terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A abertura do sétimo selo - parte 2


Nenhuma oração que tenha como motivo o Reino e a vontade de Deus ficará perdida, ou cairá no esquecimento





Os termos “as orações de todos os santos” se referem às orações de todos os convertidos de todas as épocas, em dois sentidos:

PRIMEIRO: em relação a Deus, são aroma suave que sobe à Sua presença quando verdadeiros cristãos manifestam dependência dEle, através das suas orações.

SEGUNDO: em relação à Terra, são juízos que têm de acontecer pelo simples fato de que não têm desculpa aqueles que não quiseram a salvação. Se, por acaso, nenhuma pessoa aceitasse o perdão gratuito de Deus, então poderia ser que alguma coisa estivesse errada com o plano da salvação, mas isso não acontece! Então, o erro é dos que não quiseram ou não querem receber a salvação.

Daí a razão dos juízos de Deus. Mas por que este sacrifício de orações dos santos de todos os tempos, oferecido com incenso, é realizado justamente antes do momento em que serão tocadas as sete trombetas de juízo? Por que este acontecimento glorioso está incluído no sétimo selo, após sete dias e meio, ou “cerca de meia hora” (Apocalipse 8.1) de silêncio nos Céus?

Já vimos que os vinte e quatro anciãos, ou os representantes coroados da Igreja arrebatada, prostram se com taças de ouro, cheias de incenso, diante do Cordeiro. Isto acontece no início dos sete selos:

“e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.” Apocalipse 5.8-10

Eles cantam um novo cântico, mas até aquele momento ainda não se falava de respostas às orações. Os próprios remidos glorificados elevam as suas orações perante o Senhor Jesus. Fazem isto como um ato de adoração, na confiança de que o Senhor está disposto a respondê-los completamente. No quinto capítulo eles esperam por uma resposta, mas no oitavo é o próprio Senhor Jesus, na figura de um “outro anjo”, quem as eleva. Ele mesmo, o grande Sumo Sacerdote, leva as orações no incensário de ouro, penetra as com o aroma suave do Seu próprio favor, santifica as com o fogo sagrado e as oferece sobre o altar de ouro, diante do trono do Altíssimo! Aleluia! É como se Ele dissesse ao Seu Pai: Ó Pai, atende às orações de todos aqueles que Eu comprei com o Meu sangue!

Esta solenidade representa o dia da resposta à oração que o Senhor mesmo nos ensinou, quando disse: “venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6.10).

Por isso também nenhuma oração que tenha como motivo o Reino e a vontade de Deus ficará perdida, ou cairá no esquecimento. Por outro lado, aqui está a explicação do porquê de muitas orações não serem respondidas, mesmo quando feitas em o nome do Senhor Jesus.

As orações que não estão dentro do contexto da vinda do Reino de Deus e segundo a Sua santa vontade, ou seja, orações que expressam apenas objetivos mesquinhos, pessoais e egoístas, não são atendidas. Seres poderosos são convocados a derramarem as suas pragas sobre a Terra, para revelar o poder e a glória do Reino de Deus. Aqueles que forem ressuscitados e os arrebatados, que sempre pediram que o Reino de Deus viesse a ser restabelecido, são justamente os atendidos e glorificados!

Quando o Senhor Jesus nos ensinou a orar, pedindo a Deus que viesse o Seu Reino, e que a Sua vontade fosse feita na Terra assim como ela é feita no Céu, Ele queria que todos os Seus seguidores permanecessem neste objetivo, nesta busca, nesta realização, que é a suprema vontade de Deus para este planeta, desde a queda de Adão e Eva. Quando Deus criou os Céus e a Terra, e colocou o homem com autoridade sobre toda a Sua criação neste mundo, Ele tinha o propósito de ter na Sua criatura um cooperador no desenvolvimento do planeta, mantendo com ele permanente comunhão.

Quando Adão pecou, simplesmente entregou a Satanás a autoridade que havia recebido de Deus. Portanto, por intermédio do ser humano nasceu neste mundo o império das trevas, ou o reino de Satanás. O Senhor Jesus, então, veio para resgatar o homem decaído e também implantar o Reino de Deus. Quando fazemos alguma coisa em função do desenvolvimento do Seu Reino, estamos colaborando com Ele no crescimento deste Reino aqui na Terra.

Assim, toda a solenidade grandiosa que ocorre na abertura do sétimo selo significa o estabelecimento do domínio de Deus na Terra. Se, portanto, realiza se justamente neste momento o sacrifício das orações de todos os santos, enquanto os sete anjos estão preparados para tocarem as trombetas dos juízos, então é porque chegou o momento de lembrar das orações que ainda precisam ser atendidas.

Também não podemos nos esquecer que os que são de Deus, e por isto mesmo estão permanentemente orando para que venha o Seu Reino e se faça a Sua vontade, são a razão destes juízos. Quanto mais o Reino de Deus se desenvolve, mais o império das trevas é destruído e mais rapidamente Satanás e seus demônios são enfraquecidos na destruição da humanidade.

