domingo, 2 de dezembro de 2012

Apocalipse: A abertura do sexto selo


A Terra passa a ser o palco das maiores catástrofes de toda a história da humanidade




"Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar.

Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?". Apocalipse 6.12-17

A visão do apóstolo, no momento da abertura deste selo, se volta para a Terra e para o nosso sistema solar. A Terra passa a ser o palco das maiores catástrofes de toda a história da humanidade.

Os juízos, com a abertura deste selo, são em forma de fenômenos cósmicos envolvendo o sol, a lua, as estrelas, enfim, todos os corpos celestes. Pode ser que as armas nucleares estejam dentro deste contexto sinistro que virá sobre a face da Terra.

Cremos que João teve dificuldade em passar para o papel aquilo que os seus olhos realmente viram. E se ele teve grande dificuldade para relatar aqueles acontecimentos futuros a respeito de tantas desgraças, imagine então a dificuldade que nós temos para captar o terror deste sexto juízo!

O apóstolo procura expressar as suas visões usando o termo comparativo "como", haja vista a sua falta de palavras para narrar os fatos. E parece que quanto maior é a dificuldade na descrição de fatos, mais sinistros eles são.

Homens da Bíblia: Saul



A desobediência gerou perdas





Antes do reinado de Saul, Israel obedecia a Samuel, que fazia tudo o que Deus indicava e que era melhor para o seu povo (I Samuel 3:19-21).

Com a velhice de Samuel o povo começou a se perguntar quem eles deveriam ter como governador, já que seus filhos não enveredaram pelo mesmo caminho do pai (I Samuel 8:1-5). Esta preocupação já demonstrou que o povo tinha esquecido de Deus, pois não o considerava rei sobre eles.

De maneira estratégica Deus indicou Saul para este reinado (I Samuel 9:15-27) e ele foi ungido rei de Israel, conforme o pedido do povo (I Samuel 10).

Depois deste feito, Saul demonstrou ser desobediente ao oferecer holocaustos sem a presença de Samuel, assim como foi ordenado (I Samuel 13:8-13).

Por causa desta desobediência de Saul, Deus começou a procurar um homem segundo o Seu coração para que pudesse reinar sobre Israel, chegando a Davi (I Samuel 13:14).

As perdas
Podemos dizer que antes mesmo de Saul ser desobediente, ele foi ansioso e não quis perder a atenção que tinha das pessoas (I Samuel 13:8).

Quantas bênçãos de Deus estão prestes a acontecer, quando se resolve pegar as rédeas da situação e fazer do próprio jeito? E quantas são as perdas?

No caso de Saul, a sua desobediência gerou a perda de um reino inteiro e ainda com a benção de Deus. Por causa de sua prepotência e desejo de agir como rei, Saul perdeu tudo o que Deus tinha reservado para ele.

E este foi só o começo de seu desequilíbrio e falta de confiança em Deus. No decorrer de seu reinado e, até mesmo depois que Samuel encontra Davi, ele demonstra ser um homem sem escrúpulos, se esquecendo que foi Deus quem o colocou naquele patamar.

Não aja como Saul, querendo fazer tudo do seu jeito, esquecendo que Deus sempre tem o melhor para você.

Espere, tenha paciência, obedeça e, somente assim, viverá o que Deus tem reservado: o bom, o perfeito e o agradável (Romanos 12:2)

sábado, 1 de dezembro de 2012

Apocalipse: vestimenta branca



Vestes representam a justificação pelo sangue do Senhor Jesus





Nos tempos remotos, os condenados à morte eram vestidos de negro, antes da sua execução. Em contraste a isso, as almas sob o altar recebem a vestimenta branca, como prova da sua justificação pelo sangue do Senhor Jesus Cristo.

Quer dizer: o Senhor Jesus mudou a sentença delas, pelo fato de terem tido a coragem de confessá-Lo, mesmo sendo martirizadas até a morte. E assim, mais uma vez se cumpre a Palavra do Senhor, quando disse: "Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus" (Mateus 10.32).

O fato de estas almas debaixo do altar terem de esperar ainda por um pouco de tempo faz nos lembrar dos grandes heróis da fé do passado, como Abraão; Isaque; Israel; José; Moisés; Josué; Elias e tantos outros gigantes na fé e na fidelidade a Deus.

Eles também tiveram de esperar pelo cumprimento das profecias em relação ao Senhor Jesus, e por aqueles que viriam a ser salvos pela fé n'Ele, para que, juntamente com estes, pudessem alcançar a promessa. E não é isto que está escrito com respeito a eles?

"Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados." Hebreus 11.39,40

Como já dissemos, é muito provável que dentre estas almas debaixo do altar estejam aqueles nossos entes queridos, os quais, devido à teimosia, ao orgulho, à avareza ou aos pensamentos voltados apenas para este mundo, tenham rejeitado a mensagem da Palavra de Deus.Assim como aqueles heróis da fé tiveram de esperar por nós, estas almas debaixo do altar também terão de esperar pelos demais, que serão sacrificados durante o restante da Grande Tribulação, por causa da fé cristã.

Deus, na Sua infinita misericórdia, fará com que eles vejam, com os seus próprios olhos, os juízos caindo sobre aqueles que têm negado a fé no Seu Santo Filho, o Senhor Jesus, e lhes dará a chance de se converterem, por nossa causa.

Isso, todavia, vai acontecer debaixo de muitas tribulações. E os que quiserem a salvação terão de pagar com as suas próprias vidas; do contrário, sofrerão com os demais não só os castigos dos juízos divinos, mas o que é pior, a segunda morte.

Diante disso, precisamos lutar com muito mais garra, através de vigílias, orações e jejuns, para que eles se convertam antes da Grande Tribulação.

Valores humanos estão a cada dia mais invertidos



Será que o dinheiro compra a felicidade e o amor só existe quando há algo em troca?





Pessoas se apegando a qualquer coisa como se fosse "deus". Perdendo tempo com coisas que não edificam e jurando pelo nome do Senhor. Pais e mães sendo mal tratados. Mortes gratuitas a qualquer hora do dia. Roubos, sequestros sem escrúpulos. Pessoas mentirosas e cada vez mais ambiciosas para ter mais e melhor que o outro. Entre um novo emprego, com melhor rendimento e benefício, e a possibilidade de estar mais tempo com o filho, a maioria escolhe ter mais dinheiro.

As pessoas se esqueceram de valorizar o outro e estão cada vez mais curvadas para conseguir enxergar o seu próprio umbigo. Mais que isso, elas perderam ou deturparam a ideia de que existe um único Deus e que nada nem ninguém pode  pode substituí-Lo.Esse não é somente o cenário do mundo moderno, mas é também a constatação de que ninguém mais quer saber de obedecer a Deus. São poucos aqueles que desejam ser uma pessoa melhor, ajudar o próximo, se esforçar para ser diferente do mundo.

É a competição exacerbada de quem tem mais e pode mais, de quem vai a restaurantes lindos e bem conceituados mais vezes no mês, de quem compra mais rapidamente o carro que acabou de ser lançado. Enfim, é uma correria para o nada.

O amor, a cumplicidade, a busca a Deus foram deixados de lado, esquecidos, apagados pelo tempo cada vez mais escasso, pela busca insana de ter mais, de ser o melhor, de gastar a vida com aquilo que é levado ao vento.

Os mandamentos esquecidos
Em Êxodo, capítulo 20, Deus fala a Moisés os 10 mandamentos - aqueles que ninguém mais se lembra. Segue cada um deles e a deturpação do mundo:

1. Não terás outros deuses diante de mim
É o que mais vemos. Pessoas perdidas em crenças diversas, seguindo homens e não a Deus. Multiplicando pessoas santificadas como se fossem poderosos, assim como Ele.

2. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.
O mundo acredita cada vez mais no poder de um objeto, de uma imagem. É melhor se apegar àquilo que se vê, ou seja, a falta de fé é latente, e por isso é preciso algo para chamar de "deus".

3. Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão.
Para ganhar confiança e credibilidade entre as pessoas, no meio profissional e social, juram em nome de Deus a qualquer hora, como se fosse amuleto da sorte.

4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
Não somente os sábados, mas há quem não se lembre de Deus em nenhum dia da semana, nenhum momento do seu dia. Não é capaz de ter um tempo a sós com Ele, porque esqueceu que Deus existe, está muito ocupado com as festas, compromissos, em busca de satisfação pessoal.

5. Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.
Filhos que falam mal de seus pais usando palavras de tão baixo calão. Situação que parece mentira se não fosse tão real na relação entre pais e filhos. Perdeu-se o respeito pela figura paterna, pelo cuidado de mãe, pelas experiências de vida de alguém que se doou sempre por um filho. Há pais que são rejeitados e maltratados fisicamente.

