domingo, 14 de outubro de 2012

Homens da Bíblia: Hamã



Ele morreu em sua própria armadilha





Querer sempre mais, não importando como e quem atingir para isso. Hamã era esse tipo de pessoa, que, além de ser ambicioso sem pensar nas consequências, queria sempre receber honras e reconhecimento.

Por ordem do rei Assuero, todos teriam que se prostrar quando ele passasse, porém, Mardoqueu era o único que não fazia isso. Esse fato fez com que Hamã ficasse com raiva dele (Ester 3:1-5). 

Hamã começou a mostrar-se a partir deste momento, pois esse foi o motivo pelo qual buscou o aval do rei para matar os judeus, já que Mardoqueu tinha essa origem (Ester 3:7-15). E assim, ele preparou uma forca para Mardoqueu, valendo-se da lei do rei que ordenava matar todos os judeus (Ester 5:9-14).

Porém Hamã não esperava que Mardoqueu e Ester fizessem com que o rei soubesse do que estava acontecendo (Ester 7:5-6).

O início do fim

Hamã não sabia, mas a forca que ele preparara para Mardoqueu seria usada por ele (Ester 7: 9-10).
Isso porque ele nunca pensou que suas atitudes seriam descobertas, acreditou que pudesse usar a confiança do rei para seus próprios interesses pessoais. Porém, sua autoconfiança exacerbada e sem limites foi o que o levou à morte.

Assim como Hamã existem várias pessoas que só conseguem ver seus próprios interesses, são mesquinhas e priorizam a valorização de sua imagem perante os outros. Não importa o que e de que forma farão para alcançar o que querem, o que vale para elas é chegar até o objetivo.

Cuidado, você pode estar cavando sua própria cova ou, assim como Hamã, armando sua própria forca.

Pense quais são os seus objetivos e o que tem feito para alcançá-los. Se perceber que está deixando pessoas de lado, tomando atitudes incabíveis e ainda usando seus contatos pessoais para transpor regras, você pode estar em um caminho sem volta.

Volte-se a Deus, coloque sua vida diante Dele e assim sua honra e seu reconhecimento virão quando menos esperar, de forma natural e honrosa.

“... mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9

sábado, 13 de outubro de 2012

Canalizando o ódio



Saiba como o ódio de José fez dele o governador do Egito





A Bíblia mostra que José teve uma vida de montanha-russa. De filho preferido a rejeitado pelos irmãos, ele foi vendido como escravo, preso por injustiça, e por fim, tornou-se governador. (leia a história em Gênesis 37-50)

Ele tinha tudo para ter ódio dos irmãos; da mulher do patrão que armou contra ele; e do patrão que o lançou no cárcere. Mas ele não usou aquele ódio ou raiva contra as pessoas, nem contra Deus e muito menos contra si mesmo, lamentando da vida.  

Em vez disso, deu tudo de si, fez o melhor em tudo. E o desempenho, espírito excelente, confiança na justiça e na promessa de Deus, fizeram com que ele perseverasse até ser exaltado no final.

Lições: 

1. Você deve ficar com raiva da injustiça, mas não usar essa força de maneira errada;

2. Use a sua raiva, o seu ódio, para dar o melhor de si em tudo, e assim chamar a atenção de todos e de Deus. O espírito que José tinha fez com que ele chamasse a atenção dos homens e de Deus. Por isso foi exaltado;

3. Quem tiver o mesmo espírito terá sucesso na vida. 

Costumes da Bíblia - A música



Instrumentos e canções estão presentes em vários trechos bíblicos, principalmente no livro de Salmos




Em vários trechos da Bíblia, a música está presente. Adoração e festejos ao som de instrumentos eram bastante frequentes. “Louvor”, em seu equivalente hebraico (hallel), deriva de uma palavra que significa “fazer barulho”. Daí vem o costume cristão de que louvar a Deus deve ser feito, em uma de suas muitas formas, em voz alta. Do grego psalmosvem “Salmos”, com o sentido de “canção acompanhada por instrumentos”, que dá nome ao livro do Velho Testamento citado até mesmo por Jesus algumas vezes. O título do mesmo livro em hebraico éTehillim, “canções de louvor”.

