Mostrando postagens com marcador Séries - Jerusalem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Séries - Jerusalem. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Magreza não é beleza



Você sabia que na Terra Santa existe peso mínimo para modelos?




Para desfilarem nas passarelas em Israel, as modelos precisam apresentar índice de massa corporal (IMC) superior a 18,5. Para se ter uma ideia, a brasileira Gisele Bundchen, por exemplo, que tem IMC de 16,2 , não seria aprovada.

A parlamentar Rachel Adato, autora da lei, disse que fez isso para salvar vidas. “Beleza não é peso abaixo do normal. Beleza não deveria ser confundida com anorexia.”

Israel não foi pioneiro em proibir modelos muito abaixo do peso de desfilarem. A Espanha também aprovou uma lei semelhante, no ano de 2006, em que exige IMC igual ou superior 18.

A legislação também proíbe o uso de imagens em que modelos aparecem abaixo do peso e pede que os anunciantes avisem claramente quando uma foto foi manipulada graficamente.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mezuzah, um símbolo da fé judaica

Caixa tubular em madeira, vidro ou metal, contém um pedaço pequeno de pergaminho e é afixada no umbral das portas






A mezuzah é um símbolo importante da fé judaica, bastante respeitado em Israel. É uma caixa tubular em madeira, vidro ou metal, que mede entre 3 e 4 polegadas, contendo um pedaço pequeno de pergaminho,  e é afixada no mural das portas.

O costume de enrolar o pergaminho e introduzi-lo em um recipiente com uma pequena abertura na parte superior do objeto visa proteger o que nele está escrito.

O nome mezuzah é oriundo de um mandamento da Torá (texto central do judaísmo), que descreve sobre a afixação do objeto, determinando as duas passagens do antigo testamento, em forma de oração, que devem constar nele (Deuteronômio 6:4-9 e 11:13-21).

O artefato sagrado deve ser pregado no umbral direito de cada dependência do lar, sinagoga ou estabelecimento judaico como lembrança do Deus Altíssimo.

A mezuzah é posta a sete palmos de altura do chão, apontando para dentro da propriedade com a extremidade de cima.

É comum os judeus beijarem o objeto, como um gesto de reverência, toda vez que passam pela porta. Dessa forma, eles lembram das orações que estão contidas no pergaminho e dos princípios do judaísmo que elas carregam.

Alguns judeus também tocam o objeto com a ponta dos dedos, quando saem de casa, e repetem os seguintes dizeres: “Que Deus proteja minha saída e minha entrada, agora e para sempre!”

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Muro das Israel



Ao longo dos anos, os judeus têm pregado em frente ao local, crendo ser esse o lugar acessível mais sagrado da Terra





O Muro das Lamentações, ou Muro Ocidental, é considerado o local mais sagrado do mundo para os judeus. Trata-se da única parte do Segundo Grande Templo, erguido por Herodes o Grande, no lugar do Templo de Salomão.

Antes da sua reabilitação, o lugar servia de depósito para incineração de lixo. Pelo fato de a área histórica da construção ser controlada por muçulmanos, os israelitas só têm acesso a essa pequena parte das ruínas.

Muitos judeus e também cristãos do mundo inteiro visitam o local para orar e depositar seus pedidos por escrito. Quando Israel conquistou a Cidade Velha, em 1967, na famosa Guerra dos Seis Dias, foi feito aos pés do muro uma praça, que logo virou local de peregrinação e oração.

O Segundo Templo foi destruído pelo imperador Tito no ano 70 depois de Cristo (d.C.). Segundo historiadores, os soldados romanos deixaram apenas uma parte do muro exterior do santuário, de forma proposital, para que os judeus tivessem a amarga lembrança da vitória de Roma sobre a Judeia (daí o nome de Muro das Lamentações).

Para os judeus, no entanto, o local é uma promessa feita por Deus, na qual afirmou que permaneceria de pé ao menos uma parte do sagrado templo, como símbolo da sua aliança perpétua com o povo judeu.

Desde a antiguidade, tornou-se tradição introduzir um pequeno papel com pedidos entre as fendas do muro. Muitas dessas petições se referem ao regresso à terra de Israel, o retorno de todos os exilados judeus, a reconstrução do templo (o terceiro), e o advento da era messiânica, com a chegada do Messias judeu.

Ao longo dos anos, os judeus têm pregado em frente ao muro, crendo que ser esse o lugar acessível mais sagrado da Terra.