6. Não matarás.
Assassinatos em troca de nada. Pessoas atirando gratuitamente pelas ruas. Balas perdidas. Atropelamento de crianças, idosos, pessoas sem culpa nenhuma. O que vale é pagar com vida o crime que ronda as cidades.

7. Não adulterarás.
Ter duas mulheres virou moda – e até tema de novela. Ter um amante se tornou regra para as mulheres casadas. As normas da sociedade se inverteram e quem não tem uma “diversão” à parte é um careta e está fora dos padrões. A falta de respeito entre o casal virou rotina.

8. Não furtarás.
A falta de estrutura educacional, de educação familiar, de amor fraterno criou pessoas sem escrúpulos. O importante é ter, não importando o caminho para que isso aconteça.

9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
Quanto ganho para mentir? Fechado. A corrupção, os falsos testemunhos para se dar bem em detrimento de outro são coisas que já se tornaram naturais.

10. Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
A inveja talvez seja o sentimento que mais está em foco nos dias atuais. O outro não pode ter mais, não pode ser melhor em alguma função. As pessoas ficam raivosas por não ter o que veem no outro e isso, infelizmente, também se tornou normal.

Mas o que fazer diante disso? Como resgatar os valores? Fazendo a sua parte.

Ame mais, perdoe mais, seja mais aberto para entender que tudo e todos não são como você quer. Seja humilde, admita seus erros, aprenda com eles, ajude o outro a entender os seus próprios. Enfim, tudo se resume em dois outros mandamentos:

“Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” Mateus 22:37-40 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Canalizando o ódio



Saiba como o ódio de José fez dele o governador do Egito





A Bíblia mostra que José teve uma vida de montanha-russa. De filho preferido a rejeitado pelos irmãos, ele foi vendido como escravo, preso por injustiça, e por fim, tornou-se governador. (leia a história em Gênesis 37-50)

Ele tinha tudo para ter ódio dos irmãos; da mulher do patrão que armou contra ele; e do patrão que o lançou no cárcere. Mas ele não usou aquele ódio ou raiva contra as pessoas, nem contra Deus e muito menos contra si mesmo, lamentando da vida.  

Em vez disso, deu tudo de si, fez o melhor em tudo. E o desempenho, espírito excelente, confiança na justiça e na promessa de Deus, fizeram com que ele perseverasse até ser exaltado no final.

Lições: 
1. Você deve ficar com raiva da injustiça, mas não usar essa força de maneira errada;

2. Use a sua raiva, o seu ódio, para dar o melhor de si em tudo, e assim chamar a atenção de todos e de Deus. O espírito que José tinha fez com que ele chamasse a atenção dos homens e de Deus. Por isso foi exaltado;

3. Quem tiver o mesmo espírito terá sucesso na vida. 

Apocalipse: A grande tribulação


O Espírito Santo não mais estará no mundo depois do arrebatamento da Igreja




No tempo da Grande Tribulação, as pessoas se converterão ou não, pois os que se converterem saberão com antecedência que terão de pagar com a própria vida o preço da sua conversão, e então haverá verdadeira qualidade de cristianismo!

O Senhor Jesus disse que se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém seria salvo (Mateus 24.22). Talvez alguém questione como aquelas almas se converterão, se naquele tempo o Espírito de Deus não estará mais agindo.

De fato, o Espírito Santo não mais estará no mundo depois do arrebatamento da Igreja; entretanto, a Palavra de Deus, já conhecida por todos, passará a falar forte no coração daquelas pessoas, promovendo, assim, a conversão delas.

Além disso, o Senhor Jesus já havia ensinado: "...as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida" (João 6.63). Assim, o espírito da Palavra de Deus irá realizar o trabalho do Espírito Santo, e muitos se converterão.

É importante notar que neste selo o apóstolo viu apenas o clamor das almas sob o altar. Dele não participaram os poderes celestiais, isto é, não participam juízos provenientes do Céu, tais como os dos quatro cavalos, que vieram por ordem divina.

Neste selo, Deus permite que sejam martirizados aqueles que chegaram à fé cristã após o arrebatamento da Igreja e após a manifestação do domínio anticristão e do quarto cavaleiro.
Isso acontece justamente porque Deus quer separar os salvos dos não salvos. Nesta visão, João não vê cavalos nem cavaleiros, mas sim as almas dos que não foram mortos da parte de Deus, uma vez que o juízo divino nunca é contra aqueles que são dEle.

Estas almas, sob o altar, são dos mártires que foram mortos na Terra por forças exclusivamente demoníacas, durante os primeiros quatro selos, por causa da fé cristã que professaram, oposta ao anticristo.

