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quinta-feira, 7 de março de 2013

Ao vencedor



A maior revelação que Deus nos deu nesses últimos tempos foi a fé inteligente





"Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."(Apocalipse 3.11)
Nós temos o poder de conservar o que possuímos, que é a nossa salvação; mas isso não é possível se você usar o coração. A maior revelação que Deus nos deu nesses últimos tempos foi a fé inteligente. Todas as religiões, sem exceção, apelam para a emoção e nós procuramos levar as pessoas a pensar. Deus quer que você tenha o direito de optar por Ele ou não. Se você optar por Ele, então tem de ser uma atitude pessoal, não influenciada por outros.

"Ao vencedor" (Apocalipse 3.12) é aquele que chega à condição de salvo e tem uma comunhão com o Altíssimo por toda a eternidade. Você sabia que essa comunhão está acima da comunhão com os anjos? Porque os anjos que estão com Deus não passam pelo que nós passamos. Nós estamos sujeitos a tudo que não presta e ainda assim, no meio de toda essa sujeira, tentamos nos manter limpos. Então, qual o valor disso para Deus?

Deus nos almeja ter para junto de Si, por isso Ele mandou Jesus a este mundo; para que você, eu, todos nós pudéssemos acrescentar à família dEle e fôssemos colunas no santuário do Altíssimo. O direito de você ser coluna é um galardão.

Mas e aqueles que pecaram durante toda a vida e, no último suspiro, aceitaram Jesus? Serão salvos, mas não serão colunas no santuário do Altíssimo. O Espírito Santo está buscando esse tipo de cristão, que venha servir como coluna no santuário de Deus. "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." (Apocalipse 3.13)
Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Lugares da Bíblia - Monte Gilboa


Região onde Saul e Jônatas morreram em combate é hoje abundante em agricultura e área de proteção ambiental





A área hoje chamada Monte Gilboa é, na verdade, uma cadeia de morros isolados, na parte norte da Israel Central. Foi lá que o rei Saul e seu filho, Jônatas, tombaram em sangrenta batalha contra os filisteus (1 Samuel 31).

“Gilboa” vem do hebraico “borbulhante”, por causa de uma abundante fonte local. Na parte leste do Vale de Jezreel se situa o monte, do qual é possível ver a Galileia ao norte, a Samaria ao sul e o Vale do Jordão a leste.

Ao norte do monte, na pequena cidade de Endor, Saul foi ao encontro de uma feiticeira para cometer um de seus grandes erros por ter se afastado de Deus: quis invocar o espírito do falecido profeta Samuel. Foi logo após esse triste episódio que o primeiro rei de Israel pereceu. Por causa do acontecido, Davi amaldiçoou aquele torrão (2 Samuel 1:21).

Nazaré, onde Jesus cresceu com Maria e José, fica a apenas 24 quilômetros do Gilboa. O monte tem 13 quilômetros de comprimento por 9 de largura, com seu ponto culminante 502 metros acima do vale que o abriga. Sua base é de rocha sólida, mas há uma farta cobertura de terra que permite o cultivo de oliveiras, figueiras e cereais – culturas também abundantes na planície em volta, onde é possível ver as mais variadas formas de plantio, com sistemas de irrigação que aliam convencionais métodos milenares à tecnologia de ponta.



Além da agricultura, a área tem duas grandes reservas de proteção ambiental: a de Irus Há-Gilboa, oficializada em 1970, com 728 hectares; e a de Gilboa, de 2005, com mais de 1,8 mil hectares.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Valores humanos estão a cada dia mais invertidos



Será que o dinheiro compra a felicidade e o amor só existe quando há algo em troca?





Pessoas se apegando a qualquer coisa como se fosse "deus". Perdendo tempo com coisas que não edificam e jurando pelo nome do Senhor. Pais e mães sendo mal tratados. Mortes gratuitas a qualquer hora do dia. Roubos, sequestros sem escrúpulos. Pessoas mentirosas e cada vez mais ambiciosas para ter mais e melhor que o outro. Entre um novo emprego, com melhor rendimento e benefício, e a possibilidade de estar mais tempo com o filho, a maioria escolhe ter mais dinheiro.

As pessoas se esqueceram de valorizar o outro e estão cada vez mais curvadas para conseguir enxergar o seu próprio umbigo. Mais que isso, elas perderam ou deturparam a ideia de que existe um único Deus e que nada nem ninguém pode  pode substituí-Lo.Esse não é somente o cenário do mundo moderno, mas é também a constatação de que ninguém mais quer saber de obedecer a Deus. São poucos aqueles que desejam ser uma pessoa melhor, ajudar o próximo, se esforçar para ser diferente do mundo.

É a competição exacerbada de quem tem mais e pode mais, de quem vai a restaurantes lindos e bem conceituados mais vezes no mês, de quem compra mais rapidamente o carro que acabou de ser lançado. Enfim, é uma correria para o nada.

O amor, a cumplicidade, a busca a Deus foram deixados de lado, esquecidos, apagados pelo tempo cada vez mais escasso, pela busca insana de ter mais, de ser o melhor, de gastar a vida com aquilo que é levado ao vento.

