quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Apocalipse: Os últimos dias



Dominando os reis, dominam-se também os seus respectivos reinos





Segundo os cálculos dos historiadores, a Babilônia, nos últimos séculos, assassinou mais de setenta milhões de pessoas, entre judeus, protestantes, muçulmanos e católicos.

Sem citar as vítimas das guerras mundiais, que somam sessenta milhões de pessoas. O Espírito Santo, por intermédio do apóstolo Paulo, exorta os cristãos:

"Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão."1 Tessalonicenses 5.1-3

O apóstolo está se referindo aos dias que precederão a volta do Senhor Jesus Cristo. Nesses últimos dias, a Babilônia tem pregado o ecumenismo por toda a Terra. O ecumenismo é um movimento que pretende congregar várias religiões sob a autoridade máxima do líder da Babilônia. Aquelas que não estiverem de acordo com ele serão identificadas e imediatamente rotuladas como seitas.

Será como nos dias da Inquisição, quando aqueles que se opunham ao catolicismo romano, crendo apenas na Palavra de Deus, eram chamados de hereges, para mais tarde serem queimados vivos.

Portanto, o plano da Babilônia para esses últimos tempos é sacrificar os verdadeiros cristãos, ou seja, aqueles que se opuserem à sua suposta autoridade. Mas Deus não vai permitir o sofrimento dos Seus filhos, pois antes de o anticristo se manifestar, a Igreja do Senhor Jesus será arrebatada.

A Babilônia está trabalhando há muitos anos em um projeto no qual todos os seres humanos serão obrigados a se submeter a um único governo mundial, que está sendo criado com a finalidade de preparar a chegada do anticristo.

A sua unidade vai exigir também um governo de união, o que significa que a Europa acabará se transformando em um único país. Este é justamente o desejo da Babilônia, que sempre foi "dona da situação" enquanto o sistema de governo do mundo era monárquico, pois, dominando os reis, dominava também os seus respectivos reinos.A prova disso é a organização dos países em blocos. Por enquanto existem oito blocos, mas o número apocalíptico é dez. É o caso, por exemplo, da União Europeia, que nada mais é do que um sinal apocalíptico.

A Babilônia fez surgir as ditaduras que substituiriam as monarquias. No Brasil, por exemplo, ela recorreu a milhões de dólares americanos de uma de suas empresas, para investir na mídia eletrônica.

Promoveu ainda o golpe de 1964, que instituiu a ditadura militar no País. A partir dessa ditadura, parte da mídia comprometida com ela se ampliou tremendamente e procurou garantir o poder político para a "nova Babilônia".

Com a Revolução Francesa, nasceu a democracia, isto é, o poder passou a ser gerado do povo para o povo. Surgiram também países como os Estados Unidos, que, por sua vez, passaram a impor o seu sistema através de uma economia forte, e a liderar o mundo ocidental, vindo a ser exemplo de sucesso e prosperidade.

Isso abateu profundamente o poderio babilônico mundial, inclusive impedindo novas conquistas, pois dividiu o poder. Para reconquistar o mundo, o império babilônico tem trabalhado intensamente no sentido de fazer a unificação em blocos, como feito na Europa.

Segundo a própria Babilônia, quanto maior a divisão do poder, maior a dificuldade de tê- lo sob controle. Assim, surge a besta de dez chifres, revelada no décimo terceiro capítulo do Apocalipse.
Vale a pena lembrar que Hitler foi criado pelo sistema babilônico, a fim de realizar na Europa, pela força da guerra, aquilo que justamente hoje se realiza pela força da paz.

Lugares da Bíblia - Acaia



Antiga província romana na Grécia teve algumas de suas cidades como destinatárias das cartas de Paulo





Acaia, originalmente, era o nome de uma pequena área no sul da Grécia imperial, ao norte do Peloponeso. Na época do Novo Testamento, porém, sob o domínio romano, o nome dizia respeito não só à antiga região quanto a todo o Peloponeso.