As bandas do Antigo Testamento eram compostas por músicos que improvisavam a partir de uma melodia básica. Era comum, também, que todos tocassem ao mesmo tempo, ao invés de buscar uma harmonia.

No Antigo Egito, o papel dos músicos era intenso. Não são raros os registros em desenhos de pessoas com seus instrumentos nas paredes das edificações egípcias, revelados pelos arqueólogos.
Davi chamou muita atenção por ser rei e um grande guerreiro, mas a música estava presente em sua vida quase diariamente, desde quando era um simples pastor. Ele era um exímio tocador de lira e harpa, arte que continuou a praticar quando já era monarca – como na ilustração acima, liderando a banda em desfile pelas ruas.

Instrumentos

A já citada lira era um instrumento pequeno e leve, com oito ou dez cordas, fácil de carregar. Sua “prima” maior era a harpa, que tinha de 10 a 20 cordas. Costumava ser muito usada no Templo de Salomão, nos cultos, tocada por levitas.

O tamborim era um instrumento de percussão bem simples, que consistia em uma pele animal fortemente esticada ao redor de um aro de madeira, o que lhe conferia um som potente mesmo a um pequeno toque das pontas dos dedos.

O címbalo também aparece nos textos bíblicos, e podemos vê-los até hoje em bandas: um par de pratos rasos de metal, que vibra quando batidos um contra o outro, com um som estridente. Posteriormente, foi adaptado como parte das modernas baterias.
O sistro era um bastão com um arco na ponta, com três ou quatro varas de metal que o atravessavam, com discos móveis nelas que retiniam conforme o instrumento era sacudido (ao lado, um afresco milenar em que a rainha egípcia Nefertiti tem um sistro na mão).

A flauta era facilmente carregada até mesmo por crianças, e muitas vezes era seu primeiro instrumento, feito de bambu, madeira ou osso. Não era tão utilizada para adoração, mas bem popular em reuniões sociais ou como distração – era bem usada por pastores, para aplacar a solidão nos pastos longínquos, além de ter um efeito calmante nas ovelhas.

Nos tempos do Tabernáculo, era usada uma trombeta para convocar o povo de Israel para algum pronunciamento ou para adoração. Podia ser feita de prata ou outros metais leves.

A trombeta de chifre de carneiro (também posteriormente feita em madeira ou metal) foi usada por Josué e seus homens ao redor de Jericó, até suas muralhas ruírem.

Outro instrumento de sopro com som potente era o shofar (foto abaixo), uma trombeta especial feita com chifres maiores de carneiro. Tinha dois sons distintos, que mudavam conforme o sopro, e era utilizado em cerimônias especiais e solenidades.



Os salmos

Uma das definições da palavra “salmo” nos dicionários modernos é a de que eram cânticos sagrados realizados pelos hebreus. Os belos versos que lemos hoje no extenso livro dos Salmos são letras dessas canções de louvor, geralmente acompanhadas por instrumentos de sopro ou cordas. A Davi é atribuída a autoria da maioria das composições, tanto de letra quanto de música.



Algumas versões bíblicas têm termos muitas vezes incompreendidos pela maioria no livro dos Salmos, geralmente entre colchetes ou parênteses, no início ou no final dos versos.

[Masquil de Davi para o músico-mor, quando Doegue, o edomeu, o anunciou a Saul, e lhe disse: Davi veio à casa de Abimeleque] Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus permanece continuamente.
Salmos 52:1

“Masquil”, por exemplo, assim como “mictão” e “sigaiom”, se referem ao modo como a música deveria ser tocada e cantada.

“Reinos da terra, cantai a Deus, cantai louvores ao Senhor. (Selá.)”
Salmos 68:32

“Selá”, por sua vez, indicava uma pausa no cântico, enquanto os instrumentos continuavam a tocar. Nesse intervalo, tanto podia haver somente a ausência da letra quanto era possível entrar palavras recitadas (poemas ou um pequeno trecho de adoração ou de sermão).

