brilhante vitória sobre os cananeus. Por causa disso, ela entoou um cântico de triunfo, referindo se à coragem e bravura das tribos de Israel, que participaram daquela batalha, com exceção de apenas uma: a tribo de Dã.

Quer dizer, a tribo de Dã fugiu da luta, mesmo sendo uma das mais fortes de Israel. Dã simboliza o grupo de cristãos falsos e covardes.

O seguidor do Senhor Jesus Cristo tem dentro de si o caráter dEle. Quando a pessoa mostra covardia diante da luta é porque não está absolutamente segura da sua fé cristã. Ela mantém a sua fachada ilusória de cristã enquanto tudo vai bem, mas quando surgem as batalhas, ela se acovarda e foge.

Assim foi com Judas Iscariotes. Ele era um judeu como os demais apóstolos; portanto, do mesmo povo do Senhor. No entanto, veio a ser o traidor de Jesus. Cremos que este será também o perfil do anticristo: um traidor da nação de Israel; um judeu convertido à Babilônia, que chegará a ser o seu líder supremo. 

Então, se manifestará nele a natureza do anticristo, o perseguidor implacável dos cristãos convertidos. Devemos estar atentos para a eleição do próximo líder máximo da Babilônia. Se ele tiver origens judaicas, então é certo que será o próprio anticristo.

A substituição da tribo de Dã pela tribo de Manassés deve ter também esse sentido, pois o anticristo deverá ser um judeu natural, pertencendo a uma das tribos de Israel.

A tribo de Dã é justamente aquela que tem todas as características para gerar o anticristo. Não foi à toa que Jacó, o seu pai, chamou-o de “serpente e víbora”. 

Homens da Bíblia: Jefté



Ele cumpriu o seu voto, mesmo sendo uma tarefa difícil





Esse homem não teve uma infância fácil. A mãe de Jefté era uma prostituta, e ele foi expulso de Gileade, sua terra natal, para que não formasse família por lá.

Certa vez, os amonitas estavam em guerra contra Israel, que não conseguia combatê-los. Por isso, foram até Jefté pedir para que ele estivesse à frente da batalha (Juízes 11:1-11). Foi nesse momento que fez um voto ao Senhor: se ganhasse a guerra, entregaria como oferta a primeira pessoa que fosse cumprimentá-lo ao chegar em casa (Juízes 11:30-31).

Porém, Jefté não imaginou o que aconteceria. Ao voltar da guerra, a primeira que saiu para comemorar com ele a vitória foi sua única filha. Mas, mesmo se entristecendo ao lembrar-se do voto, ele cumpriu.

Fidelidade provada
Podemos dizer que talvez Jefté não houvesse levado em consideração que alguém tão querido saísse de sua casa para recebê-lo de volta da guerra. Ele não mensurou como e de que forma ele teria que cumprir o seu voto. Será que ele pensou que seria fácil? Que sairia de sua casa um casal de porquinhos, de bezerros?

Para ele não importou o voto que fez, mas sim o objetivo que ele queria alcançar, que era ganhar a guerra. Porém, Deus o fez lembrar o que prometeu assim que viu sua filha única sair de casa. E, assim, Ele provou a fidelidade de Jefté.

Mesmo sendo algo inimaginável, Jefté teria que oferecer sua filha em sacrifício, assim como ele disse que faria em seu voto com Deus.

Ele poderia desistir, ter feito outra oração pedindo perdão para Deus por não conseguir cumprir o seu voto, até mesmo porque a guerra já estava ganha. Porém, ele foi até o fim com sua palavra, provou que era fiel a Deus.

Será que temos feito votos de tolo? Até onde temos sido fiéis a Deus? Ele tem se agradado de nossos votos?

"Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras." Eclesiastes 5:4-5.
Mesmo que seu voto seja difícil de cumprir, de realizar, por razões humanas, limitações emocionais ou financeiras, vá em frente, faça como Jefté e entregue o que se propôs a Deus, com certeza, Ele verá o seu esforço. Seja aprovado por Deus! 

A Palavra diz que a filha de Jefté chorou sua virgindade e não conheceu homem (Juízes 11:38-40). Alguns estudiosos acreditam que ela foi sacrificada e morreu virgem. Outros afirmam que ela ficou virgem até o último de sua vida.

De qualquer forma, a filha de Jefté foi obediente ao seu pai, se colocando para realizar o seu voto firmado. Assim, pai e filha são exemplos de obediência e fidelidade a Deus.