Nesse aspecto, todos os obreiros, pastores e bispos da Igreja Universal do Reino de Deus podem testemunhar. Desde que começamos a orar para que Deus viesse a implantar o Seu Reino nos corações de todos os enganados, além de amarrar os principados, as potestades, os dominadores e as forças espirituais do mal, os anjos de Deus começaram também a trabalhar conosco.

Assim, a IURD começou a se desenvolver mais rapidamente, e em todo o mundo. Isso significa que todos os que concordam com Deus, através da oração, passam a ser Seus cooperadores. Isso confirma a Palavra de Deus, que diz: “Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós” (1 Coríntios 3.9). O trabalho de oração perseverante abrevia o tempo da volta do nosso Senhor Jesus Cristo.

Analisemos agora mais esta passagem: “E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto” (Apocalipse 8.5).

O fogo do altar é o fogo do sacrifício que consome; significa, portanto, juízo, e é justamente ele que é lançado sobre a Terra. Os juízos da abertura do sétimo selo trazem consequências tão terríveis e inimagináveis, que chegam a ser divididos em trombetas.

É como se os juízos deste selo viessem gradativamente preparando o resto da humanidade para o dia final. O Senhor Jesus disse com relação a esses dias: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder” (Lucas 12.49).

A abertura do sétimo selo - parte 1



A Grande Tribulação durará sete anos e corresponde à septuagésima semana dos anos de Daniel





“Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora. Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas. Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos. E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar.” Apocalipse 8.1-6

Se a abertura dos seis selos anteriores foram importantes, imagine a abertura deste sétimo, pois dele vêm as sete trombetas, e, em seguida, as sete taças da ira de Deus. Assim, este sétimo selo abre um leque de acontecimentos ainda muito mais importantes do que os anteriores. Temos um paralelo com o Antigo Testamento, pois da mesma forma pela qual os filhos de Israel, durante seis dias, tiveram que dar uma volta por dia em torno da cidade de Jericó, e no sétimo dia sete voltas, para que então as muralhas caíssem, assim acontece com a abertura deste último selo.

Fato semelhante também ocorreu com Jó: os seus amigos viram que o seu sofrimento era tão intenso, que ficaram sentados e calados junto dele durante sete dias. A abertura deste selo nos leva a meditar na infinita paciência de Deus, quando procura prolongar os Seus juízos, a fim de dar aos homens mais tempo para pensarem e, assim, voltarem-se para Ele. Muitas vezes achamos que a justiça divina demora muito, mas a verdade é que Deus não tem prazer na morte do ímpio; por isso, aguarda pacientemente que as pessoas se convertam dos seus maus caminhos.

Voltando aos registros do apóstolo João, vemos que: “Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora”(Apocalipse 8.1). A abertura do sétimo selo trouxe, portanto, como primeira e principal consequência, este silêncio no Céu.É o que o Espírito Santo fala, por intermédio do apóstolo Pedro: “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”. (2 Pedro 3.9).

É interessante notarmos que não foi por meia hora exatamente, mas “cerca de meia hora”, pois no Céu, onde está o trono de Deus, não existe o fator tempo cronológico, uma vez que não existe o sol para determinar minutos, dias, meses e anos. O próprio Deus é a Luz dos Céus. Portanto, tudo lá é um eterno presente, porque lá está Aquele que era, que é e que há de ser! Vejamos o que pode significar este tempo de “cerca de meia hora”:

A Grande Tribulação durará sete anos e corresponde à septuagésima semana dos anos de Daniel. Uma semana de anos tem sete anos, pois cada dia representa um ano. A septuagésima semana corresponde aos sete anos de tribulação. Meia hora são 48 avos do dia que, neste caso, é um ano. Visto que o ano bíblico é contado como ano lunar, de 360 dias, chegamos a sete dias e meio, isto é, esta meia hora corresponderia a sete dias e meio. Acreditamos então que, no sétimo selo, o Senhor Deus, em Sua infinita longanimidade, dá mais sete dias e meio de prazo para que as pessoas possam se voltar para Ele.

Isso também aconteceu no tempo de Noé. Quando ele acabou de construir a arca, e entrou nela com a sua família e os animais, o Senhor lhe disse:

“Porque, daqui a sete dias, farei chover sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites...”(Gênesis 7.4). Deus poderia fazer chover imediatamente após todos terem entrado na arca, mas não! Ele esperou mais sete dias, para então fazer chover. Significa que Ele estendeu a mão por mais sete dias além do já estabelecido! Podemos concluir que o Senhor sempre procura esgotar todo o tempo, para que ninguém se perca.

A abertura do sétimo selo tem consequências terríveis, mas, antes disso, há aproximadamente meia hora de silêncio, como se fosse uma espécie de espera da parte de Deus, para que as pessoas na Terra pudessem reconsiderar os seus caminhos e se voltar para Ele.

Resumindo os selos anteriores, temos, na abertura do primeiro selo, uma voz poderosa que diz “vem” – é possível também traduzir como “vai” ou “adiante”. O mesmo se dá com a abertura do segundo, do terceiro e do quarto selo. A abertura do quinto selo traz um enorme abalo no céu e na Terra; terror e espanto tomam conta de todos os seres humanos. Na abertura do sétimo selo, ao contrário dos demais, não se ouve nenhuma voz e não se percebe nenhum movimento.