As maiores cidades da Acaia eram
 Corinto, Atenas e Esparta. A região foi amplamente visitada pelo apóstolo Paulo em suas viagens missionárias, constantemente citada em suas cartas que depois viraram livros da Bíblia.Era uma província senatorial de Roma, controlada por governadores chamados procônsules. Uma província senatorial era geralmente uma área de um reino estrangeiro conquistado, mais estável e pacificada, cujo procônsul gozava de certa autonomia, embora servisse aos interesses da corte. As chamadas províncias imperiais, por sua vez, eram diretamente controladas por Roma por serem foco certa instabilidade, governadas pelos procuradores – caso da Judeia, controlada por Pôncio Pilatos nos tempos de Jesus.
“E, cumpridas estas coisas, Paulo propôs, em espírito, ir a Jerusalém, passando pela Macedônia e pela Acaia, dizendo: Depois que houver estado ali, importa-me ver também Roma.”
 Atos 19:21

“Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.”
2 Coríntios 1:1

História
Após a queda do Império Romano Ocidental, a Acaia foi conquistada pelos bizantinos. Nos séculos 6 e 7, os eslavos ocuparam a área, assentando-se em algumas localidades. No século 9, voltou a ser do Império Bizantino, até ser ocupada pelos cruzados. Mais uma vez Bizâncio a tomou de volta, até os Otomanos chegarem em 1460. Passou por outros domínios até a Grécia tornar-se independente no século 19.

Hoje, a Acaia é uma unidade regional que fica na Região Oeste da Grécia e tem como capital a cidade de Patras (foto acima). Na parte noroeste da península do Peloponeso, tem hoje cerca de 331 mil habitantes. A região metropolitana de Patras concentra o parque industrial da unidade e dois terços de sua população, com boa infraestrutura e urbanismo de ponta. Corinto continua sendo uma de suas principais e mais ricas cidades.

A natureza acaiana é privilegiada, com vastas áreas de montanhas, florestas e pradarias. Normalmente tem verões intensos e invernos moderados. Esses verões bem quentes apresentam dias ensolarados mais para o litoral, mas nublados e chuvosos nas regiões montanhosas, onde no inverno a neve é comum.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Apocalipse: Noiva ou meretriz?



Uma aparência inofensiva pode atrair confiança





Justamente no Apocalipse temos frequentemente imagens duplas, que apresentam profundo contraste entre si. Temos, por exemplo, duas figuras de mulheres totalmente opostas: a noiva do Cordeiro, que é a Igreja (Apocalipse 19.7) e a meretriz (Apocalipse 17).

Temos ainda duas cidades, a Nova Jerusalém e a Babilônia; o Cordeiro, que tinha sido morto, em oposição à besta, que foi ferida mortalmente, mas cuja ferida mortal foi curada.

E aqui, na abertura do primeiro selo, temos o anticristo em confronto com o Cristo. O espírito do anticristo é o espírito do engano. Aliás, este é o espírito dos últimos tempos: o engano.

Daí a razão pela qual têm surgido tantas doutrinas diabólicas dentro das igrejas evangélicas. O cavaleiro do cavalo branco, o anticristo, está vestido com uma aparência de Cristo.

Ele engana com o seu cavalo branco e com o seu discurso de paz entre os povos. Usa gestos humildes e até tem aparência inofensiva, a fim de que todos possam depositar nele confiança e fé.
Ele tem um arco, mas o arco é visto na mão dos inimigos de Deus, como na profecia de Ezequiel, que diz: "Tirarei o teu arco da tua mão esquerda e farei cair as tuas flechas da tua mão direita" (Ezequiel 39.3).

Ele tem uma coroa, mas ela não foi herdada, e sim  concedida. Finalmente, ele saiu vencendo e para vencer, o que não significa dizer que ele venceu, mas apenas teve o intuito de vencer.

É verdade que ele saiu vencendo, mas isso foi só no começo. O mesmo tem acontecido com os filhos das trevas, pois começam vencendo e no fim acabam perdendo.

É também o que acontece com o diabo! Ele começou vencendo desde Adão e Eva, mas foi derrotado pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário. E o seu fim e o de seus demônios, no lago de fogo e enxofre, já está determinado. Ele sabe muito bem disso!

Quem é o anticristo? Há estudiosos apocalípticos que acreditam ser ele um dos líderes máximos da religião que se diz dominante. Seus seguidores o consideram até mesmo infalível.