Mulheres da Bíblia: mãe de Sansão


Ela deu à luz mais um libertador de Israel




A esposa de Manoá era estéril e não tinha filhos. Certo dia, apareceu o Anjo do Senhor a ela e disse que seria mãe de mais um libertador de Israel, um menino consagrado a Deus desde o ventre da sua mãe. Para isso, ela teria que deixar de beber e comer algumas coisas (Juízes 13:2-5).

Porém, Manoá não acreditou na esposa e pediu para que o anjo aparecesse novamente para confirmar o que tinha dito. E isso aconteceu (Juízes 13: 8-13). Assim, ele pôde perceber que sua mulher havia sido fiel no que dissera.Assim como Sara e Rebeca, ela não tinha mais esperança de gerar um filho, até que chegou um anjo e disse que isso seria possível. A diferença é que a esposa de Manoá teve que seguir algumas regras para que seu filho fosse um nazireu (consagrado, dedicado).

Por causa da fidelidade da esposa de Manoá, que Sansão pode ser juiz e defensor de Israel, deixando ser apenas quando desobedeceu a Deus. Porém, sua mãe obedeceu o que o anjo disse até o fim de sua vida, mesmo depois do nascimento de seu filho (Juízes 14:7,8).

Uma mulher consagrada
Podemos dizer que a mãe de Sansão talvez tenha sido mais consagrada a Deus do que ele. Ela seguiu à risca o que o anjo disse e não desistiu, obedeceu ao Senhor acima de tudo.

Ela também pôde ser um exemplo de mãe, pois se consagrou em sua gravidez para que seu filho fosse separado a Deus, desde o seu ventre. Ela ensinou a seu filho desde o início o que era servir ao Senhor.

E você, será que tem se consagrado a Deus? O que tem feito a favor de seu filho, marido e pessoas que ama? As bênçãos podem acontecer ao outro, pelo seu desprendimento e dedicação em agradar a Deus.

Homens da Bíblia: Manoá, pai de Sansão



Ele duvidou de sua esposa e pediu confirmação de Deus





Sansão foi um homem fruto de um milagre de esterilidade. Sua mãe não poderia ter filhos, mas um dia um Anjo do Senhor apareceu a ela dizendo que seria mãe de um menino consagrado a Ele, mas que teria que se consagrar para que ele realmente fosse um homem separado a Deus desde o ventre (Juízes 13:2-5).

Como toda mulher, ela ficou eufórica para contar a seu marido, chamado Manoá. Porém, ele não acreditou em todos aqueles detalhes de consagração que disse sua esposa e pediu que isso fosse confirmado novamente por um Anjo do Senhor (Juízes 13:6-8).

E foi o que aconteceu. O mesmo anjo apareceu a ela no campo, que correu para chamá-lo e ouvir as confirmações. Porém ele não percebeu que aquele que falara era Anjo da parte de Deus e o ofereceu um cabrito. Manoá somente percebeu que não se tratava de um homem natural quando queimou o cabrito como oferta e ele e sua esposa o viram subir para o céu em meio à fumaça (Juízes 13:9-23).

Um homem cheio de dúvidas
Pode-se dizer que Manoá era um homem desconfiado e cheio de dúvidas. Ao ouvir o que o Anjo prometera à sua esposa, ele duvidou e orou pedindo para que acontecesse de novo e assim tivesse certeza do milagre prometido.

Quantas vezes, mesmo recebendo a promessa de um grande milagre, algo impossível aos olhos humanos, duvidamos da promessa? E mesmo quando o sinal do milagre acontece, ainda pedimos mais sinais para Deus?

Temos que aprender a acreditar nos sinais que Deus nos manda. Ele fala conosco de todas as maneiras, quando e onde quiser. Temos que ficar atentos e agradecer por cada resposta dada no momento certo.
Não duvidemos do que Deus pode realizar!

Mulheres da Bíblia: a primeira esposa de Sansão



Ela o traiu por duas vezes





Sansão passou pela cidade de Timna e viu ali uma moça filisteia por quem se apaixonou. Ao chegar à sua casa, solicitou a seus pais que fossem pedi-la em casamento. Mas eles não gostaram da ideia, pois queriam que ele se casasse com uma mulher do povo de Deus. Porém, Sansão insistiu (Juízes 14:1-3).

E assim ele casou-se com a moça filisteia. Na festa de casamento, Sansão lançou um enigma para os amigos, duvidando que eles fossem capazes de encontrar a resposta até o fim dos sete dias de comemoração (Juízes14: 4-14).

No quarto dia depois de lançado o enigma, eles ameaçaram a esposa de Sansão para que contasse a resposta. Ela, em vez de contar o ocorrido ao marido, usou de chantagem emocional para conseguir a resposta e contou a seus compatriotas (Juízes 14: 15-17).