Já a Igreja do Senhor, que foi arrebatada, está com Ele, é vencedora e está glorificada! Apesar de estarem junto com o Senhor, as almas dos mártires da Grande Tribulação ainda não estão gozando dos mesmos privilégios da Igreja arrebatada.Há estudiosos que acreditam que as almas debaixo do altar são os mártires do passado. Mas isso não seria possível, tendo em vista que aqueles mártires já estão glorificados com o Senhor Jesus e pertencem à Igreja arrebatada. A Igreja arrebatada teve o seu corpo glorificado, enquanto aquelas almas debaixo do altar ainda não foram glorificadas. Estão diante do trono de Deus, mas embaixo do altar.

As pessoas que provavelmente se converterão durante o período da Grande Tribulação são os entes queridos daqueles que foram arrebatados.

Muitos ímpios, mundanos e até cristãos "nominais" serão completamente curados da sua incredulidade e dureza de coração, através da revelação dos primeiros quatro selos, convertendo se radicalmente com base na Palavra de Deus ouvida anteriormente.

O motivo pelo qual as almas sob o altar foram mortas faz delas mártires:  "...tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam" (Apocalipse 6.9).

Foram mortas porque tal testemunho é impossível durante o domínio do anticristo. Para tais pessoas, então, não há mais lugar na Terra. De alguma forma, hoje já sentimos isso espiritualmente.

Sim, haja vista que quem se firma na Palavra de Deus e no Seu testemunho fica mais isolado e solitário. Vejamos agora o versículo seguinte:  "Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?" (Apocalipse 6.10).

"Chance de recomeçar"



Filme conta história de jovem cristão que tenta se enganar enquanto frequenta um ambiente adverso





O que acontece quando nos afastamos do que cremos e amamos ao mesmo tempo em que nos enganamos, de que continuamos íntegros e nada ao redor nos afeta apesar do ambiente adverso?
O filme “Chance de Recomeçar” (“Lukewarm”, 2012, dir. Thomas Makowski) retrata as escolhas de um jovem cristão que está se distanciando de Deus e, como desculpa, apoia-se nas desventuras da vida.
Desempregado e morando em um quarto de um antigo hotel, Luke (Jeremy Jones) aceitou o convite de Sam (Jason Burkey) para trabalhar como barman no estabelecimento do qual o amigo – que leva uma vida vazia – é proprietário. Mas, a partir de então, Luke começa a se iludir com companhias e dinheiro fácil e, por falta de tempo, passa a cada vez ir menos à igreja.

Sua namorada Jessie (Nicole Gale Anderson) sente-se mal por morarem juntos, mas tem esperança de que as coisas vão melhorar e eles logo se casarão, embora o relacionamento também começa a sofrer. Jessie, que continua frequentando a igreja e trabalhando em uma casa social para moradores de rua, insiste para que seu namorado volte a falar com o pai.

Há 20 anos, os pais de Luke se divorciaram. Ele não consegue perdoar o pai, Bill (John Schneider), e vive relembrando momentos da sua infância.

Enquanto isso, Thomas (Bill Cobbs), faz seu trabalho de evangelização pela cidade, e, apesar das retaliações de um vizinho, não teme. Um incidente com o velho e gentil Thomas será a oportunidade de Luke reavivar sua fé e reaproximar-se das pessoas que mais ama. E, quem sabe, abençoar novas vidas.

Assista o trailer legendado em português:

Apocalipse: O grito e clamor das almas


elas gritam alto para que a honra e o louvor do Senhor Jesus sejam restabelecidos, pelo juízo, sobre aqueles que as mataram, por causa da Palavra de Deus e do testemunho que deram do Senhor




É importante notar que no livro do Apocalipse, o apóstolo destaca que viu apenas o clamor das almas sob o altar. Quem está clamando? As almas debaixo do altar. A quem elas clamam? Ao Senhor. E como é o seu clamor? Em grande voz. E por que em grande voz? Será desejo de vingança? Não! Este clamor das almas dos mártires tem razões justificadas:

PRIMEIRA: estas almas sob o altar estão vendo o julgamento de Deus ao mundo anticristão; elas mesmas, entretanto, continuam sem justificação, apesar de terem sido as únicas na Terra que, durante a Grande Tribulação, firmaram- se na Palavra de Deus e no testemunho do Senhor Jesus.