Há, sim, uma interrupção que causa reverência: “...houve silêncio no céu cerca de meia hora”(Apocalipse 8.1). Todo o Céu está quieto. Silenciou-se o grandioso louvor de todas as miríades celestiais. Também o louvor dos vinte e quatro anciãos e dos quatro seres viventes, em respeito ao silêncio de Deus e do Cordeiro! O apóstolo João continua o seu registro:

“Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas. Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos.”. Apocalipse 8.2-4

A Bíblia se refere a muitas trombetas. Umas serviam para convocar o povo à guerra, outras eram usadas em festas; havia as que serviam para reunir o povo, as que anunciavam um novo rei e as utilizadas durante a construção do Templo. Todas elas eram tão somente indicações proféticas das trombetas celestiais, cuja plenitude divina vemos aqui: sete trombetas que procedem do sétimo selo. Este é o Dia do Senhor, que abrange um período de juízos de sete anos. O profeta Sofonias o chamou de “dia de trombeta”:

“Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do Senhor é amargo, e nele clama até o homem poderoso. Aquele dia é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas, dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas.”. Sofonias 1.14-16

Parece haver um paralelo entre as trombetas que Gideão deu aos seus trezentos homens e estas que os sete anjos receberam. Naquela oportunidade, Gideão usou apenas as trombetas, os cântaros vazios e as tochas de fogo. Isso foi suficiente para que, da parte de Deus, os midianitas entrassem em desespero e se matassem uns aos outros. No caso do sétimo selo, os sete anjos tocam as suas trombetas para a guerra contra Satanás, e é o próprio Senhor Jesus Quem acaba com ele.

“Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos. E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar.”.Apocalipse 8.3-6

Tudo indica que este “outro anjo” seja o Senhor Jesus Cristo, pois há fortes argumentos que comprovam isto, especialmente quando se faz um paralelo com o sumo sacerdote de Israel. Vejamos: Ele realiza uma tarefa extraordinariamente elevada, que somente o sumo sacerdote do Antigo Testamento tinha o direito e o dever de realizar. Este anjo também se apresenta em dignidade sumo sacerdotal.

Sim, pois fica de pé junto ao altar, e em Israel o altar do incenso se encontrava diretamente diante da face de Deus. E, no caso do Apocalipse, ele está no Céu. E o que faz este “outro anjo”? “...ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono” (Apocalipse 8.3 ).

Ora, não é isso tarefa de sumo sacerdote? E não está escrito a respeito do Senhor Jesus que Ele é Sumo Sacerdote nas coisas referentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo? Vejamos as passagens bíblicas:

“Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.”. Hebreus 2.17 “e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.”. Hebreus 10.21,22

Este “outro anjo” tem de ser o Sumo Sacerdote celestial, que realiza a tarefa do altar com um incensário de ouro, com muito incenso que lhe foi dado, para oferecê-lo juntamente com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro, que está diante do trono do Altíssimo.

Agressividade no relacionamento


Você vive isso?




Apresentável, rico, elegante, simpático e bem-sucedido. Em meio a tantas qualidades, é possível que muitas mulheres queiram se relacionar com um homem visivelmente sem defeitos – aquele que poderia se ajustar aos padrões apropriados para constituir uma família. Porém, imagine se entre tantas características positivas, essa pessoa for agressiva no relacionamento a dois. Neste caso, a relação valeria realmente a pena? Independentemente da situação, não se deixe levar pela aparência, pois ela engana.

“Agressão não é só apenas a forma verbal ou física de ofender uma pessoa. Às vezes, a pior maneira de agredir alguém é ficando em silêncio ou “dando um gelo”. Sendo assim, quando o companheiro percebe que obteve um resultado positivo em cima do outro, inconscientemente aprende que a melhor forma que tem para conseguir algo do seu parceiro é agredindo-o de alguma maneira”, explica o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor -*, bispo Renato Cardoso.

Ele alerta também que tanto o homem que agride a mulher quanto  a esposa que é nervosa com o  marido estão demonstrando, talvez sem querer, uma grande insegurança: “Se eu preciso agredir a pessoa amada para expor meu ponto de vista, que tipo de pessoa eu sou? A Bíblia diz que o homem é humano e pode irar-se, mas quando você tem raiva e não sabe utilizá-la para resolver um problema, você vira vítima dela e acaba destruindo a sua vida”.

“Você que é casado tem que investir tempo no seu relacionamento e maneiras de aprender a conviver melhor e, principalmente, sem crises. Organize as coisas para que passem  mais tempo juntos. O importante é que um aprenda com o outro. Se ela gosta que você a avise dos compromissos, não custa nada informar aonde vai e a que horas pretende retornar”, finaliza.Toda agressividade tem um motivo.