Os mandamentos esquecidos
Em Êxodo, capítulo 20, Deus fala a Moisés os 10 mandamentos - aqueles que ninguém mais se lembra. Segue cada um deles e a deturpação do mundo:

1. Não terás outros deuses diante de mim
É o que mais vemos. Pessoas perdidas em crenças diversas, seguindo homens e não a Deus. Multiplicando pessoas santificadas como se fossem poderosos, assim como Ele.

2. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.
O mundo acredita cada vez mais no poder de um objeto, de uma imagem. É melhor se apegar àquilo que se vê, ou seja, a falta de fé é latente, e por isso é preciso algo para chamar de "deus".

3. Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão.
Para ganhar confiança e credibilidade entre as pessoas, no meio profissional e social, juram em nome de Deus a qualquer hora, como se fosse amuleto da sorte.

4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
Não somente os sábados, mas há quem não se lembre de Deus em nenhum dia da semana, nenhum momento do seu dia. Não é capaz de ter um tempo a sós com Ele, porque esqueceu que Deus existe, está muito ocupado com as festas, compromissos, em busca de satisfação pessoal.

5. Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.
Filhos que falam mal de seus pais usando palavras de tão baixo calão. Situação que parece mentira se não fosse tão real na relação entre pais e filhos. Perdeu-se o respeito pela figura paterna, pelo cuidado de mãe, pelas experiências de vida de alguém que se doou sempre por um filho. Há pais que são rejeitados e maltratados fisicamente.

6. Não matarás.
Assassinatos em troca de nada. Pessoas atirando gratuitamente pelas ruas. Balas perdidas. Atropelamento de crianças, idosos, pessoas sem culpa nenhuma. O que vale é pagar com vida o crime que ronda as cidades.

7. Não adulterarás.
Ter duas mulheres virou moda – e até tema de novela. Ter um amante se tornou regra para as mulheres casadas. As normas da sociedade se inverteram e quem não tem uma “diversão” à parte é um careta e está fora dos padrões. A falta de respeito entre o casal virou rotina.

8. Não furtarás.
A falta de estrutura educacional, de educação familiar, de amor fraterno criou pessoas sem escrúpulos. O importante é ter, não importando o caminho para que isso aconteça.

9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
Quanto ganho para mentir? Fechado. A corrupção, os falsos testemunhos para se dar bem em detrimento de outro são coisas que já se tornaram naturais.

10. Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
A inveja talvez seja o sentimento que mais está em foco nos dias atuais. O outro não pode ter mais, não pode ser melhor em alguma função. As pessoas ficam raivosas por não ter o que veem no outro e isso, infelizmente, também se tornou normal.

Mas o que fazer diante disso? Como resgatar os valores? Fazendo a sua parte.

Ame mais, perdoe mais, seja mais aberto para entender que tudo e todos não são como você quer. Seja humilde, admita seus erros, aprenda com eles, ajude o outro a entender os seus próprios. Enfim, tudo se resume em dois outros mandamentos:

“Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” Mateus 22:37-40 

domingo, 28 de outubro de 2012

Jovens a partir dos 11 anos estão viciados em pornografia na web, diz pesquisa


Um estudo publicado pela universidade de Plymouth no Reino Unido alertou que crianças estão se viciando em pornografia na Internet. A situação se torna preocupante fazendo com que despertem sua sexualidade de forma muito antecipada, o que acarretará problemas na vida adulta. O estudo relatou que o acesso à pornografia na web por crianças com idade a partir de 11 anos de idade se tornou prática comum, dando-lhes expectativas irreais sobre o sexo e tornando-as insensíveis a imagens sexuais.
Orientação sexual pode ser intrudizada no ensino fundamental no Reino Unido (Foto: Reprodução)
A Associação Nacional dos Diretores solicita a adição de aulas para orientação sexual no ensino fundamental, para eles, as crianças estão crescendo em um “mundo sexualizado” e necessitam de orientação para lidar com questões como a da pornografia. Ainda segundo a associação os professores precisam responder ao fato de que as crianças tem recebido informações sobre sexo da Internet e a educação sexual contemporânea está irremediavelmente desatualizada para lidar com mundo “sexualmente aberto” ao qual as crianças são expostas hoje.
Entretanto a União Nacional de Professores do Reino Unido discorda, os professores acreditam que o nível fundamental não tem maturidade suficiente para temas como pornografia. Abordar tal tema nas aulas seria um passo muito longo, as escolas devem falar sobre o assunto caso haja solicitação dos estudantes. Segundo os professores os adolescentes são bombardeados com pornografia desde cedo e que eles sabem lidar com assunto.
Já Siobhan Freegard, fundadora do site orientação a mães Netmums, acredita que a solução ideal seria os pais trabalharem junto com as escolas na questão da pornografia. Ela disse que o assunto é um “campo minado”, muitos não sabem o que fazer ou que dizer a uma criança, uma mãe solteira saberia como tratar o assunto com a filha, já o Pai solteiro não.Em entrevista para Radio 1 da BBC, o conselheiro político Sion Humphreys posicionou-se a favor da inclusão da orientação sexual no ensino fundamental, para ele os professores precisam “ter aulas” sobre o impacto da pornografia nas crianças. O acesso fácil a conteúdo pornográfico oferecido pela Internet é a base da defesa de que alunos a partir dos 10 anos de idade precisam ser educados a respeito da pronografia. De acordo com Humphreys a orientação sexual deveria começar a partir dos 10 anos, mas de forma leve, para “estabelecer as bases”.
De acordo com a BBC o Departamento de Educação do governo não quis comentar sobre a inclusão da orientação sexual para o ensino fundamental. Entretanto disse que cabe a cada escola a melhor forma de ministrar a matéria.
Fonte: Globo.com

terça-feira, 23 de outubro de 2012

"Síndrome do Facebook"