SEGUNDA: elas gritam alto para que a honra e o louvor do Senhor Jesus sejam restabelecidos, pelo juízo, sobre aqueles que as mataram, por causa da Palavra de Deus e do testemunho que deram do Senhor. Há uma revolta pelo escárnio do nome de Deus, pois apesar de a humanidade estar vivendo sob os juízos, ainda assim ela mantém o seu coração inalterado com respeito a Deus.

TERCEIRA: elas clamam porque continuam numa situação intermediária, ou seja, estão debaixo do altar e não são glorificadas como aqueles que creram durante o período que antecedeu o arrebatamento.

Naturalmente essa posição as aflige, apesar de já terem a certeza da sua salvação e estarem diante da presença de Deus. Elas alcançaram a salvação por causa da Palavra de Deus e do testemunho do Senhor Jesus, mas isto aconteceu sem o selo do Espírito Santo. Não é como a Igreja arrebatada, que recebeu o carimbo do Espírito Santo, pois está escrito:

"em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória." Efésios 1.13,14

O fato é que os juízos divinos continuavam acontecendo na Terra, enquanto aquelas almas estavam debaixo do altar. Elas precisam esperar o momento certo para poderem se juntar às demais.

Como não estava ainda completo o número daqueles que iriam ser mortos por causa da Palavra de Deus e do testemunho do Senhor Jesus, elas precisavam repousar por mais um tempo, e, assim, esperar que se completasse o número daqueles que iriam ser salvos. Vejamos o que acontece enquanto isso:

"Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram." Apocalipse 6.11

Aquela vestidura branca que receberam simbolizava a justificação. Assim como a Igreja recebeu na Terra o Espírito Santo da promessa como penhor de glória futura, também elas receberam uma vestidura branca, como adiantamento da glória futura, tendo em vista a sua fé na Palavra de Deus e o testemunho que deram do Senhor Jesus em meio à Grande Tribulação.

Adversidade é um caminho para o sucesso



A resiliência é uma característica comum entre profissionais bem-sucedidos





Defender-se de um problema e recuperar-se diante de uma situação adversa no ambiente de trabalho é uma qualidade que capacita o indivíduo a alcançar o tão almejado sucesso. A resiliência, capacidade de superar dificuldades, é uma característica comum entre profissionais bem-sucedidos.

Para Alessandra dos Santos Moura, diretora da Caliper Brasil, empresa de gestão de talentos, essa capacidade é o grande diferencial de quem conseguiu ir mais longe. “É uma espécie de elástico interno que permite, por exemplo, trabalhar bem sob pressão. Pessoas resilientes não deixam situações desfavoráveis interferirem em seu nível de motivação e conseguem dar continuidade aos seus planos", comenta.

Traçar um perfil
Manter esse tipo de comportamento, seguro e resiliente, requer um trabalho pessoal focado nas necessidades de desenvolvimento de um perfil profissional. Apesar de ser uma medida mais complicada para alguns, é necessário identificar os seus próprios pontos fracos, para que não interfiram em um momento de decisão, e o mais importante, saber valorizar os pontos fortes.

A executiva aponta quais são os principais passos para enfrentar adversidades e conquistar sucesso na carreira.Outra situação que poderá ajudar o profissional a melhorar, é obter um feedback, ouvir o que os outros têm a dizer sobre o seu desempenho. "As opiniões de terceiros vão mostrar como ele é percebido pelos outros, o que faz de melhor e como melhorar. Também é um momento que vai levá-lo a examinar o que mais gosta de fazer e identificar o que precisa para alcançar os objetivos profissionais", afirma Alessandra.

– Foque a carreira naquilo que mais gosta de fazer, nas atividades que mais trazem gratificação e motivação;

– Defina o que é o sucesso para você e onde pretende chegar;

– Faça uma análise de quais são os pontos fortes e os pontos a melhorar no seu perfil, tanto competências técnicas como comportamentais;

– Elabore um plano de desenvolvimento de carreira com metas claras (no máximo três de cada vez) e com prazo definido para cumpri-las.

É muito importante que o profissional também procure por situações nas quais possa usar seu potencial para enfrentar desafios. Estar atento às oportunidades que surgem o levará a reconhecer o momento decisivo para uma mudança no comportamento profissional e as busca pelo sucesso na carreira.

Arqueólogo apresenta “novas provas” da travessia do Mar Vermelho


Tecnologia foi fundamental na busca pelos vestígios após mais de 3 mil anos



O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho. Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês.

Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.

Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.



Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.

Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.



E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.
Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.