Descubra qual é a causa responsável pelo seu problema, se é ciúmes ou insegurança, e entenda o motivo de você ser assim com o seu companheiro. “Quando o espírito está fraco, qualquer emoção é forte. A pessoa tem que perceber que precisa de ajuda”, ressalta o bispo. Segundo ele, ser homem não é bater na mulher, e sim saber o momento de usar a cabeça, ser inteligente e buscar ajuda.

Ele mudou por mim

A assessora de imprensa Denise Bonetti conta como se livrou das agressividades do marido: “No inicio do namoro ele era muito calmo, atencioso e dedicado ao relacionamento. Depois do casamento fui conhecendo outro companheiro. Ele era mal educado e me tratava mal na frente das pessoas. Quando brigávamos, ele me ignorava, mas nunca chegou ao ponto de me bater, porque eu cortei isso antes”.

Segundo Denise, houve um dia em que ela conversou seriamente com ele, foi franca e apontou o que poderia melhorar: “Expliquei que ele não precisaria mudar os hábitos, mas sim a maneira como conduzia cada situação. Falei que eu sempre fui a favor do casamento, mas ele estava me deixando triste com cada atitude. As palavras foram ouvidas com atenção e meu esposo tem feito o melhor que pode. Só em vê-lo se esforçar já fico contente. A agressividade não existe mais em meu relacionamento”.

Homens da Bíblia: Jefté



Ele cumpriu o seu voto, mesmo sendo uma tarefa difícil





Esse homem não teve uma infância fácil. A mãe de Jefté era uma prostituta, e ele foi expulso de Gileade, sua terra natal, para que não formasse família por lá.

Certa vez, os amonitas estavam em guerra contra Israel, que não conseguia combatê-los. Por isso, foram até Jefté pedir para que ele estivesse à frente da batalha (Juízes 11:1-11). Foi nesse momento que fez um voto ao Senhor: se ganhasse a guerra, entregaria como oferta a primeira pessoa que fosse cumprimentá-lo ao chegar em casa (Juízes 11:30-31).

Porém, Jefté não imaginou o que aconteceria. Ao voltar da guerra, a primeira que saiu para comemorar com ele a vitória foi sua única filha. Mas, mesmo se entristecendo ao lembrar-se do voto, ele cumpriu.

Fidelidade provada
Podemos dizer que talvez Jefté não houvesse levado em consideração que alguém tão querido saísse de sua casa para recebê-lo de volta da guerra. Ele não mensurou como e de que forma ele teria que cumprir o seu voto. Será que ele pensou que seria fácil? Que sairia de sua casa um casal de porquinhos, de bezerros?

Para ele não importou o voto que fez, mas sim o objetivo que ele queria alcançar, que era ganhar a guerra. Porém, Deus o fez lembrar o que prometeu assim que viu sua filha única sair de casa. E, assim, Ele provou a fidelidade de Jefté.

Mesmo sendo algo inimaginável, Jefté teria que oferecer sua filha em sacrifício, assim como ele disse que faria em seu voto com Deus.

Ele poderia desistir, ter feito outra oração pedindo perdão para Deus por não conseguir cumprir o seu voto, até mesmo porque a guerra já estava ganha. Porém, ele foi até o fim com sua palavra, provou que era fiel a Deus.

Será que temos feito votos de tolo? Até onde temos sido fiéis a Deus? Ele tem se agradado de nossos votos?

"Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras." Eclesiastes 5:4-5.

Mesmo que seu voto seja difícil de cumprir, de realizar, por razões humanas, limitações emocionais ou financeiras, vá em frente, faça como Jefté e entregue o que se propôs a Deus, com certeza, Ele verá o seu esforço. Seja aprovado por Deus! 

A Palavra diz que a filha de Jefté chorou sua virgindade e não conheceu homem (Juízes 11:38-40). Alguns estudiosos acreditam que ela foi sacrificada e morreu virgem. Outros afirmam que ela ficou virgem até o último de sua vida.

De qualquer forma, a filha de Jefté foi obediente ao seu pai, se colocando para realizar o seu voto firmado. Assim, pai e filha são exemplos de obediência e fidelidade a Deus.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Apocalipse: A grande tribulação - Parte 2



Será o tempo de domínio cruel da besta que emerge do mar





Haverá um período de aflição incomparável e terrível juízo atingindo toda a Terra. Trata-se de um tempo muito especial, o tempo da angústia de Jacó, conforme registrou o profeta Jeremias: “Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela” (Jeremias 30.7).

Mais detalhes sobre a Grande Tribulação serão dados nos próximos capítulos. Entretanto, é importante guardar algumas palavras chaves sobre a última parte das setenta semanas de anos.
Será o tempo de domínio cruel da besta que emerge do mar: “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia” (Apocalipse 13.1).

No princípio dos últimos três anos e meio, o anticristo romperá a aliança com os judeus, mostrando se no templo e exigindo veneração divina.

É justamente a respeito disto que o Senhor Jesus diz: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)” (Mateus 24.15). A profecia de Daniel diz: “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” Daniel 9.26,27

A interferência ativa de Satanás, que manifesta grande cólera e dá a sua autoridade à besta, é outra característica catastrófica da Grande Tribulação, conforme diz o apóstolo João: “e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta...” (Apocalipse 13.4).O apóstolo Paulo também se referiu a esse tempo, na sua segunda carta aos cristãos de Tessalônica, dizendo: “o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2 Tessalonicenses 2.4).

