terça-feira, 9 de abril de 2013

A verdadeira aliança com Deus



O sacrifício deve partir de ambas as partes





Quando Deus chamou Abraão e lhe disse: "de ti farei uma grande nação e te abençoarei e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção: abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem, e em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gênesis 12.2,3), passaram-se muitos anos sem que Abraão tivesse visto essas promessas se cumprirem.

Quando atingiu a idade de noventa e nove anos, Deus apareceu-lhe novamente e lhe disse: "Não temas, Abraão, eu sou o teu escudo e o teu galardão será sobremodo grande". Abraão, entretanto, respondeu: "A mim não concedeste descendência e um servo nascido na minha casa será meu herdeiro." Gênesis 15.1-3

Veja, amigo leitor, Abraão queria apenas um filho a quem pudesse abraçar, que fosse carne de sua carne, sangue de seu sangue. Às vezes, a pessoa tem fé, mas pensa de uma forma tão pequena que é até difícil compreender.

Respondeu-lhe Deus: "Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti, será o teu herdeiro. Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta às estrelas se é que podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade." (Gênesis 15.4).

Quando Abraão contemplou as estrelas, creu em Deus e viu em cada uma delas um descendente. Ele se encantou e ficou maravilhado, estupefato, assim como nós, quando estivemos no Monte Horebe, e vimos uma chuva inigualável de estrelas, e um céu muito azul, contrastando com as pedras e o deserto. Que coisa extraordinária, linda e indescritível!

Ao ver as estrelas do céu, ele creu. Isto o fez justificado e perfeito diante de Deus. Crer é ter certeza, e essa certeza é a fé sobrenatural que faz o milagre acontecer.

"Então perguntou Abraão a Deus: Senhor Deus, como saberei que hei de possuí-la? Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha, uma cabra e um cordeiro, cada qual de três anos, uma rola e um pombinho. Ele, tomando todos estes animais, partiu-os pelo meio e lhes pôs em ordem as metades umas defronte das outras; e não partiu as aves." Gênesis 15.9,10

A aliança com Deus exige sacrifícios. Primeiro foi o do Senhor Jesus, na cruz, dando a sua própria vida; depois, o do cristão renunciando a sua própria vida, sua vontade, seus desejos e até a própria liberdade para segui-Lo, e tornar-se servo de Deus. O sacrifício tem de ser de ambas as partes e inclui o que Deus realizou no Calvário somado ao que temos que realizar pessoal e individualmente.Sabe por que Abraão partiu ao meio os animais e uma metade estava defronte da outra? Porque uma metade representava Deus e a outra a ele mesmo. Veja, Deus estava ali, fazendo uma aliança com Abraão, e isso exigiu sacrifício. Nos moldes antigos, essa era uma forma de se fazer uma aliança, e isso significava que se uma das partes não cumprisse a promessa, a outra poderia fazer com ela o que havia acontecido com aqueles animais.

Uma aliança é como um casamento. A mulher representa a Igreja e o homem representa Jesus. Ambos têm de renunciar a muitas coisas, e oferecer outras, ou seja, sacrificar, a fim de serem fiéis um ao outro. É preciso estar ciente da importância e grandeza do que significa essa aliança, e dos direitos que a pessoa adquire quando se une a Deus. Quando aceitei Jesus como Senhor e Salvador, tornei-me um servo de Deus, passei a obedecê-lo e sacrifiquei a minha própria vontade.

Amigo leitor, hoje, cada uma daquelas estrelas representa a mim, você e todo aquele que tem o Senhor Jesus como o seu Salvador. Para nós, representa a Igreja Universal do Reino de Deus, espalhada pelo mundo.

Fico maravilhado e impressionado com as coisas que Deus tem nos mostrado. Ele é grandioso, glorioso, magnífico, e Seu poder são maiores que a nossa imaginação pode alcançar.

Que neste instante, o Espírito de Deus venha envolvê-lo e o faça forte, invencível e inabalável na sua fé. Os que estão prostrados se levantem e se posicionem para a batalha contra o mal. Que os doentes sejam curados e os oprimidos libertos, e aqueles que estão nas cadeias sejam convertidos, transformados, e se tornem homens de Deus.

Sim, pois o poder de Deus é capaz de fazer com que cada pessoa que está do lado avesso da vida, venha a ser um instrumento da Sua glória, porque está escrito: "onde abundou o pecado, superabundou a graça".

E para todos aqueles que nos perseguem, nos odeiam e nos querem mal, pedimos a Deus, a graça, o bem, e a misericórdia; pois se conhecessem o Senhor Jesus, não nos perseguiriam. Que venham a conhecê-lo. Muitos há que, como o apóstolo Paulo, após conhecerem o Deus vivo, de perseguidores passaram a perseguidos.

Que todo o povo da Igreja Universal seja fortalecido, abençoado e engrandeça sempre o nome do Senhor Jesus.

Mulheres da Bíblia: Bila



A serva adúltera





Raquel era uma das mulheres de Jacó, mas não conseguia dar filhos a ele. Por isso, ofereceu sua serva Bila para que pudesse conceber no lugar dela e assim deixar de ser humilhada pela outra esposa dele, chamada Lia (Gênesis 30:1-8).

Mais tarde, Bila se deitou com o filho mais velho de seu marido, chamado Rúben, e Jacó soube disso (Gênesis 35:21-22).

Caráter X Desejo carnal
Bila tinha com Jacó dois filhos e, com isso, laços familiares, apesar de ser a serva de Raquel e de ter se deitado com ele por obrigação.

Mas não é a obrigação que deve ser enfatizada, porque naqueles tempos era normal o homem ter várias mulheres, e sim a sua atitude, de depois se deitar com o primogênito de Jacó.

Foi como, nos dias atuais, um filho do primeiro casamento se deitar com a atual mulher de seu pai. É no mínimo estarrecedor, pois a falta de caráter e respeito sobressaiu aos prazeres da carne.

Será que há “Bilas” nos dias atuais? Aquela mulher que joga uma história familiar no lixo por causa de uma aventura amorosa? Ou aquela que não quer saber o que deve fazer para satisfazer as suas necessidades pessoais, financeiras e também sexuais?

As mulheres dos dias atuais têm perdido o sentido da feminilidade e têm sido cada dia mais sensuais, exacerbando o seu lado feminino de modo vulgar e sem barreiras sociais e familiares.

Se você está se perguntando se a sua liberdade de escolha e de expressão da sua feminilidade já está no caminho da libertinagem, pare por um instante, perceba onde está, o que está fazendo com sua vida e com seus familiares que estão ao redor. Ainda há tempo de se corrigir.

Não deixe se dominar pela sexualidade do século 21, mas foque em seu caráter e naquilo que Deus quer para a sua vida.

Mulheres da Bíblia: Azenate


Ela não desistiu do marido, José




Na Bíblia não há muitos relatos sobre quem foi Azenate, esposa de José (Gênesis 41:45). Ela é citada somente com uma mulher do futuro rei do Egito e que teve dois filhos, chamados Manassés e Efraim (Gênesis 41:50-52).

Devido à sua origem, alguns estudos indicam que ela talvez fosse uma sacerdotisa idólatra, porém, deve ter aflorado a sua fé em Deus com José, já que permitiu que seu marido nomeasse seus filhos segundo as experiências dele com Deus.

Ela foi persistente
Com certeza ela passou com José toda a fase de governador do Egito, pois ela foi dada como sua mulher depois de ele ser nomeado pelo Faraó (Gênesis 41:42-45).

E quantas mulheres desistem dos seus maridos quando eles têm um cargo importante, um trabalho de confiança?

As mulheres desse século tem esquecido que Deus as fez para que estejam ao lado de seus maridos, apoiando e incentivando suas atividades.

Será que o sentimento de egoísmo tem falado mais alto que o amor, que o companheirismo?

O que você tem feito para ajudar na vida profissional do seu marido? Tem desmotivado e abandonado ou ficado ao lado dele nos bons e maus momentos, assim como fez Azenate?

Seja uma mulher sábia, que edifica a casa, e não destrua aquilo que é precioso (Provérbios 14:1).

Lugares da Bíblia - Rio Jordão



Hoje separando Israel da Jordânia, o famoso rio fertiliza uma ampla área, que foi cenário de alguns dos mais importantes trechos bíblicos, incluindo o batismo de Jesus. Mas a degradação por parte do homem está matando as águas que representam a vida





O vale do rio Jordão, na fronteira entre Israel e Jordânia (cujo nome vem do famoso curso d’água), é frequentemente citado na Bíblia, tanto no Antigo Testamento (175 vezes) quanto no Novo Testamento (15 vezes).

Foi olhando o fértil e irrigado vale ao longe, que Abraão e Ló combinaram a partilha das terras em Gênesis 13. Às margens do rio Jaboque, um afluente do Jordão, Jacó lutou com um misterioso homem (um anjo) até que este o abençoasse, em Gênesis 32, mudando seu nome para Israel (“o que luta com Deus”, embora outras traduções mostrem “o que luta e vence” ou “o que reina com Deus”). Mais tarde, os profetas Elias e Eliseu atuavam em ambas as margens do rio.


Ao fim da peregrinação pelo deserto após saírem do Egito, os hebreus atravessaram o Jordão, cujas águas pararam e se abriram (Josué 3. 15-17) como no Mar Vermelho  e chegaram à Terra Prometida. O próprio Jesus Cristo foi batizado em suas águas por seu primo, João Batista. A passagem pelo rio ganhou vários significados em várias culturas e suas derivadas por causa desses dois episódios. Para os judeus, lembra a conquista após longo e árduo caminho. Na tradição cristã, por exemplo, a expressão “cruzar o Jordão”, mais comum nos países de língua inglesa, (“crossing Jordan”) significa vencer a morte, baseada no batismo: o homem natural anterior morre, renascendo para Deus como nova criatura.

“Rio que desce”
 A palavra Jordão deriva do hebraico yar-dane (“aquele que desce”, “descendente”). Bastante apropriado, pois suas quatro nascentes ficam na alta região do Monte Hermon, com as águas seguindo vale abaixo passando pelo Lago Huleh, pelo Mar da Galileia (na verdade um grande lago salgado, também conhecido como Lago Tiberíades), dele seguindo quase em linha reta por 105 quilômetros até o Mar Morto. Alguns estudiosos defendem a tradução “lugar em que se desce” (bebedouro).

Com mais de 200 quilômetros de comprimento, sua maior parte chega a ficar abaixo do nível do mar (até 390 metros) rumo à foz. Ele chega com água doce até o Mar da Galileia, tornando-se salgado a partir dele, levando ainda mais sal para o Mar Morto, onde termina. Conforme o trecho, sua profundidade varia entre 1 e 3 metros, e a largura chega a 30 metros em alguns lugares.

Morte anunciada
Contraditoriamente, o rio que representa “vencer a morte” está morrendo. Um recente relatório da organização não-governamental (ONG) Amigos da Terra do Oriente Médio (FoEME, na sigla original) está sendo devastado pela exploração da água, poluição e pouco caso das autoridades das comunidades à suas margens. Com o curso desviado para o abastecimento de água de várias localidades, o Baixo Jordão pode sumir em breve, segundo o documento do FoEME. Suas águas e as de seus afluentes são partilhadas por Israel, Jordânia, Síria e Cisjordânia.

A ONG relata que alguns quilômetros ao sul do Mar da Galileia, uma barragem corta abruptamente o rio. Depois da contenção, o esgoto é lançado diretamente no leito. A diminuição do fluxo de água aumenta ainda mais a salinidade. Israel trabalha atualmente em um projeto para e recuperação de um rio tão importante para vários países e culturas. Planos bem parecidos também estão em andamento por parte da Síria e da Jordânia. O desvio da água doce diminuiu consideravelmente a fertilidade das margens, e a biodiversidade caiu em 50%, segundo o FoEME.

terça-feira, 26 de março de 2013

Homens da Bíblia: Benjamim



Nascido da aflição e morte de sua mãe





Por causa do sofrimento na hora do parto, sua mãe Raquel morreu e foi sepultada a caminho de Belém (Gênesis 35: 17-20). Benjamim era o filho mais novo de Jacó com Raquel e dividia com seu irmão, José, um afeto maior da parte de seu pai (Gênesis 45:14).

Ao nascer o bebê, Raquel teve tempo somente de chamá-lo de Benoni, que quer dizer “aquele que veio da dor”, mas seu pai Jacó o nomeou Benjamim, o filho preferido.

Depois, ele foi o fundador da tribo de Benjamim, formada por guerreiros temíveis, assim como Jacó anunciou no momento de sua morte (Gênesis 49:27-28).

Bênção ou maldição?
Quantas mães e pais sofrem para criar seus filhos? São inúmeros momentos de descrença, tristeza, por não conseguir ver um futuro promissor para seu filho.

Uma criança que nasceu com a saúde frágil, depois foi um filho desobediente, briguento com os amigos da escola, envolveu-se com más pessoas, que se diziam amigas, mas que o levaram para as drogas. Tudo isso mina a esperança dos pais.

Porém, assim como Benjamim, apesar do início da sua vida significar dor e morte, não foi assim que aconteceu. Seu pai acreditou nele, não desistiu de sua vida e o renomeou.

O que você tem feito com seu filho? Colocado sobre ele palavras de maldição ou de bênçãos? Tem olhado para ele com esperança ou já entregando a sua vida para a morte?

Seu filho é um “Benjamim” e não um “Benoni”. Ame-o de forma diferenciada e veja o lindo futuro que ele terá.

Lugares da Bíblia - Safit



Arqueólogos confirmaram que a cidade era a Gate bíblica, capital dos maiores inimigos de Israel, os filisteus





Muito pelo fato de os filisteus estarem sempre em movimento, os arqueólogos tinham grande dificuldade em determinar qual era a capital daquele povo, o maior inimigo de Israel nos relatos bíblicos.

A descoberta de um grande sítio arqueológico entre as colinas da Judeia e o mar Mediterrâneo, elucidou a questão. Safit foi a capital dos filisteus, a Gate da Bíblia.

Sobre as ruínas milenares, árabes construíram uma aldeia habitada até o fim do século 19, o que “escondeu” Safit de estudiosos anteriores. Com a descoberta e as escavações, além de ser revelada uma grande cidade para os padrões do Antigo Testamento (500 hectares), foram encontrados indícios de civilização cananeia, substituída pela filisteia somente no final da Idade do Bronze.

Evidências no local mostram que a cidade permaneceu fortificada na Idade do Ferro, época de Saul e Davi.

A colina formada pelo sítio arqueológico (um “tel”, como é designada em hebraico) tem 100 metros de altura, ladeada ao norte e a oeste por penhascos de calcário, onde cavernas foram esculpidas na rocha macia, porém firme.

Confirmação
Várias escavações começaram desde o final do século 19, mas ficaram incompletas. Depois desse período, abandonado, o local novamente serviu de base para uma aldeia árabe, até perto de 1948, quando foi instituído o Estado de Israel.
Em 1996, a Universidade de Bar-Ilan empreendeu um trabalho definitivo. Confirmaram que ali ficava Gate, de onde Golias saiu para a histórica luta contra Davi no Vale do Elá. Era a maior e mais importante das cinco cidades filisteias no sul de Israel.

Novas escavações em 2005 revelaram um grande fosso ao redor das muralhas da cidade, com 5 metros (m) de profundidade por 4 m de largura.

Gate foi devastada no século 9 antes de Cristo (a.C.), passando a pertencer ao reino de Judá. O pouco que sobrou foi devastado mais tarde pelas tropas de Senaqueribe, rei da Assíria. Os sobreviventes foram transferidos para a cidade vizinha, Khirbet Safiye, 1 quilômetro ao leste.

Em 1142 depois de Cristo (d.C.), os cruzados levantaram no tel uma Fortaleza da Guarda Branca, tomada e destruída por Saladino em 1187.



Golias
Hoje, a área é o Parque Nacional de Tel Safit, com boa estrutura para os visitantes, como estacionamentos e trilhas monitoradas. Nas margens do rio próximo até hoje são encontradas árvores frutíferas cultivadas pelos antigos moradores.

No local foi encontrada a famosa Inscrição de Safit, ou Inscrição de Golias, uma placa de cerâmica com o nome do gigante filisteu, datada do período em que o personagem era muito famoso por suas vitórias, temido em toda a região – até cair diante de um garoto temente a Deus com sua funda.

Rir é o melhor remédio


Cientistas comprovam que uma boa risada ajuda no combate e na prevenção a doenças, mas Bíblia já fala a respeito há milhares de anos



 
“O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos.”

Provérbios 17:22

Como sempre, a sabedoria dos Provérbios de Salomão não é mero acaso. O que a Bíblia já dizia naqueles tempos, hoje a ciência comprova. Rir é bem mais que um bom remédio, pois além de ajudar bastante na recuperação de doentes, também tem um papel preventivo.

O riso ativa o sistema cardiovascular. Quando rimos, o endotélio – revestimento interno dos vasos sanguíneos – se descontrai, o que melhora a circulação do sangue e diminui a pressão das artérias. O que relaxa os vasos, na verdade, são substâncias como a endorfina e a dopamina, produzidas pelo organismo e “liberadas” pelo riso.Não faltam estudos por parte de muitos dos mais conceituados cientistas e instituições do mundo sobre o efeito de uma boa risada, que libera substâncias químicas no cérebro que produzem sensação de bem-estar e ajudam a resistir melhor a dores.

O ato de rir reduz o nível dos hormônios associados ao estresse e aumenta a concentração de óxido nítrico, também vasodilatador. O riso tem um considerável efeito na redução da inflamação nos vasos sanguíneos e previne a formação das placas de colesterol que poderiam, literalmente, entupi-los.

Rir é exercício
Uma equipe chefiada pelo psicólogo inglês Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, analisou várias das experiências já feitas, fez outras novas com base nelas e comprovou que o riso é um verdadeiro exercício físico que exige bastante do corpo, gerando benefícios. Ele inclui contrações do diafragma, repetição de sons vocais que dependem das câmaras de ressonância da faringe, cavidades nasais e boca e o movimento de cerca de 50 músculos.

Em uma experiência de Dunbar, foi testada em voluntários a resistência à dor antes e depois de acessos de riso. Contudo, vale salientar que o que o cientista usava nas sessões era o chamado “riso social” – não o voluntário, consciente, mas o contagiante, como o produzido por um filme engraçado na plateia de um cinema, que aproxima até mesmo pessoas desconhecidas.



Foi comprovado que a resistência à dor aumenta com o riso, pois o esforço muscular do ato causa o aumento da concentração de endorfina.

Não há dúvida: Salomão estava mesmo certo quando usava o dom que lhe deu fama, dado por Deus.

sexta-feira, 8 de março de 2013

O final dos tempos


Todas as promessas de Deus estão se cumprindo, e nem uma única palavra se perderá






Porque quem dependia de um sacerdote para ter acesso à presença de Deus, agora, tendo este discernimento, abandona esta dependência e passa a se comunicar com Deus através da sua própria fé!