Ela atinge pessoas de todas as idades





Horas e horas navegando nas páginas alheias, atualizando as notícias, postando fotos e descrevendo cada lugar por que passa, as sensações, mostrando o que gosta e o que pensa sobre todas as coisas. Sim, essa mania já alcança pessoas de personalidades e idades diferentes.

Segundo o psicólogo Wilson Montiel, o Facebook representa a revolução da internet. “E com ela, o desenvolvimento das relações sociais, já que nas páginas da rede social é possível dizer que conheceu tal pessoa, foi a tal lugar. É sempre uma exposição, mas é um acontecimento interessante e é natural do ser humano querer saber da vida do outro.”

É claro que cada um usa a ferramenta do seu jeito, o que pode parecer exagerado ou cauteloso demais. “Alguns ostentam demais, tornando sua página uma vitrine de exibição, outros são marqueteiros e mostram seus trabalhos, seus dons e dotes, e há quem utilize para refazer-se de relacionamentos passados”, explica Montiel.

Para Montiel, é possível saber a personalidade das pessoas conforme seus comentários e postagens. “Há vários, mas os que chamam mais atenção são os carentes, que postam tudo o que fazem, onde estão; é como se dissessem: ‘Olha, estou aqui, seja meu amigo, olha como sou legal!’ Há também o bisbilhoteiro virtual, que usa página falsa para olhar a vida do outro e fofocar, mas pouco se expõe. E aquele que é um tímido dentro do armário, ou seja, quando está nas mídias sociais se libera, não se sente inibido e se expõe, mas, pessoalmente, não demonstra nenhuma dessas características.”

O psicólogo ressalta que o problema todo é o exagero do uso de qualquer mídia social. “Corre o risco de viver somente da vida online, pois vira um vício se não souber lidar adequadamente com a ferramenta. Nada substitui a vida real, o contato físico, o olhar, a troca de experiências.”Porém, há uma personalidade em especial que chama atenção, mas não é a maioria dos internautas. “É o que podemos chamar de internauta narciso melancólico, que é saudosista, precisa do reconhecimento das pessoas, quer sempre ser lembrado e guarda os principais momentos da sua vida nos álbuns de fotos”, enfatiza Montiel.

Montiel lembra que o Facebook ou qualquer outra ferramenta não é uma biografia online. “Não sobreponha a mídia social às outras experiências do viver, já que não é possível expô-las de forma clara e com a emoção real nas ferramentas de relacionamentos online. Seria interessante que a pessoa deixasse de navegar tanto tempo e se dedicasse a escrever seus momentos, como se fosse um livro, onde se tem o controle do começo, meio e fim da história.”

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Novo formato familiar pede mais dedicação aos filhos



Não depende do tempo, mas sim da qualidade do convívio





Hoje em dia podemos ver maridos que aceitam, concordam e até mesmo estimulam que suas esposas trabalhem e estudem, enquanto isso, eles adquirem a responsabilidade dos afazeres domésticos. Porém, mesmo dessa forma, a maior parte das responsabilidades acabam por ficar sob a incumbência da mulher.

Essa é uma situação com a qual a sociedade ainda está em fase de adaptação, na medida em que os casais vão se adequando. Porém, a criança continua precisando da dedicação de ambos. “A qualidade do relacionamento entre eles não está no tempo, mas na qualidade do contato. Os pais devem priorizar não necessariamente as horas de atenção, mas sim o que fazem junto com os filhos”, ressalta a psicóloga Roseleide da Silva Santos.

Segundo ela, a questão toda está na observação que os pais fazem de seus filhos. “Devem olhar para a criança e conseguir ver a necessidade dela, e não suprir a sua própria culpa por não estar com ela, comprando tudo o que o pequeno desejar.”

É essa culpa que os pais sentem pela falta de tempo que estraga o contato e a relação entre eles. “Esse sentimento faz com que os pais sintam a necessidade de compensar, não estabelecendo limites e sendo permissivos. Dessa forma, a criança cresce sem parâmetros”, chama a atenção a psicóloga.

Conciliar tudo

Para conseguir entrar em harmonia com tudo o que acontece em sua volta é preciso saber conciliar sem se cobrar. “Trabalhar também é prioridade tanto quanto cuidar dos filhos, a questão é não exigir ser 100% em tudo. Se aceitamos a nossa condição hoje, de fazer muitas coisas, mas sem sermos assertivos em tudo, a culpa não irá existir.”

Roseleide explica que há sim a necessidade biológica dos pequenos de estar com a família, mas eles não se sentem prejudicados por não estar o tempo todo na presença dos pais. “Quem considera que isso acarretará um prejuízo são os adultos. Na escola, com a companhia dos amigos da mesma idade, eles poderão dividir suas experiências e aprender cada dia mais.”

O que faz mesmo a diferença é o tipo de interação que haverá entre pais e filhos. “Aquela conversa sobre o que fez o dia inteiro, a manifestação de afetividade, de carinho, a atenção e a qualidade do tempo de dedicação fará com que a criança sinta e perceba a importância que ela tem para seus pais. Não é preciso fazer grandes coisas juntos, mas sim estar junto, independentemente do cansaço e do estresse do trabalho”, finaliza Roseleide.

sábado, 14 de julho de 2012

O que você tem feito para proteger seu filho de ataques na internet?

"Pais brasileiros são os mais permissivos, de acordo com levantamento realizado em sete países"
           

O Brasil é o país que mais tem crianças que entram precocemente nas redes sociais. A média de idade é de 9 anos. O dado é de uma pesquisa realizada pela Internet Safety for Kids & Families em sete países – além do Brasil, Japão, França, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Índia.

O levantamento aponta que os pais brasileiros são os menos rígidos, já que seis em cada dez filhos das pessoas entrevistadas podem ter perfis em sites de relacionamento. A diferença é gritante se compararmos com os japoneses, que têm média de um filho, para cada dez, que possui perfil nesses sites. Outra diferença é com a idade média mundial, que é de 12 anos.
Ironicamente, o estudo afirma também que, apesar dos pais brasileiros serem menos rígidos, são os mais preocupados com a intimidade das crianças nos sites de relacionamento.

A questão, no entanto, pode ser muito mais profunda. A pesquisa mostra que as crianças, especialmente as brasileiras, estão entrando cada vez mais cedo nesses tipos de site e, o que é pior, com a permissão dos pais. Mesmo com os inúmeros casos de pedofilia, parece que ainda há a falsa ideia de que determinada situação pode acontecer com outras pessoas e nunca conosco.

Liberdade online

Nas redes sociais, as crianças estão cada vez mais vulneráveis, até porque ninguém sabe quem está do outro lado da tela. “O interesse do pedófilo por sua vítima vai existir mesmo que ela não demonstre atitudes com conotação sexual”. Sendo assim, como proteger os filhos, se não se sabe precisamente de quem?

Um dado alarmante, desta vez do Norton Online Family Report, e que também incrementa este fato, é que cerca de 80% das crianças brasileiras já tiveram algum tipo de experiência negativa na internet.
Porém, veja como elas se comportam na rede: as nossas crianças são as que demoram mais tempo na internet, com aproximadamente 18,3 horas gastas semanalmente, sendo que a média mundial não passa de 11,4 horas por semana. Cerca de 61% delas baixam conteúdos da web sem a supervisão de adultos, além de que, em torno de 58% já tiveram algum desconhecido tentando adicioná-las nos sites.

Observando esses números, podemos ver como as crianças têm liberdade para navegar na web, mesmo com todas as informações e notícias veiculadas nos meios de comunicação.

Para refletir

Se você é pai, o que tem feito para preservar a privacidade dos seus filhos nas redes sociais? Você tem sido permissivo demais, ou tenta, de alguma forma, acompanhar a criança na internet?
Se você tem sido permissivo demais, como acredita que essa liberdade pode ajudar na criação de seus filhos?

 Deixe seu comentário, ele é muito importante.

sábado, 2 de junho de 2012

Que tipo de casal vocês formam?

"De brigar muito, mas se entendem com a mesma facilidade ou quase não discutem e quando isso acontece chega a machucar?"
           


Ter um companheiro que seja amigo, esteja ao lado e, principalmente, presente nos momentos difíceis para ajudar e nos bons para comemorar por uma conquista ou qualquer outra situação feliz, que goste de conversar, seja fiel e que não minta. Estas são algumas atitudes que as pessoas desejam que aconteçam ao encontrar alguém para se relacionar. Conviver com alguém diariamente não é fácil, durante a fase do namoro e noivado normalmente nada incomoda, até que acontece o casamento. Independentemente de qualquer coisa, as adversidades do dia a dia podem se tornar pequenas quando o casal tem união e o mesmo objetivo em comum. Diante disto, que tipo de casal vocês se consideram ser?

“Há aqueles casais que têm o mesmo tipo gênio, modo de pensar, agir e extrapolar nas atitudes, assim, constantemente tudo acaba gerando discussão e desavenças, pois ninguém é capaz de ceder ao menos um pouco para encerrar a briga e sempre um quer dar a palavra final. Apesar de muitas vezes eles se estranharem, fazem as pazes com a mesma facilidade, porém, o ideal é que cada pessoa tentasse melhorar”, comenta a psicóloga Mayara Ribeiro Dotta.

Outro tipo de relacionamento é o de casais que não têm costume de brigar a ponto de conseguirem relembrar quais foram as últimas desavenças. Por combinarem nas ideias e sempre abrirem mão de algo para fazer a vontade do outro sem sentir a necessidade de pensar em si antes do parceiro. “Quando acontece uma discussão ou até mesmo um modo de falar mais ríspido eles até estranham a atitude um do outro ou se sentem chateados por não estarem acostumados. Quando as palavras ofendem ficam até sem se falar”, conta a especialista.

Ela explica ainda que independente de como o casal de relacione, o importante mesmo é haver compromisso e respeito entre os dois. “A pessoa que não é boa com o próximo não será ideal para você. A índole da pessoa tem que ser pura. É preciso ter vontade de conquistar e atingir seus objetivos e por mais que o outro não concorde com tudo o que você fala, vai saber respeitar a sua opinião, vai ouvir e falar apenas quando necessário. Nem sempre que seu companheiro quer falar é porque necessariamente precisa ouvir conselhos”, finaliza.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Bater ou Corrigir?

"A maioria dos brasileiros já apanhou dos pais. E também já bateu nos filhos. "


A polêmica de “bater” ou não nos filhos continua. A proposta do governo, enviada ao Congresso no começo deste mês, “estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante”. Hoje o Datafolha publicou uma pesquisa interessante sobre o assunto. A amostragem confirmou o que se imaginava. A maioria dos brasileiros já apanhou dos pais. E também já bateu nos filhos. E mais: é contra o projeto do governo federal que proíbe as palmadas, beliscões e castigos físicos em crianças. Dos 10.905 entrevistados, 54% disseram ser contra o projeto. 36% concordam com a proposta do presidente Lula. Outro detalhe da pesquisa é que os meninos costumam apanhar mais, e as mães (69%) batem mais do que os pais (44%). No total, 72% disseram ter sofrido castigo físico. 16% destes afirmaram que isso acontecia sempre. “Bater” é uma expressão muito pesada. Prefiro chamar de “correção”. Os defensores da correção física são contundentes. Os contrários, também. Quando menino, levei algumas palmadas e beliscões. Confesso que não fiquei traumatizado e foram extremamente importantes para corrigir rotas e tendências não tão positivas. Como pai, também usei dessas atribuições. A esposa, confirmando a pesquisa, um pouco mais. Porém, sempre com equilíbrio. E o equilíbrio, sem dúvida, é o “x” da questão. Antes da correção, propriamente dita, uma conversa séria, franca. A criança precisa entender as razões da “punição” ou das “chineladas”. É a hora da verdade. E é a hora onde a raiva, “surpreendentemente”, esvai-se rapidamente. Ganha o pai e ganha a criança. Por isso, prefiro ficar com a Bíblia. “Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte.” Provérbios 23:13 e 14.

Como manter uma boa relação com os filhos?

"Primeiramente, entenda o modo de pensar deles"
     

Gerar um filho, criar e prepará-lo para a vida, em todos os âmbitos, não é uma tarefa fácil. Nem todos estão preparados para encarar esse desafio, que pode influenciar no convívio futuro e na relação entre pais e filhos.

“Existem pequenas atitudes que fazem com que o contato entre os pais e as crianças melhore e garanta uma relação prazerosa. Entender um ao outro é a primeira tarefa, e tem que partir dos responsáveis, que muitas vezes têm que usar a sabedoria para não afastar o filho e fazer com que ele confie a ponto de contar os medos, etapas da vida ou qualquer outra situação”, diz a psicóloga Lucileide Mendonça Figueiredo. Ela explica ainda que a criança tem que entender também a importância de saber ouvir, mesmo que não queira, é preciso ter respeito.

Outro ponto que a psicóloga destaca é a importância de se comunicar com clareza e não deixar as situações subentendidas ou mal resolvidas. Fale diretamente, sem rodeios, não deixe nada para o dia seguinte, a não ser que alguém esteja muito nervoso. “Saber expressar-se garante menos brigas. Além disso, muitos pais são rígidas e querem que os filhos sigam a mesma linha de raciocínio que os pais têm, mas nem sempre eles mantêm o mesmo modo de pensar”, explica.

É necessário bater?

Não bata por qualquer motivo. A criança só tem que levar palmadas quando merece. Eles devem ter medo da situação por que podem apanhar, para que reflitam antes de dar motivos. “Não pode banalizar o ato de bater e fazer isso sempre, normalmente, uma conversa séria, e até mesmo um castigo, dói mais. A dor física não é a solução ideal”, ensina Lucileide.

De acordo com a especialista, para cultivar o bom relacionamento com os filhos, não fique invadindo a privacidade deles de modo que percebam nitidamente. “Seja sutil e preste atenção nos atos e maneira de se comportar diante das situações. Pergunte, dê a oportunidade dele lhe contar sem que haja a necessidade de vasculhar as coisas dele. Seja amigo e leal, ofereça confiança, para que se sinta cada vez mais próximo. Tenha tempo para dedicar ao filhos, seja presente”, finaliza.

Brincando também se aprende

"Por meio de atividades educativas e pedagógicas crianças e adolescentes podem criar independência e autonomia para a vida adulta"


Hoje em dia, atividades pedagógicas monitoradas por profissionais especializados são consideradas relevantes para a formação de crianças e adolescentes em adultos saudáveis. Por meio de brincadeiras, é possível vivenciar o mundo de forma plena, aprendendo a se relacionar com outras pessoas.

Nessas ações, ainda se adquire experiências como perda, alegria, conquistas, tomada de decisões, o que contribui bastante para o processo de aprendizado e amadurecimento pessoal.
Além das atividades educativas geralmente realizadas na escola, as crianças e adolescentes podem vivenciar experiências desse tipo em acampamentos. Nesses casos, por não estarem na presença dos pais, os pequenos conseguem desenvolver autossuficiência, vencendo medos, vergonhas e bloqueios.
“Os acampamentos pedagógicos, em sua grande maioria, têm uma proposta filosófica voltada para uma formação holística embasada nos quatro pilares da educação, valorizando de forma significativa as competências e relações humanas”, garante Marilia Rabello, diretora da Associação Brasileira de Acampamentos Educativos.
Vivenciado experiências reais
Para o engenheiro agrônomo Rodrigo Belmonte Cascalles, que afirma ter acampado três vezes na sua adolescência, a experiência também serve para que a criança vivencie experiências reais.
“Lá, é possível explorar os próprios sentimentos, sem as ‘máscaras’ que a vida nos centros urbanos nos induz a usar. Os acampamentos com filosofia lúdico-educacional são fundamentais para o resgate de cultura”, avalia.
Nos acampamentos é possível ainda participar de atividades de lazer que oferecem, em alguns casos, cursos específicos como inglês, aulas de equitação, oficinas de circo e futebol, entre outras opões.
“Existe uma grande variedade de empresas com opções de programação, que são decorrentes das diferentes estruturas físicas, localização geográfica e atividades desenvolvidas para objetivos específicos. Por esta razão, a associação criou um guia prático para auxiliar na escolha do acampamento ideal para cada usuário”, afirma Marília.

domingo, 29 de abril de 2012

Será que Deus me dá outra chance?

Tenho visto tantas perguntas do tipo:
“Mesmo que eu já tenha me envolvido em relacionamentos antes de me converter, eu ainda posso escolher esperar?!”
“Será que Deus ainda tem separado alguém pra mim, mesmo eu já tendo errado em tantos relacionamentos?!”
“E todas as pessoas que tiveram tantos relacionamentos fora da vontade de Deus, ainda tem chance de esperar pela vontade de Deus?!”
“Mesmo sendo cristã, eu acabei tendo envolvimento sexual no meu último namoro, será que ainda tenho chance de esperar pela vontade de Deus?!”
“Já errei tanto em relacionamentos anteriores que acho que não mereço mais a pessoa que Deus separou pra mim.”

Enfim, são tantas dúvidas de pessoas que parecem ter medo de que Deus as rejeite e as castigue eternamente por algum erro do passado.

Eu fico lendo tudo isso, preocupada com essas pessoas e pensando: “Que Deus foi apresentado a elas/eles?! Elas/eles precisam conhecer o Deus que é Amor!”

Então hoje eu gostaria de conversar um pouco com vocês sobre esse assunto.
Porque não se trata aqui de avaliar se depois de todos os nossos erros, nós merecemos ou não uma segunda chance de escolher esperar. Se trata de compreender quem é o Deus de quem estamos falando que nos leva a tomar a decisão de esperar.

O nosso Deus é um pai amoroso, que não está nos olhando lá do Céu bem longe com olhos de julgamento, apontando na Terra para as pessoas que já erraram o suficiente e já não merecem mais o Seu amor.
O Deus por quem vale a pena esperar é aquele que se fez homem só porque Ele queria nos reconciliar com Ele; só porque Ele não aguentava viver longe da gente. É o Deus que não coloca sobre nós o peso do pecado que nós cometemos ontem, hoje ou amanhã (2 Coríntios 5:19 – “ou seja, que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação”).

Ele não nos conhece segundo a nossa própria carne e a nossa vã maneira de viver. Ele olha pra nós através do filtro do amor da cruz de Jesus. Ele tem olhos de amor eterno, um amor que não estabelece nenhuma condição para amar, um amor que antes mesmo de nos arrependermos, já nos perdoa de todos os nossos erros. Ele nos vê perfeitos, exatamente como Ele nos criou pra ser.

Porque o Pai continuaria nos castigando eternamente, se há Um que já sofreu pelo pecado de todos? Você acha mesmo que o próprio Deus iria preferir considerar em vão o sacríficio de Jesus, e continuar exigindo sacrifício e castigo eterno de cada um de seus filhos, mesmo já tendo enviado seu primeiro e único filho justamente para que todos fossem livres do castigo de morte?!

Entenda bem: o Deus que te chama a esperar por Ele faz isso não porque “se você se sacrificar esperando, ele te recompensará do seu sofrimento”, ou porque “se você fizer a vontade dEle, depois Ele vai fazer a sua”. Não é uma troca.

Ele te pede que espere pela Sua vontade porque Ele sabe que se você caminhar segundo a Sua boa vontade, o caminho será mais fácil para você. Ele sabe mais do que nós, a vontade dEle é melhor. A nossa decisão de esperar pela vontade de Deus não é uma caridade nossa pra deixar Deus feliz, é pro nosso próprio bem. A nossa decisão de esperar pela vontade de Deus não obriga Deus a fazer o que nós queremos. Ele cuida de nós porque Ele nos ama, Ele não é obrigado a fazer isso, Ele faz porque gosta.

Sendo assim, nada que nós fazemos nos faz merecer mais ou deixar de merecer o cuidado e o amor de Deus.
Se nós pecamos muito, erramos muito, sabemos o que devemos fazer, mas fazemos o contrário, nós não merecemos o amor de Deus, mas Ele nos ama infinitamente.
Se nós buscamos ser santos, buscamos fugir do pecado e fazer toda a vontade de Deus, sendo retos na nossa maneira de viver, nós não merecemos o amor de Deus, mas Ele nos ama infinitamente. O amor de Deus por nós não é medido pelas coisas que fazemos por Ele.

A verdade é que a entrega da nossa vida e das nossas vontades, a confiança e a espera em Deus não estão relacionadas com fazer alguma coisa pro bem de Deus, elas tem a ver com o amor e o cuidado de Deus por nós.

Nós não somos bonzinhos e boazinhas se esperamos em Deus, nós apenas entendemos que melhor é ser guiado pela verdade dEle do que tentar as várias opções que esse mundo oferece.

Por outro lado, se alguém ainda não havia tomado a decisão de esperar, e por isso se envolveu em tantos relacionamentos, se feriu tanto, teve tantas tentivas frustradas, está tão cansado de procurar a pessoa certa e nunca encontrar, Deus espera por essa pessoa. Ele quer que para o seu próprio bem ela aprenda a esperar, porque Ele a ama tanto.

Jesus disse: “Os sãos não precisam de médico, mas sim os enfermos; eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Marcos 2:17). Ele veio para os feridos e machucados, pra esses Jesus está de braços abertos, pronto a recebê-los, curá-los e ensiná-los o caminho pelo qual eles devem andar.

Foi também Jesus quem ensinou a Pedro que ele deveria perdoar seus irmãos setenta vezes sete (Mt 18:21, 22). Se Ele nos ensina a perdoar tantas vezes, quantas vezes você acha que Ele está disposto a nos perdoar?! INFINITAS VEZES!

Portanto, se depois de uma vida inteira de pecados, nós percebemos o quanto nós precisamos de Deus e nos arrependemos, Ele nos receberá sem nenhuma restrição. Porque Ele já nos recebeu, Ele já nos perdoou, Ele já esqueceu dos nossos pecados, a única coisa que falta é a gente se dar conta disso.

É como se Deus sempre quisesse nos abraçar, é como se Ele estivesse de braços abertos na nossa frente pronto pra nos abraçar, mas nós não abrimos os braços, ficamos olhando pros lados, ou até mesmo damos as costas. Mas Ele permanece SEMPRE com os braços abertos, esperando que a gente corresponda. Mesmo que a gente o ignore, Ele nunca fecha os braços, Ele nunca desiste, Ele nunca vira as costas.

Quando nos damos conta dos nossos maus caminhos, nos arrependemos e decidimos viver de acordo com a Sua vontade, é como se nesse momento nós tivessemos decidido abrir os braços, e dar o abraço. Ele sempre esteve lá, de braços abertos, mas um abraço só existe com duas pessoas, e faltava a gente abraçar Ele. O arrependimento e decisão de viver a vontade do Pai nos fazem abraçá-lo e receber todo o amor que Ele tem pra nos dar.

Não importa quanto tempo Ele ficou te esperando dar o abraço, não importa quantas pessoas você abraçou antes dEle. Quando você decidir abraçá-lo, Ele estará sorrindo pra você, pronto para uma bela caminhada ao seu lado.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O diário de uma Bíblia

Uma Bíblia resolveu que iria escrever um diário. O resumo ficou mais ou menos assim:


20 de Janeiro

Passei uma semana calma. Nas primeiras noites do Ano Novo, meu proprietário me leu diariamente e fervorosamente. Eu quase pulava de tanta alegria. Mas agora parece que me esqueceu um pouco. Acho que é a vida corrida dele, logo passará essa fase de pouco contato comigo.

16 de Fevereiro

Achei que essa fase iria passar rápido, mas fiquei toda empoeirada. Hoje, graças a Deus, foi faxina geral de final de verão. Fui desempoeirada como outros objetos e recolocada em meu lugar.

24 de Março

Fui utilizada depois do café pelo meu proprietário. Ele analisou alguns trechos e me levou ao culto. Acho que agora ele animou!

08 de Maio

Hoje foi um dia duro de trabalho. Meu proprietário dirigiu um estudo bíblico e teve que procurar vários versículos. Raras vezes os encontrava, mesmo estando todos no velho lugar. Será que ele anda esquecendo de mim?

29 de Junho

Fui colocada, juntamente com roupas e outros objetos, dentro de uma mala. Parece que estamos em viagem de férias.

10 de Julho

Ainda estou na mala, embora quase todos os outros objetos já tenham sido retirados. Será que farei parte dessas férias?

15 de Julho

Estou novamente em casa, no meu velho lugar. Foi uma viagem cansativa. Não entendo porque tive de participar dessa viagem, já que fiquei o tempo todo descansando na mala, quando eu queria mesmo era ser usada e manuseada.

10 de Agosto

Hoje fui utilizada mais um pouco. Meu dono procurou um versículo, pois um parente seu faleceu.

20 de Novembro

Não sei mais o que faço! Faz mais de três meses que só vou ao culto e mais nada. É do culto pra casa, da casa pro culto. Será que somente de domingo meu dono lembra de mim? Não aguento mais essa vida de monotonia!

Seria esta a sua Bíblia?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ensinando o menino!

Examinar as Escrituras é um Prazeiroso Dever!


"Ensina a Criança o Caminho que deve Andar para quando crescer não se desvie dele. "


Ensina a criança "o" caminho ou "no" caminho (Patricia)

Um dos melhores presentes de Deus para as os pais são os filhos. Há grande alegria nos filhos. O propósito de Deus é que os filhos sejam fontes de bênçãos. Herança do Senhor são os filhos, fruto do ventre o seu galardão (Sl. 127:3). É responsabilidade dos pais ensinar e educar seus filhos no caminho do Senhor. Um relacionamento sadio entre pais e filhos é indispensável para o progresso espiritual destes.

Potanto....

1- Os filhos são a alegria enviada por Deus.

O nascimento de um filho trás alegria aos pais. O Senhor faz que até  “a mulher estéril seja alegre mãe de filhos” – (Sl 113:9). Esse versículo me faz lembrar de Ana, mulher estéril que não podia ter filhos.  O sonho dela era ter filhos. Sua fé era maior que toda a humilhação que passava por ser estéril. Então Ana orou e lhe concedeu um filho, alegria que Deus enviou a ela. Que vocês pais possam cuidar com carinho da ALEGRIA que o Senhor lhe enviou.

2 – Os filhos são abençoados

Deus deu-nos os filhos como bênçãos. Nunca os pais devem encarar os filhos como um empecilho, escória ou coisa semelhante. Eles são a herança do Senhor (Sl 127.3).

No Salmo 128: 3b os filhos aparecem com a seguinte comparação: “São comparados a PLANTAS DE OLIVEIRAS......”

a) dão fruto: Ver Gl 5:22-23;

b) dão azeite (unção do Espírito Santo);

c) dão sombra (amparo, abrigo contra o desconforto);

As plantas precisam ser regadas, cuidadas: amor, cuidado,  afeto, tempo, diálogo.

3 – Ensinando a Criança no Caminho

Pv 22:6
O conselho do sábio Salomão é: “Instrui o menino [no caminho] em que deve andar, e até quando evelhecer não se desviará dele.” Um grande erro de alguns pais hoje é querer ensinar o caminho  do céu para seus filhos. A Bíblia não manda ensinar “o caminho”, mas ensinar “no caminho”. Parece não ter diferença, mas é muito distinto. Pode se ensinar o caminho sem se estar nele. Aí a criança vai observar o exemplo dos pais. Não adianta ensinar o caminho do céu, do temor do Senhor, da obediência a Palavra, se não andamos nesse caminho.

Ensinar “no caminho” é:

1) Andar junto com os filhos

A maneira mais eficaz de ensinar nossos filhos a andar no caminho  santo é andar juntamente com eles. À medida que ensinamos vamos aprendendo também. Assim eles se sentirão motivados a caminhar tendo a companhia dos pais.

2) Dar bom exemplo aos filhos

Não cabe dúvida de que o testemunho fala mais alto do que qualquer ação. Se quisermos ver nossos filhos como bons servos de Deus, teremos que  ser bons servos de Deus primeiro. Eles nos observarão e seguirão nosso exemplo. Aqui vale o exemplo de Jesus; tudo o que ele ensinou aos discípulos, Ele fazia antes.

4 - O Amor aos Filhos

O amor, o afeto e a dedicação são traços marcantes que moldam o caráter dos filhos. Os filhos precisam se sentir amados, protegidos e queridos.

1) Demonstração de amor em público

Muitos pais costumam, abraçar, beijar elogiar as crianças dos outros. Mas nunca fazem isso com seus próprios filhos. Sempre são ríspidos com os filhos, chamam-lhes a atenção em público e alguns até surram  seus filhos na presença de outras pessoas. Isso deixa os filhos revoltados  e eles imaginam que são piores que todas as crianças. Todos merecem carinho e amor.

2) Sendo amigo dos filhos

Não é o bastante sermos pais precisamos ser amigos de nossos filhos. Quando o filho não vê em seu pai ou mãe um amigo, ele vai procurar em outra pessoa aquilo que não encontra em nós.

Os filhos são herança, bênção e alegria, mas também eles são uma  responsabilidade para os pais. Temos o dever de instruí-los no caminho  certo para que ao crescerem não desviem jamais. Que Deus dê graça e sabedoria a todos os pais e mães para saberem criar seus filhos como verdadeiros servos de Deus!