Outra corrente crê que um próximo líder desses, mas de origem judaica, será o falso profeta ou a besta que emerge da terra, e não exatamente o anticristo.

Os que acreditam na hipótese de ser um dos líderes supremos da religião que se diz dominante alegam as seguintes razões:

  1) Ele procura imitar o Senhor Jesus Cristo, com uma mensagem de paz para o mundo, e isto justifica o cavaleiro do cavalo branco, pois a cor branca sugere a paz.

Quando este líder aparece em público, ou em visita a um país, normalmente as suas vestes são brancas. A coroa ou o chapelão é branco e ele carrega cajado na mão, simbolizando o arco do cavaleiro do cavalo branco.

Segundo os estudiosos, tudo isso não passa de farsa, pois enquanto esse líder se faz passar por mensageiro da paz, os seus subordinados, distribuídos em diversas ordens, irmandades e organizações, planejam e executam revoluções, guerras, assassinatos de presidentes e derramamento de sangue inocente.

O que a maioria das pessoas desconhece é que essa religião que se diz dominante cria essas organizações, e também aquelas que as combatem. É um grande jogo!

Ciência na Bíblia - Nuvens de gafanhotos


Para quem acha que a Bíblia fez relatos fantasiosos, basta prestar atenção aos trabalhos de confiáveis e renomados cientistas entre os melhores do mundo




“Assim foram Moisés e Arão a Faraó, e disseram-lhe:
Assim diz o SENHOR Deus dos hebreus:
Até quando recusarás humilhar-te diante de mim?
Deixa ir o meu povo para que me sirva;

Porque se ainda recusares deixar ir o meu povo,
eis que trarei amanhã gafanhotos aos teus termos.

E cobrirão a face da terra, de modo que não se poderá ver a terra;
e eles comerão o restante que escapou, o que vos ficou da saraiva;
também comerão toda a árvore que vos cresce no campo;

E encherão as tuas casas, e as casas de todos os teus servos
e as casas de todos os egípcios (...)”
(Êxodo 10:3-6)

Tal como descrito em Êxodo, assim aconteceu. A grande nuvem de gafanhotos que fez parte das pragas infligidas ao Egito por Deus – para que os hebreus fossem liberados da escravidão e rumassem para a Terra Prometida – entrou para a história. E, também tal como descrito, uma praga como essa é bem mais séria do que parece aos povos não acostumados a ela. Os insetos simplesmente devoram tudo o que encontram de vida vegetal “mastigável”, deixando apenas galhos desfolhados, destruindo completamente lavouras e causando a fome nas pessoas e animais até a safra seguinte. Em alguns países africanos e do Oriente Médio o problema é tão grave que a Fundação das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) criou o Locust Watch (algo como Vigilância de Gafanhotos, em tradução livre), um sistema em cooperação com a agência espacial norte-americana, a NASA, para monitorar a proliferação e as migrações dos artrópodes devoradores, emitindo alertas internacionais quando necessário.


Perigo real e atual
Para quem achava que o relato bíblico é fantasioso e exagerado, nuvens de gafanhotos causam prejuízos periodicamente em dezenas de milhões de quilômetros quadrados de plantações, pastagens e cidades nas áreas atingidas, a ponto de a própria Organização das Nações Unidas (ONU) ter criado uma divisão especial para cuidar do assunto.

Mas como e por que começa uma nuvem desses insetos?
As formações de gafanhotos, constituídas por milhões deles, geralmente ocorrem quando há um aumento exagerado em sua população em determinada região, principalmente após períodos intensamente chuvosos, após os quais as fêmeas depositam seus ovos. Quando eles eclodem em grande quantidade, o alimento na área torna-se escasso. Os animais saem em revoada em um grupo tão grande que impedem até a passagem da luz do sol. Não transmitem doenças, mas comem toda a vida vegetal que conseguem (a não ser a madeira e as sementes mais duras), causando fome em regiões inteiras. Um exemplar do inseto come, diariamente, o equivalente ao seu próprio peso corporal em vegetais. Come rápido, gasta a energia também rapidamente e logo procura mais alimento.

A explosão populacional dos “grilos grandes” (são da mesma família) pode acontecer por fatores diversos: mudanças na temperatura, na umidade e no índice de chuvas, por exemplo. Das cerca de 400 espécies de gafanhotos conhecidas, aproximadamente meia centena são nômades, mas só umas 10 causam esse tipo de prejuízo. A África, a Ásia e parte do Oriente Médio são os lugares mais atingidos. Uma das nuvens medidas pela NASA na África cobria 1,2 mil quilômetros quadrados e continha cerca de 80 milhões de gafanhotos por quilômetro quadrado. Ainda assim, achou pouco? Segundo os relatos bíblicos, a nuvem da praga bíblica foi bem maior. Quer mais? Uma nuvem como a citada pode consumir 192 milhões de quilos de vegetação em um só dia, segundo os pesquisadores da FAO. Nos últimos 100 anos, aconteceram sete grandes períodos de grandes pragas. A mais longa aconteceu, intermitentemente, por 13 anos.

Por aqui, só há notícias de nuvens, mas em bem menor intensidade, na região do estado do Mato Grosso. Antes, os insetos se alimentavam da vegetação natural, no Centro-Oeste. Com o avanço das grandes plantações para a região e a devastação do cerrado, os insetos passam a comer as lavouras, já que foram privados de sua comida natural (que consumiam de forma gradativa, devagar e sempre, sem acabar com a vegetação).

E quando uma nuvem ataca? O que fazer? Correr. Ou o pior: pulverizar inseticidas que até diminuem a população dos bichos, mas causam severos danos aos vegetais e ao solo. Obviamente, parte do veneno fica nos alimentos, e chega à nossa mesa.


Segundo a FAO, nos períodos de recessão (quando não há nuvens) dos gafanhotos na área mais atingida do planeta, eles se concentram numa área de 16 milhões de quilômetros quadrados que começa no deserto do Saara, passa pela Península Árabe e vai até o noroeste da Índia. Quando saem em nuvens, devoram tudo nessa área e ampliam o raio de ação em volta dela, afetando cerca de 60 países, passando por cima até mesmo de grandes porções de água como o Mar Vermelho. Há notícia de uma nuvem que atravessou o Oceano Atlântico da África para o Caribe.

Em contrapartida...
Em alguns lugares, se o gafanhoto comeu o alimento dos humanos, acabam virando comida deles. Sim, há povos que se alimentam dos insetos. Apesar de incomuns à cultura ocidental em geral, são consumidos em áreas como o Vale do Jordão e a Arábia. Uma verdadeira iguaria, comida assada ou frita. É uma grande fonte de proteína em uma área em que ela geralmente é escassa por causa de outra fonte: o deserto.

Achou estranho? Voltemos à Bíblia. Em Levítico 11:21-22, Deus fala a Moisés e a Arão como os animais eram separados entre “puros” e “imundos”. Os primeiros eram permitidos como alimento para os seres humanos. Entre eles, alguns dos saltadores que tinham mais de quatro patas:

“Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie.” 

O Novo Testamento também mostra isso (Mateus 3:4) quando fala de uma pessoa muito importante na história do próprio Jesus Cristo – seu primo, João Batista:

“E este João tinha as suas vestes de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre.”

Portanto, nada tão novo para surpreender tanto.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Apocalipse: O cavaleiro e seu cavalo branco



Somente Jesus pode abrir os selos, pois é uma ordem de Deus para que a Palavra de Deus se cumpra





No livro de Apocalipse, os primeiros selos mostram quatro cavaleiros; portanto, sempre um homem e um cavalo. Os cavaleiros e os cavalos apocalípticos são uma representação de velocidade e força irresistíveis.

Eles são poderes de julgamento divino e são enviados da parte de Deus para um mundo maduro e para o juízo. Esse tipo de ação da parte de Deus também foi realizado diversas vezes na história de Israel.

Todas as vezes que Israel se rebelava contra Deus, o Senhor o entregava aos seus inimigos, permitindo, assim, que eles o subjugassem: "Fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o Senhor; por isso, o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos" (Juízes 6.1).

Como já vimos, os selos abertos pelo Cordeiro são a Sua manifestação de justiça, mas isso não significa que o Seu amor e compaixão sejam anulados; muito pelo contrário, pois é a partir da execução da justiça que o direito dos justos é estabelecido.