Esta mensagem fere frontalmente os interesses dos parasitas religiosos, daqueles que vivem a se aproveitar da boa fé das pessoas ao fazerem-nas dependentes deles.

Pobres dos enganados, pois têm sido ensinados que precisam pagar para serem perdoados; para receberem o batismo; para se casarem; para serem sepultados; para que seus entes queridos já falecidos supostamente tenham seus pecados também perdoados etc.

Sem falar dos inúmeros objetos de culto aos ídolos de madeira, de pedra e de metal! É uma verdadeira prisão a que os principados religiosos condenam aqueles que desconhecem a Palavra de Deus.

O pior é que cada religião impõe as suas regras e obrigações aos ignorantes da Verdade. Mas quando estes tomam conhecimento da Verdade que liberta, passam a "comer com as suas próprias mãos" e andam livres dos grilhões religiosos. O Senhor Jesus prometeu o seguinte: "mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito". (João 14.26).

Analisemos o restante do versículo: "...e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada" (Apocalipse 11.19).A abertura do santuário significa que a porta da prisão religiosa está aberta! As pessoas que quiserem ser livres do jugo religioso deste mundo precisam tão somente passar por esta Porta, que é o Senhor Jesus Cristo!

A arca da Aliança aparece aqui no Apocalipse pela primeira vez, justamente quando o quadro é o final dos tempos. Ela é a expressão visível da aliança entre Deus e o Seu povo, Israel.

Todas as alianças de Deus com Israel, todas as Suas promessas estão contidas nesta arca. E quando ela aparece no final dos tempos, é como se Deus estivesse dizendo: "Estão vendo? Todas as Minhas promessas foram cumpridas, e nem uma única palavra se perdeu de todas as que Eu havia prometido".

Milhares de anos se passaram desde que o Senhor fez aliança com o Seu povo, porém nenhuma das Suas promessas envelheceu ou se tornou inválida, nem para com Israel nem para com os seguidores do Seu Filho Jesus!

As Sagradas Escrituras mostram que a arca da Aliança era acompanhada da glória e do poder de Deus. Desse modo, as águas do Jordão retrocederam quando os sacerdotes, que a carregavam, atravessaram o rio, e Israel pôde entrar em Canaã.

Na presença da arca da Aliança os muros de Jericó ruíram e Israel conquistou aquela cidade. Também os filisteus foram duramente castigados e amaldiçoados quando a roubaram, ao passo que todo o povo de Israel era abençoado enquanto ela estava no meio dele.

Agora ela é visível no Céu, como confirmação da imutável fidelidade da aliança de Deus com o Seu povo de Israel. Se a arca da Aliança era acompanhada da glória e do poder de Deus, imagine a Nova Aliança, feita no sangue do Seu Filho, com todos os que O seguem!

Apocalipse: O santuário de Deus é aberto



O apóstolo João torna-se testemunha da realidade da salvação e vê o Senhor Jesus como Vencedor





Balaão no passado,ensinou a Balaque, inimigo de Israel, a armar ciladas diante dos filhos de Israel. Como? Ele instruiu Balaque a enviar as mais lindas mulheres do seu povo para o meio dos soldados de Israel, não apenas para fazê-los coabitarem com elas, mas, sobretudo, para corromperem seus corações com os deuses delas, e, assim, provocarem a ira de Deus contra Israel.

Podemos ver que o versículo 18 apresenta o Juízo Final, visto como presente por aqueles que estão no Céu. A grande multidão inumerável, que vem da Grande Tribulação, os vinte e quatro anciãos e João veem a prova de que o domínio de Deus passou a ser exercido sobre a Terra.

O apóstolo já vê esta multidão inumerável no Céu, enquanto fisicamente ela ainda está na Terra, onde, nesta época, acontece a perseguição mais cruel de toda a história do cristianismo.

Nunca houve um tempo tão terrível quanto este, e jamais haverá outro. A narração do que acontecerá nesses dias, feita pelo Senhor Jesus Cristo, assim foi registrada por Mateus:

Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados."Mateus 24.15-22"Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.