Nesta época, os demônios desenvolverão uma atividade nunca vista até então. Será o tempo dos terríveis juízos causados pelo derramamento das taças da cólera de Deus, conforme o décimo sexto capítulo do Apocalipse.

Assim, sabemos exatamente de qual situação vem a grande multidão (Apocalipse 7.9). Com isso chegamos à pergunta: Quem são as pessoas desta grande multidão?

São pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas. Pessoas que conhecíamos e que eram cristãs apenas de nome. Elas desprezaram a advertência do Senhor Jesus, quando disse: “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mateus 24.44).

Muitos desses cristãos serão deixados para trás, porque não deram importância à proximidade do arrebatamento e não se prepararam, exatamente como no tempo de Noé. O próprio Senhor adverte: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” Mateus 24.38,39

As pessoas, no tempo de Noé, só perceberam o que estava acontecendo quando já era tarde demais. Exatamente assim será o arrebatamento. Muitos que hoje não dão importância chegarão naqueles dias à fé viva no Senhor Jesus Cristo. Eles se arrependerão e se converterão em meio às lágrimas.

Mesmo convertidos, continuarão sofrendo, pois serão dias muito difíceis. Se está escrito “Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum” (Apocalipse 7.16), podemos então imaginar o que eles terão de passar antes de se juntarem à multidão inumerável.

Durante a Grande Tribulação haverá muita fome e sede na Terra, porque tudo estará destruído. Agora podemos entender melhor as palavras do Senhor Jesus: “Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado” (Mateus 24.19,20).

Deus mesmo habitará sobre eles e será a sua proteção, razão pela qual se acham diante do trono de Deus e O servem de dia e de noite no Seu santuário; e Aquele que Se assenta no trono estenderá sobre eles o Seu tabernáculo.
O problema é que a fome e a sede certamente irão sacrificar adultos e crianças. Além disso, eles terão que sofrer sob o extremo calor do sol, pois quando ocorre a visão no Céu, é prometido a eles que esta aflição também acabará para sempre: “...não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum” (Apocalipse 7.16).

Concluímos que aqueles que ficarem para trás sofrerão os horrores da fome; da sede; do sol; do ardor da angústia e do desespero, que nunca e jamais podem ser comparados com as pequenas tribulações pelas quais o cristão passa hoje.

Perseguições, prisões, humilhações e todas as formas de provações por que temos passado aqui, antes do arrebatamento, não devem e nem podem ser levadas em consideração diante daquilo que os novos convertidos durante a Grande Tribulação irão passar! Dessa grande multidão (Apocalipse 7.9) fazem parte não só muitos cristãos “de fachada”, os quais se converteram posteriormente, mas sem dúvida alguma muitos milhões do chamado Terceiro Mundo, que ainda não conhecem a mensagem do Evangelho.

Este é o motivo pelo qual temos de espalhar a mensagem da salvação o mais rápido possível, por todo o mundo, especialmente para os que vivem em condições de miséria.

Muitas pessoas, que têm aceitado o Senhor Jesus, desanimam e voltam à vida anterior, por causa dos problemas do cotidiano. Mas com os apertos da Grande Tribulação, com certeza elas irão se lembrar da mensagem da salvação no Senhor Jesus e irão se voltar para Ele, de todo o coração

Apocalipse: A grande tribulação



Quando o anticristo se manifestar, o caos na Terra começará e, então, será tarde demais para muitos





O Senhor Jesus confirmou as palavras dos profetas do passado, com relação à Grande Tribulação, quando proferiu o sermão profético. Muito se tem escrito a esse respeito, e também muitos têm interpretado esse tempo de agonia profunda de maneira diversificada.

Dentre várias interpretações, há aquela que não só corresponde ao sentido literal da Bíblia, mas também à progressão e rapidez dos fatos caóticos que se sucedem a cada dia no nosso planeta.
Sendo assim, acredita se que a Grande Tribulação terá duração de sete anos. Mas considerando a Grande Tribulação propriamente dita, ela começará na segunda metade da septuagésima semana de anos.

Os primeiros três anos e meio da tribulação são o tempo do engano mundial com o anticristo; especialmente do engano de Israel. A Grande Tribulação acontece na segunda metade dos sete anos.

Alguns teólogos creem que o atual líder da Babilônia será substituído por outro, convertido do judaísmo à religião que se diz dominante. Isto será feito com vistas ao principal objetivo da Babilônia, que é transferir a sua sede mundial para Jerusalém.

A História registra que essa ambição babilônica tem sido buscada ao longo dos séculos, pois os sacerdotes da Babilônia não podem admitir que a sua religião tenha a sua sede mundial justamente no mesmo lugar em que foram cometidas as maiores atrocidades contra os verdadeiros discípulos do Senhor Jesus, e no mesmo chão onde foi derramado o sangue de milhares de inocentes!

Este tem sido o espinho atravessado na garganta da Babilônia! E aí também está a razão pela qual a sua sede mundial não tinha relações diplomáticas com Israel.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o líder supremo da Babilônia deu um grande passo para chegar ao seu objetivo: colaborou com o partido nazista, a fim de eliminar todos os judeus da Europa e, assim, impedir que o Estado de Israel pudesse ser novamente erguido. Mas é como está escrito: “Ele frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita” (Jó 5.12,13).

Mas como o próprio Deus já havia determinado a reconstrução do Estado de Israel, nem toda a força política do mundo pôde impedir que isto se tornasse realidade.
O fato de a Babilônia ter sido conivente com Hitler na matança de seis milhões de judeus – além de mais de cinquenta milhões de pessoas durante toda a Segunda Guerra Mundial – ocorreu porque ela mantém bem viva a sua obsessão antiga.

O próximo líder supremo da Babilônia, como vimos, deverá ser um ex-judeu, e se isto acontecer, então que a Igreja do Senhor Jesus se prepare, pois o fim terá chegado!

Das Escrituras Sagradas podemos concluir que a Tribulação começa com a assinatura de uma aliança entre a Babilônia, representada pelo anticristo, e Israel. Isso acontecerá tão logo ocorra a morte do atual líder babilônico.

Tudo se dará muito rápido. A mesquita muçulmana em Jerusalém deverá ser destruída por um terremoto, e quase que imediatamente se construirá o terceiro templo dos judeus, e os serviços de sacrifícios judaicos entrarão automaticamente em vigor. Daniel profetizou a esse respeito, dizendo: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” Daniel 9.27

Ora, este “ele” se refere ao anticristo, e o “assolador” nos remete ao domínio cruel da besta. Durante a metade da primeira semana, o anticristo fará aliança com Israel e permitirá que seja reconstruído o terceiro templo, no lugar da mesquita muçulmana.

Mas após três anos e meio ele fará cessar os sacrifícios e a oferta de manjares. É justamente aí que ele será identificado como inimigo número um de Israel; mas então será tarde demais.

Apocalipse: A visão dos mártires na glória



Os juízos de todos os selos fazem parte deste grande e terrível Dia do Senhor, mas cada um dos seus acontecimentos pode representar um período de meses, e até anos





“Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.
Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!
Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram? Respondi-lhe: meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro, razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.” Apocalipse 7.9-17

Diante disso, podemos resumir a abertura do sexto selo em três visões:

Primeira: catástrofes cósmicas, as quais enchem os homens de perplexidade, medo e terror; o sol fica negro como saco de crina, a lua como sangue e a Terra é abalada por um enorme terremoto.Os fatos do sexto selo continuam a se desenvolver, só que desta vez a visão do apóstolo passa exclusivamente para o Céu, onde ele vê a grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. 

Segunda: em meio a esse juízo, é incluída uma pausa por causa dos cento e quarenta e quatro mil de Israel, que ainda devem ser selados.

Terceira: a grande multidão, vestida de branco e com palmas nas mãos.

A primeira visão se refere a acontecimentos no nosso sistema solar, tendo a Terra como palco das maiores catástrofes envolvendo a vida no planeta. A segunda, ainda na Terra, refere-se à selagem dos cento e quarenta e quatro mil dos filhos de Israel, que se converterão ao Senhor Jesus durante a Grande Tribulação.

Já a terceira visão passa para o Céu, onde encontramos a grande multidão que ninguém podia contar. Mesmo assim, o conteúdo desta terceira visão faz parte das duas primeiras, pois o grande e terrível Dia do Senhor não pode ser compreendido como as vinte e quatro horas que compõem um dia comum.

Os juízos de todos os selos fazem parte deste grande e terrível Dia do Senhor, mas cada um dos seus acontecimentos pode representar um período de meses, e até anos.

Esses mártires que vieram da Grande Tribulação não têm nada a ver com a Igreja arrebatada. Esta, como já vimos, está representada pelos vinte e quatro anciãos, coroados, assentados no trono, naturalmente, reinando com o Senhor Jesus. Esses mártires não estão assentados, mas de pé. Levam palmas nas mãos e não têm coroas nem tronos. A Igreja aparece no seu lugar celestial, antes da abertura do primeiro selo, mas os mártires só aparecem diante do trono no momento em que o juízo na Terra é realizado no sexto selo.

A Igreja glorificada já estava no Céu antes que soasse a hora da provação (Apocalipse 3.10), porque era digna de escapar de todas essas coisas (Lucas 21.36). Mas esta grande multidão, portadora de palmas nas mãos, passa pela Grande Tribulação e só alcança o Céu a partir daí.

A Igreja do Senhor Jesus é chamada de “reino e sacerdote”: “e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra” (Apocalipse 5.10). Mas os mártires da Grande Tribulação são chamados “servos”: “razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo” (Apocalipse 7.15).

À primeira vista, pode parecer que esta grande multidão de mártires foi salva em meio aos acontecimentos catastróficos do sexto selo, mas não! Um dos anciãos respondeu à sua própria pergunta, dizendo: “...São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7.14).

Esta grande multidão é apresentada depois que já passou toda a Grande Tribulação. Naturalmente, essa visão é antecipada. Na verdade, é uma visão final de todos aqueles que enfrentaram a besta, o anticristo, ao longo da tribulação.

São aqueles que foram convertidos, permaneceram fiéis ao Senhor Jesus e guardaram a fé cristã depois que se abriram todos os selos, tocaram se todas as trombetas e se derramaram todas as taças da cólera, e, por isso, tiveram de pagar com a própria vida.

É claro que o martírio desta grande multidão é algo inimaginável, porque inimaginável também será o período da Grande Tribulação. Daniel viu este dia e disse: “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo...” (Daniel 12.1).

O Senhor Jesus, referindo-se também a esse tempo, disse: “porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais” (Mateus 24.21).

Mas justamente durante esta tribulação mais cruel, mais terrível e sem igual, surge um número incrivelmente grande, que não se pode sequer contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, de pessoas que sobrepujaram todas as tribulações e que venceram, para a glória do Senhor Jesus Cristo!

Apocalipse - Falsos cristãos



Judas é um exemplo de pessoa que mesmo dizendo crer em Deus, ainda continua tendo uma má índole





Sabemos, por exemplo, que Judas Iscariotes traiu o Senhor Jesus; por isso, foi excluído do grupo dos doze apóstolos.

Ele, porém, esteve com o Senhor durante todo o Seu ministério terreno. Por que ele acabou traindo o Senhor, apesar de ter tido o privilégio de ver as maravilhas de Deus com os seus próprios olhos?
O que acontece é que o seu mau caráter não havia saído de seu interior. Ele nunca havia se convertido, mas sim se convencido ao Senhor, por causa dos milagres que testemunhou. E quando a oportunidade lhe apareceu, a sua natureza maligna revelou quem ele realmente era: um instrumento do diabo.

No perfil de cinco das sete igrejas da Ásia, quando o Senhor Jesus lhes descobre a nudez, também verificamos a indecência de caráter. Para algumas há elogios e repreensões; para outras, apenas represálias; mas para Esmirna e Filadélfia há apenas elogios.

Ora, talvez essa substituição da tribo de Dã seja um alerta para a Igreja, ou para as pessoas que têm apenas fachada cristã, isto é, aquelas que no seu exterior apresentam todas as características cristãs, mas no íntimo, no coração, não têm nada a ver com o Senhor Jesus Cristo.

Tais pessoas são convencidas à fé cristã, e não convertidas a ela. Talvez o fato de pertencerem a uma denominação cristã, de darem suas ofertas e de até serem fiéis nos dízimos, torne-as convictas de que os seus nomes estão arrolados no Livro da Vida.

Os seus frutos, todavia, são totalmente avessos aos do Espírito Santo. O Senhor Jesus disse: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5.20).

Cremos que a exclusão da tribo de Dã representa também a exclusão de muita gente que pensa que participará das bodas do Cordeiro.

Para com esta tribo, ela interrompe o seu cântico e pergunta: “...e Dã, por que se deteve junto a seus navios? Aser se assentou nas costas do mar e repousou nas suas baías” (Juízes 5.17).No tempo da juíza Débora, Israel teve uma brilhante vitória sobre os cananeus. Por causa disso, ela entoou um cântico de triunfo, referindo se à coragem e bravura das tribos de Israel, que participaram daquela batalha, com exceção de apenas uma: a tribo de Dã.

Quer dizer, a tribo de Dã fugiu da luta, mesmo sendo uma das mais fortes de Israel. Dã simboliza o grupo de cristãos falsos e covardes.

O seguidor do Senhor Jesus Cristo tem dentro de si o caráter dEle. Quando a pessoa mostra covardia diante da luta é porque não está absolutamente segura da sua fé cristã. Ela mantém a sua fachada ilusória de cristã enquanto tudo vai bem, mas quando surgem as batalhas, ela se acovarda e foge.

Assim foi com Judas Iscariotes. Ele era um judeu como os demais apóstolos; portanto, do mesmo povo do Senhor. No entanto, veio a ser o traidor de Jesus. Cremos que este será também o perfil do anticristo: um traidor da nação de Israel; um judeu convertido à Babilônia, que chegará a ser o seu líder supremo.

Então, manifestar-se-á nele a natureza do anticristo, o perseguidor implacável dos cristãos convertidos. Devemos estar atentos para a eleição do próximo líder máximo da Babilônia. Se ele tiver origens judaicas, então é certo que será o próprio anticristo.

A substituição da tribo de Dã pela tribo de Manassés deve ter também esse sentido, pois o anticristo deverá ser um judeu natural, pertencendo a uma das tribos de Israel.

A tribo de Dã é justamente aquela que tem todas as características para gerar o anticristo. Não foi à toa que Jacó, o seu pai, chamou-o de “serpente e víbora”. 

Homens da Bíblia: Absalão



Um filho sem amor pelo pai





Absalão é um dos 70 filhos de Davi e, apesar de dar abrigo à sua irmã Tamar quando foi violentada pelo meio irmão Amnom, ele não pode ser um exemplo de amor.

Esse foi somente um motivo para que Absalão aumentasse ainda mais o seu ódio contra Amnom, a ponto de combinar para que ele fosse morto. E assim aconteceu (2 Samuel 13: 23-29).

Ele também não nutria amor por seu pai Davi, mas sim ódio. Absalão saía por Israel iludindo o povo, dizendo que ele seria um juiz mais justo se fosse rei (2 Samuel 15:1-6). Além disso, ele enviou homens pelo reino para dizer que ele era o novo rei de Israel (2 Samuel 15:10-11).

Foi dessa forma que Absalão organizou uma forte rebelião contra Davi, que foi forçado a deixar o palácio, abandonando suas mulheres e concubinas (2 Samuel 15:13-16).

Para voltar para o seu reino, foi preciso guerrear contra o seu próprio filho. E assim os servos de Davi lutaram contra o povo de Israel que seguia Absalão. Porém, o mulo que montava passou debaixo de orvalhos que o pegaram pela cabeça e o suspenderam, o deixando dependurado.

Um dos servos de Davi, vendo aquilo e sabendo da ordem do rei de não matar seu filho, contou para Joabe, um dos capitães desse combate. Mas esse não se importou e jogou três dados no peito e ainda entregou Absalão a 10 homens, que o mataram (2 Samuel 18).

O fim daqueles que não amam
Ouvimos muitas histórias de filhos rebeldes, que não obedecem ao pai e, muitas vezes, chegam até mesmo à violência e à morte. Quantos “Absalão” há espalhados pelo mundo?

E haverá muito mais se as pessoas não se abrirem para entender Deus e viver segundo seus preceitos.

O ódio se espalha rapidamente porque as pessoas estão a cada dia mais egoístas, fechadas para amar o próximo, independentemente de sua raça, cor, idade.

Que haja corações abertos para amar, mesmo aqueles que pensam, agem e acreditam de forma diferente. O amor pode e deve ser um dos testemunhos de Deus.

Um amor verdadeiro pode acabar?



Depende de como o casal passará pelas mudanças da vida





Quem nunca fez juras de amor eternas e não conseguiu entender como o relacionamento perdeu a graça e o sentido? Isso tem uma explicação. Segundo a psicóloga Alice Lewi, um amor verdadeiro pode acabar, pois nada na vida é estático. “Uma coisa que faz sentido em uma fase da vida, em outra pode não fazer. O fato de um relacionamento acabar, não quer dizer que o sentimento não foi verdadeiro”, explica ela

É importante entender que o amor faz parte de uma das fases de um relacionamento. “São etapas distintas, que se desenvolvem: a paixão é o primeiro momento, onde a pessoa fica pensando em seu companheiro o dia todo, tem aquela ansiedade para vê-lo. Se apaixona pela projeção que faz da relação, por uma ideia do que pode vir, e isso é um processo natural. Já o amor é a segunda fase, quando o relacionamento se mantém e há a possibilidade de conhecer a pessoa que realmente o outro é, em vez do que foi imaginado e projetado anteriormente. É nessa fase que se começa a admirar, querer compartilhar e conviver, apesar das diferenças”, explica a psicóloga.

No amor, não dá para se sentir acomodado, pensando que já conquistou o companheiro. “É preciso dar atenção, ter interesse genuíno, dar carinho, estar ao lado, ser cúmplice. Na rotina, deve-se encontrar momentos juntos, só os dois, e aceitar o outro como ele é”, enfatiza.Para Alice, o amor não é arrebatador como a paixão e possibilita viver junto, por isso é importante saber como manter o relacionamento. “Cada relação é única, o que faz sentido para um, pode não fazer para o outro. Uma relação amorosa, assim como qualquer outra, precisa ser cultivada.”

O próximo passo
Romper um relacionamento amoroso é sempre doloroso, para ambos. “Quando a gente se apaixona por alguém, investe na relação, e quando isso termina, em geral, é doloroso para os dois, mesmo que não pareça. Pode ser chamado de um pequeno luto, pois toda a expectativa que se colocou na pessoa precisa ser retirada, e isso é um processo doloroso”, pontua Alice.

A engenheira química Paula Cerqueira, de 28 anos, conta que passou pela separação de um noivado e pensou que nunca mais sairia daquele momento de dor. “Eu o amava, mas ele não mais. Rompeu o noivado comigo a 3 meses do casamento. Eu perdi o meu chão, não saí de casa por semanas e senti aquela dor por muito tempo. Hoje estou namorando outra pessoa e percebo o quanto tudo foi positivo, pois cresci e tive que melhorar muitas coisas no meu comportamento, para que eu não sofra novamente.”

Para a psicóloga, é importante dar o próximo passo depois de sofrer uma decepção amorosa. “Há pessoas que ficam presas neste processo e não conseguem passar da fase do sofrimento. Com o tempo, há uma reflexão sobre tudo que levou ao rompimento, inclusive o que ela também fez de errado, podendo amadurecer e se fortalecer. É preciso se abrir para o novo, porque fechar esta possibilidade envolve uma perda muito grande para a vida de qualquer pessoa.