Se a maioria incrédula rejeita e despreza a oferta que Ele ofereceu no Calvário, então o que mais se poderá fazer? A pessoa está se afogando e ainda assim se recusa a entrar no único barco de salvação. Nada mais se poderá fazer por ela.

Dos quatro cavaleiros apocalípticos, o primeiro assume uma posição especial. Quem é ele? Muitos acreditam que ele seja o Senhor Jesus e a Sua Igreja seja o cavalo branco.

Alegam que o Senhor Jesus venceu e que a Sua Igreja vence diariamente e caminha para a vitória final. Mas analisando o texto sagrado mais acuradamente, verificamos que a interpretação é pura fantasia.

O Senhor Jesus Cristo Se revela como o Cordeiro que tinha sido morto, como o Cordeiro que abriu um dos selos. Por isso Ele não pode ao mesmo tempo Se revelar em outra figura.

Quando o Senhor Jesus abriu o primeiro selo, um dos quatro seres viventes falou com voz de trovão, ou seja, com voz de poder, de comando ou de quem exercita autoridade.
Somente Jesus é digno de abrir os selos, e o selo que Ele abre é uma ordem de Deus para que o cavaleiro do cavalo branco avance.

É este ser que ordena, dizendo "vem" ou "vai". Ora, como o Senhor Jesus poderia Se submeter à ordem de um dos quatro seres viventes? O cavaleiro do cavalo branco está claramente subordinado à jurisdição de Deus; ele age sob as Suas ordens.

Além disso, este primeiro cavaleiro que recebeu uma coroa nunca poderia ser o Senhor Jesus Cristo, porque a Ele nunca se segue guerra, fome e morte, como acontece com os próximos cavaleiros.

Podemos ver outro personagem também montado em um cavalo branco, mas a Sua descrição é totalmente diferente dessa, pois assim João O descreve:

"Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça. Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.

Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.

Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de erro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso." Apocalipse 19.11 15

Esta é a figura real do Senhor Jesus Cristo! É totalmente inversa à do cavaleiro do primeiro selo.

Sim, amor e liberdade podem e devem caminhar juntos



A prisão em um relacionamento significa falta de confiança





Controlar aonde vai, não deixar sair com os amigos, não ter um tempinho para fazer suas coisas, tudo isso, e muito mais, indica um relacionamento que prende a pessoa, sem liberdade, e muitas vezes é chamado de amor.

Porém, segundo a psicóloga Blenda de Oliveira, este tipo de relacionamento dependente e possessivo não pode ser considerado amor. “Quando não há liberdade, não se fala de amor. Amor é quando se sentem livres, com a opção de estarem juntos, dividindo e lidando com as diferenças. O verdadeiro amor proporciona crescimento e individualidade.”

E quando não existe esta liberdade, individualidade na relação, há sérias consequências. “Se torna algo sufocante, pouco prazeroso, carregado de muito controle, impedindo o crescimento das pessoas envolvidas”, explica Blenda.

Foi o que aconteceu com a publicitária Ana Paula Rocha, de 28 anos. “O meu ex queria controlar até mesmo as minhas amizades no curso de inglês. Ficava na porta me esperando, para observar com quem eu conversava no final da aula. Eu me sentia angustiada durante a aula, porque eu sabia que ele estava lá fora, não pelo prazer de me buscar, mas por uma obcessão dele, que chamava de amor.”

Mas o contrário também não é positivo. Ter liberdade em excesso torna o relacionamento muito permissivo. “É como se um não se importasse mais com o outro, não cuidasse, porque tudo o que amamos, cuidamos, o que não significa controlar. Dá a sensação de um relacionamento muito solto, sem conhecimento profundo de quem é o outro”, esclarece Blenda.

Segundo ela, a verdadeira liberdade se aprende principalmente pelo amor próprio. “Se a pessoa se ama em primeiro lugar, ela manterá a sua individualidade. Quando há uma boa autoestima, consegue-se viver melhor o relacionamento, sem medo de perder o outro.Passa a ser uma escolha e não obrigação de estar com o outro”, diz.

Além de ter amor próprio, a psicóloga também dá outras dicas de como ter um bom relacionamento amoroso e livre. “É preciso cultivar a liberdade desde o começo, assim como deixar bem claro, o que gosta, como cada um vive a vida, seus valores. As coisas que desagradam devem ser faladas, já que o diálogo e a intimidade são fundamentais. Também é importante que um se interesse pelo que cada um vive, para que possam celebrar juntos as conquistas”, finaliza.

Empreendedor: saiba escolher a melhor área para você



O sucesso depende da direção correta, pois oportunidades não faltam





A cidade de São Paulo é considerada a capital dos negócios, pois é responsável por mais de 31% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Em virtude do leque de oportunidades, muitas pessoas vêm de outros estados para tentar construir uma vida financeira de sucesso. Muitas delas têm a vontade de crescer empresarialmente, mas nem sempre têm a direção correta para seguir.

Uma das sugestões é ser Empreendedor Individual (EI). Trata-se de uma inovação no sistema tributário para que milhões de brasileiros formalizem os seus negócios e participem do sistema conhecido como Simples Nacional. Um dos pré-requisitos para enquadrar-se é que o faturamento seja de até R$ 60 mil por ano. Outro, é que o empresário só tenha um empregado.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o número de empreendedores individuais cadastrados em 2011 foi de 1.871.176. A expectativa é de uma expansão ainda maior do programa até o final deste ano, pois já estão em vigor novas regras que ampliam em 50% os limites de enquadramento.

Porém, a área escolhida também é determinante para que haja sucesso. O bispo Jadson Santos orienta que o empreendedor pesquise antes de optar. “É importante saber exatamente o que se está buscando. A dúvida atrapalha. Quando ela entra é como o se o mal amarrasse com arame farpado e não conseguimos seguir em frente.”

Atividades mais procuradas

Segundo o MDIC, no ano passado, as atividades econômicas mais procuradas para registro do Empreendedor Individual foram comércio varejista de vestuário e acessórios; cabeleireiros; lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares; minimercados, mercearias e armazéns; confecção sob medida, de peças do vestuário; bares; obras de alvenaria; reparação e manutenção de computadores; fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar; e serviços ambulantes de alimentação.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Mulheres da Bíblia: Joquebede



Ela foi exemplo de fé e de inteligência





Havia um novo rei no Egito que percebeu que os filhos de Israel eram numerosos. Para tentar impedir sua multiplicação, ordenou às duas principais parteiras que matassem os bebês, caso fossem do sexo masculino. Como isso não aconteceu, ele mandou que os meninos fossem lançados no rio (Êxodo 1).

Foi quando Joquebede tornou-se mãe de Moisés. Ela conseguiu mantê-lo escondido por um tempo dentro de casa, mas depois fez uma cesta, o colocou dentro e soltou no rio. Porém sua irmã observava para saber o que aconteceria com o bebê (Êxodo 2:1-4).

Mas a fé de Joquebede de que poderia salvar seu filho teve resultados. Uma das filhas de Faraó viu o cesto no rio e pediu para que uma criada o trouxesse. Vendo o menino, ela sentiu compaixão e pediu para que encontrassem uma ama de leite para criar o menino, e ela chamou justamente a mãe do bebê, que pôde amamentá-lo, vê-lo crescer e ainda recebia salário para isso (Êxodo 2:5-9).

Somente depois de criado o menino foi levado novamente à filha de Faraó, recebendo o nome de Moisés (Êxodo 2:10).

Atitude que gerou salvação

Imagine o quanto foi difícil para Joquebede colocar seu filho no cesto e deixá-lo no rio. Mas ela sabia que essa poderia ser a única chance de salvá-lo das maldades do Faraó.  

Às vezes sabemos que temos que tomar uma atitude dolorida, difícil e que requer coragem. Mas ignoramos essa alternativa e corremos o risco de perder o que temos, pela falta de fé, de inteligência.

Que possamos ser como Joquebede, que fez o que deveria ser feito para salvar seu filho e, dessa forma, conseguiu ainda amamentá-lo e vê-lo crescer, coisas que talvez fossem impossíveis se ela não tivesse coragem. Será que se ela não tivesse tido uma atitude inteligente ainda veria seu filho vivo por muitos anos?

Não se deixe levar pelo medo, pelo apego, faça o que tem que ser feito e Deus entregará a bênção da melhor forma, e mais rápido do que se imagina.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

MPF quer retirar frase ‘Deus seja louvado’ das notas de reais


Uma das teses da ação é que a frase “Deus seja louvado” privilegia uma religião em detrimento das outras.


A Procuradoria da República no Estado de São Paulo pediu à Justiça Federal que determine a retirada da expressão “Deus seja louvado” das cédulas de reais.

A ação pede, em caráter liminar, que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem a ser impressas sem a frase, anunciou nesta segunda-feira (12) a procuradoria. Dessa forma, a medida não gerará gastos aos cofres públicos, diz o Ministério Público Federal em São Paulo.

“O Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa”, cita a procuradoria, como um dos principais argumentos da ação.

Uma das teses da ação é que a frase “Deus seja louvado” privilegia uma religião em detrimento das outras. Como argumento, o texto cita princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias.

O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, reconhece que a maioria da população segue religiões de origem cristã (católicos e evangélicos), mas lembra de que o país é um Estado laico.

A ação também pede à Justiça Federal que estipule multa diária de R$ 1,00 caso a União não cumpra a decisão. A multa teria caráter simbólico, “apenas para servir como uma espécie de contador do desrespeito que poderá ser demonstrado pela ré, não só pela decisão judicial, mas também pelas pessoas por ela beneficiadas”.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Vou conhecer a família do meu namorado. E agora?



Saiba como se comportar nesse momento




Conhecer os pais ou qualquer outro familiar do seu companheiro pode se tornar algo desastroso. Tentar demonstrar ser algo diferente do que é não é a melhor saída para impressionar. “A espontaneidade é sempre a melhor opção, pois movimentos falsos são sempre percebidos, ainda que feitos sem pensar”, comenta a psicóloga Sabrina Fernandes Garcia.

Segundo Sabrina, planejar a vestimenta com cuidado e se atentar aos detalhes é fundamental. Opte por peças básicas e discretas, a não ser que o encontro seja em uma praia, no clube ou algum outro local muito casual. Assim mesmo, não mostre o corpo com decotes ou algo curto demais.

“Além de prestar atenção com a apresentação visual, no primeiro encontro é imprescindível que se contenha o impulso. Não fique abraçando ou beijando o namorado perto dos demais, isso é constrangedor e insinua falta de respeito com os mais velhos. Todos reparam nesse tipo de atitude, pois pode dizer muito sobre você”, alerta a especialista.

Outra dica da psicóloga: não mantenha a dieta no dia da primeira visita. Coma, a não ser que tenha alergia de algo em especial ou não consiga de forma alguma ingerir aquele alimento. Assim mesmo, recuse com educação.Para ela, o melhor é ser você com dose extra de bom senso. “Por mais que não tenha gostado de algo que foi dito ou de uma brincadeira impertinente, não demonstre isso logo de cara. Mau humor e pavio curto podem assustar os futuros familiares. Não crie polêmicas”, afirma.

Quando o assunto é o ex

Em casos em que o parceiro namorou por muito tempo com outra pessoa que era admirada pelos pais e você perceber que ainda há certa admiração por ela, não tente fazer nada. “Se a família se apegou a essa ex, é preciso respeitar o tempo. Eles não têm culpa de nada e deixaram de conviver com uma pessoa querida. Por isso, vá devagar, o carinho e o amor por você nascerá naturalmente.”

Foi o que aconteceu com a estudante de nutrição Elizabeth Paiva, de 26 anos. “Comecei a namorar e cerca de 2 meses depois fui conhecer a família dele. A primeira impressão que tive é que seria difícil a convivência. Percebi que eles não fizeram questão de me tratar com carinho e receptividade. Para piorar, a minha sogra trocou meu nome”, lembra.

Elizabeth conta que tentou não levar para o lado pessoal. “E essa situação não durou muito tempo. Semanas depois ela já confiava em mim e eu a tinha como uma pessoa querida. Hoje, a considero uma segunda mãe e desejo que permaneça sempre assim.”