Israel será perseguido, mas apenas os que crerem no Senhor Jesus após o arrebatamento serão executados. O apóstolo João é, portanto, levado em espírito ao desenrolar dos acontecimentos até o objetivo final, tornando-se testemunha da realidade da salvação e vendo o Senhor Jesus como Vencedor: "Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada" (Apocalipse 11.19).

Esse abrir do santuário, que agora se acha no Céu, refere-se ao resultado da morte do Senhor Jesus no Calvário, pois o que lá aconteceu fez o véu do santuário se rasgar de alto a baixo, conforme dizem as Escrituras: "Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas" (Mateus 27.51).

O santuário foi aberto! Significa que qualquer pessoa, independentemente de classe, raça, sexo ou idade, por intermédio do Senhor Jesus passa a ter o direito de entrar na presença do Deus-Pai. Não precisa de pastor, bispo ou quem quer que seja! Basta que invoque o Senhor Jesus de todo o coração e imediatamente estará diante do Criador!

Os juízos da sétima trombeta

Os fiéis seguidores do Senhor Jesus verão o cumprimento triunfal da Sua vitória




Quando os juízos da sétima trombeta estiverem concluídos, veremos essa glória nos Céus. E daí teremos o grandioso contraste: na Terra, os mais terríveis juízos sobre os filhos das trevas; no Céu, a manifestação da maior glória!

Sofrerão muito durante esses dias de juízo aqueles que hoje escarnecem da nossa fé; que ridicularizam o nome do nosso Deus; que debocham da nossa fidelidade ao Senhor nos dízimos e nas ofertas; perseguem-nos com impiedade; cometem injustiças e tramam projetos iníquos contra nós.

Todos serão devidamente julgados por todos os atos corruptos e injustos que praticaram contra os filhos do Altíssimo! Experimentarão as maiores tormentas e dores por toda a eternidade, pois que rejeitaram o perdão divino através do Filho de Deus.

Fizeram o mesmo que aquelas pessoas quando o nosso Senhor estava sendo julgado: preferiram o salteador, assassino e malfeitor Barrabás ao Salvador Jesus. Todas as pessoas que se mantêm na idolatria e rebeldes à oferta de Deus participarão deste juízo!

Mas os fiéis seguidores do Senhor Jesus verão o cumprimento triunfal da Sua vitória, e por toda a eternidade! Aleluia! Amém!

Quando os vinte e quatro anciãos dizem "...Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras..." (Apocalipse 11.17), há uma interrupção, pois eles não concluem dizendo "e que hás de ser".

Eles interrompem a manifestação de glória a Deus. Por quê? A verdade é que no tempo da sétima trombeta já começou o futuro do Senhor! Ele não "haverá de ser" porque Ele já é! Ele já terá assumido a Sua herança!

Então, enquanto os anciãos coroados se entregam à adoração e contemplam a face do Deus Eterno, eles veem acontecer o que ainda é futuro na Terra, pois ainda existe aqui o domínio do anticristo. No Céu, porém, eles já veem como presente o que ainda está por vir:

"Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra."Apocalipse 11.18

Eles veem, portanto, o ódio dos povos contra o Senhor e o Seu Ungido, e contra Sião, Israel. Veem também a ira de Deus e o Juízo Final diante do grande trono branco.

Tudo isto o apóstolo João também vê, como que antecipadamente, pois o juízo diante do grande trono branco acontecerá após o Milênio. Os vinte e quatro anciãos e João veem a bem-aventurança e o galardão para três categorias de cristãos: os profetas, os santos e os que temem o nome do Senhor.

Mas eles veem também a assolação para aqueles que destroem a Terra. Entre estes existem muitos membros de igrejas, e até sacerdotes, como era Balaão. São pessoas que têm se encarregado de fazer ligação entre os pecadores e os santos fiéis ao Senhor Jesus.