No sétimo dia, antes de anoitecer, os homens contaram a Sansão o que sabiam e ele entendeu que aquilo tinha a ver com sua esposa. Mesmo assim, ele cumpriu o que prometera àqueles homens (Juízes 14:18-19).

Depois de um tempo, Sansão foi visitar sua esposa e descobriu que ela tinha se casado com outro homem. Por causa disso, ele colocou fogo nas plantações de trigo dos filisteus (Juízes 15:1-8).

Dupla traição
A mulher de Sansão é um exemplo de quebra de confiança. Quando se fala algo para alguém acreditando que ficará em segredo, um simples comentário já pode ser considerado traição.

Essa falta de fidelidade não existe somente entre os cônjuges, em relação a adultério, mas também entre amigos, familiares, quando se conta algo que se sabe que não deveria ser dito. Muitas conversas íntimas deixam de ser segredo e se tornam assunto principal nas rodinhas.

Como você tem tratado a confiança depositada em você? Conta logo o que lhe foi dito ou pensa: será que a pessoa gostaria que eu contasse?

Fique atento, um simples comentário pode significar traição. Demonstre confiança guardando sua boca.

“No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente.”Provérbios 10:19

Precisando de uma revolução



Existem muitas pessoas dentro das igrejas vivendo de aparência, e isto ocorre porque elas toleram o próprio pecado





Quando ouvimos e vemos um homem de Deus ser usado pelo Espírito Santo, não ficamos admirados com a sua palavra? Assim aconteceu com o pai e a mãe do Senhor Jesus, porque Simeão era conduzido pelo Espírito Santo. Por isso, era ousado. Abençoou e profetizou acerca do Senhor Jesus: "Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado..." (Lucas 2.34)

Observe que Simeão não pronunciou apenas palavras positivas, que agradassem aos ouvintes. Ele era movido pela fé racional, por isso, referiu-se à "ruína" que acabaria com a religiosidade e a hipocrisia daqueles que se baseavam exclusivamente em “rituais”, mas que apresentavam uma vida enganosa. Quando o Senhor Jesus age na vida de cada um de nós, Ele arruína o pecado e o engano. Não apenas nos levanta da frustração, da pobreza, ou nos concede a cura, mas destrói a nossa natureza pecaminosa e mostra-nos, através da Sua Palavra, a Verdade que nos libertará. 

Existem muitas pessoas dentro das igrejas vivendo de aparência. E isso ocorre porque toleram o próprio pecado; aceitam as coisas inconvenientes e injustas, pois não se permitem sacrificar e, por isso, não aceitam que o Senhor Jesus faça um trabalho no seu interior.

Por vezes, até ouvem a Palavra de Deus, enchem-se de conhecimento, mas não vivem, na prática, estes ensinamentos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Por que evangélicos não devem participar do Carnaval? Qual a origem dessa festa?


As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música.


A origem do Carnaval ainda é desconhecida. As primeiras referências a ele estão relacionadas a festas agrárias. Alguns atribuem seu surgimento aos cultos de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita, realizados na Grécia durante o século 7 a.C. A festividade incluía orgias sexuais e bebidas, e os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco) e saturnais (em homenagem ao deus Saturno, que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).

Com o advento do cristianismo, a Igreja Católica Apostólica Romana começou a tentar conter os excessos do povo nessas festas pagãs e a condenar a libertinagem. Porém, com a resistência popular, em 590 d.C. ela própria oficializou o Carnaval dando origem ao “carnaval cristão”, quando o Papa Gregório I marcou definitivamente a data do Carnaval no calendário eclesiástico.

Esse momento de grandes festejos populares antecedia a Quaresma, período determinado pela Igreja Católica para que todos os anos os fiéis se dedicassem, durante 40 dias, a assuntos espirituais, antes da Semana Santa. No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum, para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

Como o povo enfrentaria um longo período de privações e abstinência, alguns “carnais” permitiram que o povo cometesse então algumas extravagâncias antes. Às vésperas da Quaresma, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a “terça-feira gorda”. O que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeiras.

Esses dias de “vale-tudo” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale, ou carnevale, resultando na palavra carnaval.

A Quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, simbolizava o momento em que as pessoas se revestiam de cinzas, evocando que do pó vieram e para o pó retornariam, e ingressavam no período em que a Igreja celebra a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

Visto que até hoje essa festa da carne traz consequências físicas, morais e espirituais degradantes, estampadas nos noticiários da Quarta-feira de Cinzas, aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora; e, aos que participam ou pretendem participar, meu conselho é 1 João 2.16: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade.