quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quais são os seus medos?



Se você deseja vencer algo em sua vida, participe da 'Hora do Milagre', nesta sexta-feira (11), ao meio-dia





A mensagem do bispo Edir Macedo, transmitida durante a programação da IURD TV desta quarta-feira (09), explica que existem muitas pessoas que vivem sob o medo; no entanto, aqueles que servem a Deus podem vencer seus temores se usarem a fé.

"A mensagem bíblica do livro de 2 Crônicas, capítulo 20, do versículo 1 em diante é dirigida às pessoas que têm algum tipo de medo, que vivem apavoradas por seus inimigos – estejam eles na área econômica ou familiar -, que estão sob o impacto daquilo que temem", ressaltou, explicando que é o espírito do medo quem as faz ficar fracas"

O bispo também citou o que diz o texto sagrado:

"Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti dalém do mar e da Síria; eis que já estão em Hazazom-Tamar, que é Em-Gedi. Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao Senhor; e apregoou jejum em todo o Judá." (2 Crônicas 20.2-3)

"Josafá era rei em Judá; era um homem de fé, um homem fiel a Deus; o seu reinado era de justiça, porém, quando os inimigos se juntaram para atacá-lo, teve medo; mas, diante da situação, não pediu ajuda aos seus aliados para pelejar contra aquele povo. Josafá recorreu a Deus e venceu seus inimigos."

O bispo continuou:
"Se algum mal nos sobrevier, espada por castigo, peste ou fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti, pois o teu nome esta nesta casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e nos livrarás." (2 Crônicas 20.9)

Em seguida, explicou:
"Quantas vezes somos invadidos por pensamentos negativos, nocivos, de terror, que a todo o momento tenta nos diminuir? Neste instante temos que usar o recurso mais poderoso que temos, que é a nossa fé viva no Deus vivo", ensinou.

Lugares da Bíblia - A Rota das Especiarias



Várias cidades foram estabelecidas ao longo do caminho antigamente percorrido por comerciantes árabes com produtos do Oriente





Nos tempos do Antigo Testamento, os nabateus eram comerciantes nômades originários da Península Árabe. No século 4 antes de Cristo (a.C.), fizeram famoso um caminho pelo deserto do Neguebe, por onde passavam com suas enormes caravanas de camelos (os “caminhões do deserto” na época) repletas de tecidos finos, temperos, essências e outras mercadorias provenientes do Oriente. Era a famosa Rota das Especiarias.

Originalmente, os nabateus se dedicavam à atividade pastoril. Depois, como comerciantes, cresceram consideravelmente em importância, pois muitas cidades dependiam deles para adquirir certos bens. Não à toa, os “caixeiros viajantes” de quem temos informações na história do Brasil eram também de origem árabe, levando a cidades remotas produtos industrializados que não chegariam a elas de outra forma. Voltando ao Neguebe, os nabateus detinham o monopólio do comércio por um motivo muito simples: sabiam como ninguém dos segredos e armadilhas do traiçoeiro ambiente do deserto, tanto no que dizia respeito à natureza quando à atividade humana.

Longo caminho
Os nabateus adquiriam e vendiam itens oriundos do Extremo Oriente, especialmente da área onde hoje ficam países como a Índia, Tailândia, China e Coreia, cujos povos ainda fazem farto uso de especiarias. A maioria dos produtos chegava daquela região em navios que aportavam em Gaza, de onde eram triados e enviados a vários lugares, como a distante Roma.

As especiarias eram maioria entre os itens, justificando como a rota ficou conhecida. Mas também eram transportados e comercializados produtos como perfumes, madeiras, tecidos finos, ervas, pedras preciosas, medicamentos e metais.

Embora os nabateus fossem nômades e morassem em tendas, construíam arrojados imóveis para seus mortos, como hoje podemos ver em cidades como Petra e Egra, minuciosamente entalhados diretamente na rocha.

Aos poucos, alguns nabateus deixavam a vida itinerante e começavam a se estabelecer nas cidades ao longo da rota, famosos por suas técnicas em represamento de águas, cultivo de uvas, criação de cavalos e entalhes em pedra.

Segredos do deserto
Os comerciantes árabes eram os únicos a dominar alguns segredos da região desértica do Neguebe. Sabiam dos pontos secretos onde a água era encontrada, e sabiam represá-la com competência, construindo sistemas de condução e cisternas, garantindo o líquido sempre fresco e puro para seu povo viajante. E mantinham segredo sobre isso, garantindo seu monopólio na rota por séculos.

Um desses pontos é o Ein Saharonim, onde hoje estão ruínas de uma importante parada da Rota das Especiarias, em que os viajantes descansavam, tratavam dos animais, reabasteciam-se de água e mantinham-se a salvo dos abundantes ladrões e assassinos do deserto. Foram paradas como Ein Saharonim que originaram algumas cidades, que cresciam à sua volta.

Para se ter uma ideia da importância dos nabateus para o comércio da época, eles chegaram até a fornecer betume (asfalto, piche) da região do Mar Morto para os egípcios, que o usavam para atividades como vedação, colagem e até na mumificação de seus cadáveres.

Magreza não é beleza



Você sabia que na Terra Santa existe peso mínimo para modelos?




Para desfilarem nas passarelas em Israel, as modelos precisam apresentar índice de massa corporal (IMC) superior a 18,5. Para se ter uma ideia, a brasileira Gisele Bundchen, por exemplo, que tem IMC de 16,2 , não seria aprovada.

A parlamentar Rachel Adato, autora da lei, disse que fez isso para salvar vidas. “Beleza não é peso abaixo do normal. Beleza não deveria ser confundida com anorexia.”

Israel não foi pioneiro em proibir modelos muito abaixo do peso de desfilarem. A Espanha também aprovou uma lei semelhante, no ano de 2006, em que exige IMC igual ou superior 18.

A legislação também proíbe o uso de imagens em que modelos aparecem abaixo do peso e pede que os anunciantes avisem claramente quando uma foto foi manipulada graficamente.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mezuzah, um símbolo da fé judaica

Caixa tubular em madeira, vidro ou metal, contém um pedaço pequeno de pergaminho e é afixada no umbral das portas






A mezuzah é um símbolo importante da fé judaica, bastante respeitado em Israel. É uma caixa tubular em madeira, vidro ou metal, que mede entre 3 e 4 polegadas, contendo um pedaço pequeno de pergaminho,  e é afixada no mural das portas.

O costume de enrolar o pergaminho e introduzi-lo em um recipiente com uma pequena abertura na parte superior do objeto visa proteger o que nele está escrito.

O nome mezuzah é oriundo de um mandamento da Torá (texto central do judaísmo), que descreve sobre a afixação do objeto, determinando as duas passagens do antigo testamento, em forma de oração, que devem constar nele (Deuteronômio 6:4-9 e 11:13-21).

O artefato sagrado deve ser pregado no umbral direito de cada dependência do lar, sinagoga ou estabelecimento judaico como lembrança do Deus Altíssimo.

A mezuzah é posta a sete palmos de altura do chão, apontando para dentro da propriedade com a extremidade de cima.

É comum os judeus beijarem o objeto, como um gesto de reverência, toda vez que passam pela porta. Dessa forma, eles lembram das orações que estão contidas no pergaminho e dos princípios do judaísmo que elas carregam.

Alguns judeus também tocam o objeto com a ponta dos dedos, quando saem de casa, e repetem os seguintes dizeres: “Que Deus proteja minha saída e minha entrada, agora e para sempre!”

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Muro das Israel



Ao longo dos anos, os judeus têm pregado em frente ao local, crendo ser esse o lugar acessível mais sagrado da Terra





O Muro das Lamentações, ou Muro Ocidental, é considerado o local mais sagrado do mundo para os judeus. Trata-se da única parte do Segundo Grande Templo, erguido por Herodes o Grande, no lugar do Templo de Salomão.

Antes da sua reabilitação, o lugar servia de depósito para incineração de lixo. Pelo fato de a área histórica da construção ser controlada por muçulmanos, os israelitas só têm acesso a essa pequena parte das ruínas.

Muitos judeus e também cristãos do mundo inteiro visitam o local para orar e depositar seus pedidos por escrito. Quando Israel conquistou a Cidade Velha, em 1967, na famosa Guerra dos Seis Dias, foi feito aos pés do muro uma praça, que logo virou local de peregrinação e oração.

O Segundo Templo foi destruído pelo imperador Tito no ano 70 depois de Cristo (d.C.). Segundo historiadores, os soldados romanos deixaram apenas uma parte do muro exterior do santuário, de forma proposital, para que os judeus tivessem a amarga lembrança da vitória de Roma sobre a Judeia (daí o nome de Muro das Lamentações).

Para os judeus, no entanto, o local é uma promessa feita por Deus, na qual afirmou que permaneceria de pé ao menos uma parte do sagrado templo, como símbolo da sua aliança perpétua com o povo judeu.

Desde a antiguidade, tornou-se tradição introduzir um pequeno papel com pedidos entre as fendas do muro. Muitas dessas petições se referem ao regresso à terra de Israel, o retorno de todos os exilados judeus, a reconstrução do templo (o terceiro), e o advento da era messiânica, com a chegada do Messias judeu.

Ao longo dos anos, os judeus têm pregado em frente ao muro, crendo que ser esse o lugar acessível mais sagrado da Terra. 

"José do Egito" estreia na tela da Record


De escravo a governador, personagem bíblico é um exemplo de pureza, paciência, amor e perdão




No próximo dia 30 de janeiro, estreia “José do Egito”, a nova minissérie da Rede Record. A produção conta a história desse importante personagem da Bíblia Sagrada, descrito no livro de Gênesis.

Mais uma vez, a emissora paulista apresenta ao público um drama épico, a exemplo de “Sansão e Dalila”, “Rei Davi” e “Ester” – outras produções bem sucedidas exibidas pelo canal.

José, o personagem central da trama, será interpretado pelo ator Ricky Tavares, na juventude, e Angelo Paes Leme, na fase adulta. O elenco conta ainda com Celso Frateschi (Jacó), Denise Del Velcchio (Lia), Camila Rodrigues (Tamar), Gustavo Leão (Benjamin), Larissa Maciel (Sati), Taumaturgo Ferreira (Potifar), entre outros atores.

A minissérie irá mostrar a saga de um homem fiel a Deus, íntegro e tolerante, que após ser vendido como escravo pelos próprios irmãos é levado para o Egito, onde é injustiçado, caluniado, preso e humilhado, até se tornar governador do país mais desenvolvido naquela época.

Por conta do dom de interpretar sonhos, José prevê fartura e fome para o Egito, ao decifrar as visões que tanto atormentam ao Faraó. O líder do Egito, então, dá a ele o importante cargo e a incumbência de preparar a nação para enfrentar os 14 anos alternados entre abundância e escassez que virão sobre o país.

O favorito do pai
O nascimento de José é considerado um milagre. Filho de Raquel (Mylla Christie), uma mulher estéril e a esposa mais amada de Jacó (Celso Frateschi) – um homem com idade avançada –, ele logo se torna o favorito do pai.

Com o passar do tempo, José se mostra cada vez mais diferente de todos os seus irmãos, filhos de outras esposas. Jacó também deixa transparecer sua nítida preferência pelo caçula, o que faz com que os outros cultivem inveja e ódio pelo menino, passando a desprezá-lo.

Raquel defende José como pode e Jacó sempre lhe dá razão. O jovem hebreu tem bom coração e faz de tudo para conquistar a amizade dos irmãos. Porém, sua inteligência, seu comportamento de quem sabe que é o predileto, e a forma como seu trabalho prospera mais do que o dos outros provocam ainda mais a ira de seus irmãos.

Sucessor de Jacó

Durante o nascimento do seu segundo filho, Benjamin, Raquel morre. Com isso, a situação de José se torna ainda mais difícil. Para piorar, ele recebe uma túnica ornamentada de Jacó, simbolizando que ele foi escolhido como seu sucessor.

José é separado dos trabalhos pesados e passa a ficar mais tempo em casa, tendo a oportunidade de aprender a ler e a escrever em hebraico com o seu pai, e a estudar Matemática, privilégios que só um filho primogênito teria.

Inconformados com a decisão de Jacó e tomados de inveja, os irmãos, incitados por Simeon (Caio Junqueira), decidem dar uma lição em José, atirando-o em um poço fundo e sem saída. Ruben (Guilherme Winter) não concorda em matá-lo, pois teme que Deus lhes cobre pelo crime.

O impasse persiste até que Judá (Vitor Hugo) consegue convencer a todos os irmãos que a melhor alternativa é vender José como escravo. Enganado pelos filhos, Jacó sofre por acreditar que o seu favorito foi morto por animais selvagens, enquanto José é levado ao Egito.

Mas o futuro reserva muitas surpresas para essa família. Quando já não houver mais o que comer em vários lugares daquela região, será José quem alimentará os irmãos que tanto o odiaram no passado. Um exemplo de pureza, paciência, amor e perdão.

Essas e outras emoções poderão ser acompanhadas a partir do dia 30 de janeiro, na tela da “Record”. José do Egito, escrita por Vivian de Oliveira e com direção geral de Alexandre Avancini, será exibida semanalmente, sempre às quartas-feiras, às 21h30.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Mulheres da Bíblia: Lia



Rejeitada, mas fiel e firme até o fim





Uma mulher que sentiu o desprezo do pai ao ser usada em benefício dele. E esse foi só o início do seu sofrimento.

Lia era desprovida de beleza. Filha mais velha de Labão (Gênesis 29: 16-17), foi a primeira esposa de Jacó, que foi obrigado a se casar com ela para conseguir a irmã de Lia, Raquel (Gênesis 29:25-27).

A história dela é marcada pela falta de consideração, de amor, de apreço. Seu pai a usou para ter mais dinheiro. Ao se casar, tinha um marido que não a amava. Depois, sua irmã casou-se com seu esposo e o amor dele era maior por ela (Gênesis 29:30). O desprezo era tanto, que Deus teve compaixão de Lia e a fez mãe antes de Raquel (Gênesis 29:31).

Essa é a prova de que Deus sabia do sofrimento de Lia e a colocou em posição de vantagem em relação a Raquel. O Senhor se mostrou no controle de todas as coisas ao conceder filhos a Lia, e deixou claro que, mesmo que Jacó não a amasse, Ele a amava, cuidava e ajudava a passar pelos sofrimentos.

As “Lias” de hoje
Há incontáveis “Lias” pelo mundo. Aquelas que sofrem pela falta do amor de seu companheiro, do seu pai, de seus amigos. São mulheres desprezadas por sua falta de beleza exterior, usadas por sua posição social ou por sua inteligência.

Um desprezo que as faz se sentirem sozinhas. Mas não estão. A história de Lia ensina que Deus sempre vê nossas aflições e nos ajuda a passar por cada uma delas, honrando, dando alegria e força.

Lia não desistiu. Ela enfrentou tudo aquilo porque amava seu marido. Raquel morre antes dela (Gênesis 35:19) e Deus lhe dá mais essa vantagem: viver mais tempo ao lado de seu amado.

Não desista no meio do caminho, mesmo com tanto sofrimento e desprezo. Deus não se esqueceu de você, Ele só está esperando o melhor momento de agir e de honrar a sua vida.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Mulheres da Bíblia - A mulher hemorrágica



Mesmo sem forças, ela enfrentou uma multidão para tocar nas vestes de Jesus e ser curada





A Bíblia conta a história de uma mulher que havia 12 anos sofria de uma hemorragia. (leia Marcos 5:25-34). Não sabemos o seu nome, mas o seu testemunho perpetua há gerações e tem servido para que outras pessoas também creiam no poder de Deus.

Na época de Jesus, as pessoas seguiam costumes do tempo de Moisés. Neles estava explícito que durante o período menstrual as mulheres tinham que ficar num lugar à parte da sociedade, sozinhas, ou somente com outras mulheres. Quem lhe tocasse seria considerado imundo.

Sofrendo de hemorragia há 12 anos, ela padecera nas mãos de vários médicos, gastara tudo que podia, sem, contudo, obter a cura. Ao contrário, ficara ainda pior.

Mas quando ela ouviu falar de Jesus e de seus milagres não teve dúvidas. Precisava encontrá-Lo. E se apenas tocasse em suas vestes tinha certeza de que seria curada.

Ela rompeu com velhos costumes, que não estavam fazendo diferença em sua vida, e foi em busca de seu milagre.

Com um propósito no coração de que se apenas encontrasse com o Mestre seria curada, ela misturou-se à multidão e tentava a todo custo chegar perto de Jesus. Ela estava sem forças, afinal, há muitos anos sofria com uma hemorragia que devia deixá-la debilitada.

Será que conseguiria chegar perto de Jesus?

Mas a fé faz coisas inacreditáveis. Ela nos impulsiona, nos faz ir além. E movida pela fé, aquela mulher encheu-se de coragem, enfrentou a multidão, tocou nas vestes de Jesus e imediatamente foi curada.
“Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes?” (Marcos 5:30)

Reflexão
Jesus está esperando que toquemos em suas vestes. Não importa a multidão. Basta agirmos com fé, que na hora o milagre acontece.

A última esperança daquela mulher era Jesus. Você já depositou a sua última esperança nas mãos Dele?
A mulher do fluxo de sangue estava sem forças. Saiba que Deus conhece as nossas fraquezas. Ele até diminui o passo, muitas vezes, para que o alcancemos.

Dá tempo de deixar para trás velhos costumes e se lançar com toda fé diante de Deus. De tocar em suas vestes e só sair de lá com a bênção.

E que assim como aquela mulher, você também possa ouvir: “... Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal.” (leia Marcos 5.34)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mulheres da Bíblia: filha de Jefté



Ela aceitou se sacrificar pelo voto de seu pai





Jefté era filho de prostituta e foi expulso de sua terra Gileade para que ele não tivesse família por lá. Depois de algum tempo, os amonitas entraram em guerra contra Israel, que não conseguia vencê-los. Porém, nesse momento, saíram para buscar Jefté para que ele chefiasse a batalha (Juízes 11:1-11).

Antes de guerrear, Jefté fez um voto ao Senhor dizendo que, se ele fosse vitorioso, daria em holocausto o primeiro que saísse de sua casa para cumprimentá-lo depois da guerra (Juízes 11:30-31).

E assim, ele saiu e venceu a guerra. Ao chegar em casa saiu a seu encontro sua única filha, comemorando a sua chegada. Naquele momento, Jefté ficou triste ao lembrar do voto que fez ao Senhor e que teria que cumprir.

Ao contar para sua filha o que tinha falado e prometido diante do Senhor, ela não se opôs, somente pediu para que chorasse sua virgindade por 2 meses, antes de cumprir nela o seu voto (Juízes 11:32-40).

Disposição ao obedecer
A filha de Jefté poderia negar-se a cumprir o voto de seu pai e até mesmo pensar: “O que eu tenho a ver com isso?” Mas não, ela se importou com o que era importante para seu pai e se doou para que o voto fosse cumprido.

Você tem se importado com aquilo que é vital para a pessoa do seu lado ou tem vivido e pensado somente em você? Será que é egoísta até mesmo na hora de agradar a Deus? Será que tem se doado ao outro?

Ela não somente se doou como não quis saber o que seu pai tinha decidido. Ela não perguntou: “O que você fará comigo?” A filha de Jefté não condicionou a vida espiritual de seu pai a qualquer coisa, ela simplesmente obedeceu, mesmo que isso significasse perder sua vida.

Se disponha a ser usada para agradar a Deus. Pense também na outra pessoa que está ao seu lado e faça algo por ela, mesmo que isso seja além de suas vontades e desejos. Que o agradar a Deus esteja acima de qualquer situação.

Mulheres da Bíblia: mãe de Sansão


Ela deu à luz mais um libertador de Israel




A esposa de Manoá era estéril e não tinha filhos. Certo dia, apareceu o Anjo do Senhor a ela e disse que seria mãe de mais um libertador de Israel, um menino consagrado a Deus desde o ventre da sua mãe. Para isso, ela teria que deixar de beber e comer algumas coisas (Juízes 13:2-5).

Porém, Manoá não acreditou na esposa e pediu para que o anjo aparecesse novamente para confirmar o que tinha dito. E isso aconteceu (Juízes 13: 8-13). Assim, ele pôde perceber que sua mulher havia sido fiel no que dissera.Assim como Sara e Rebeca, ela não tinha mais esperança de gerar um filho, até que chegou um anjo e disse que isso seria possível. A diferença é que a esposa de Manoá teve que seguir algumas regras para que seu filho fosse um nazireu (consagrado, dedicado).

Por causa da fidelidade da esposa de Manoá, que Sansão pode ser juiz e defensor de Israel, deixando ser apenas quando desobedeceu a Deus. Porém, sua mãe obedeceu o que o anjo disse até o fim de sua vida, mesmo depois do nascimento de seu filho (Juízes 14:7,8).

Uma mulher consagrada
Podemos dizer que a mãe de Sansão talvez tenha sido mais consagrada a Deus do que ele. Ela seguiu à risca o que o anjo disse e não desistiu, obedeceu ao Senhor acima de tudo.

Ela também pôde ser um exemplo de mãe, pois se consagrou em sua gravidez para que seu filho fosse separado a Deus, desde o seu ventre. Ela ensinou a seu filho desde o início o que era servir ao Senhor.
E você, será que tem se consagrado a Deus? O que tem feito a favor de seu filho, marido e pessoas que ama? As bênçãos podem acontecer ao outro, pelo seu desprendimento e dedicação em agradar a Deus.