As letras

Os salmos falam de vários assuntos ligados à relação diária do homem com o Senhor: glória, o senhorio de Deus, o perdão, o arrependimento, a alegria, as batalhas, o sofrimento e vários outros.
Há diferentes categorias de salmos. Os “cânticos de romagem” (Salmos 120 a 134) foram compostos para que peregrinos os cantassem durante suas viagens a Jerusalém. Os salmos de hallel (louvor), do 113 ao 118, eram cantados durante festas sagradas, como a de Páscoa e a dos Tabernáculos.

Às vezes, os salmos não parecem, para nós ocidentais, letras de canções ou poesia. Isso ocorre pelo fato de a poesia hebraica funcionar de um modo bem diferente do que conhecemos. Enquanto estamos mais acostumados ao padrão que usa rima e métrica, os versos dos hebreus utilizam mais os jogos de palavras, acrósticos (cada linha ou estrofe começa com a letra seguinte do alfabeto) e o paralelismo – uma ideia expressa em um verso é reformulada no seguinte, gerando uma repetição, um complemento e até mesmo um contraste.


Mas uma característica em comum entre a poesia hebraica e a nossa é o emprego da aliteração: a repetição de sons consonantais idênticos ou semelhantes em um verso ou em uma frase, especialmente as sílabas tônicas.

Para nós, embora a música faça parte do louvor em nossos dias, prevalece o sentido dos versos dos Salmos para adorarmos a Deus ou para entendermos melhor nossa relação com Ele.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Novo formato familiar pede mais dedicação aos filhos



Não depende do tempo, mas sim da qualidade do convívio





Hoje em dia podemos ver maridos que aceitam, concordam e até mesmo estimulam que suas esposas trabalhem e estudem, enquanto isso, eles adquirem a responsabilidade dos afazeres domésticos. Porém, mesmo dessa forma, a maior parte das responsabilidades acabam por ficar sob a incumbência da mulher.

Essa é uma situação com a qual a sociedade ainda está em fase de adaptação, na medida em que os casais vão se adequando. Porém, a criança continua precisando da dedicação de ambos. “A qualidade do relacionamento entre eles não está no tempo, mas na qualidade do contato. Os pais devem priorizar não necessariamente as horas de atenção, mas sim o que fazem junto com os filhos”, ressalta a psicóloga Roseleide da Silva Santos.

Segundo ela, a questão toda está na observação que os pais fazem de seus filhos. “Devem olhar para a criança e conseguir ver a necessidade dela, e não suprir a sua própria culpa por não estar com ela, comprando tudo o que o pequeno desejar.”

É essa culpa que os pais sentem pela falta de tempo que estraga o contato e a relação entre eles. “Esse sentimento faz com que os pais sintam a necessidade de compensar, não estabelecendo limites e sendo permissivos. Dessa forma, a criança cresce sem parâmetros”, chama a atenção a psicóloga.

Conciliar tudo

Para conseguir entrar em harmonia com tudo o que acontece em sua volta é preciso saber conciliar sem se cobrar. “Trabalhar também é prioridade tanto quanto cuidar dos filhos, a questão é não exigir ser 100% em tudo. Se aceitamos a nossa condição hoje, de fazer muitas coisas, mas sem sermos assertivos em tudo, a culpa não irá existir.”

Roseleide explica que há sim a necessidade biológica dos pequenos de estar com a família, mas eles não se sentem prejudicados por não estar o tempo todo na presença dos pais. “Quem considera que isso acarretará um prejuízo são os adultos. Na escola, com a companhia dos amigos da mesma idade, eles poderão dividir suas experiências e aprender cada dia mais.”

O que faz mesmo a diferença é o tipo de interação que haverá entre pais e filhos. “Aquela conversa sobre o que fez o dia inteiro, a manifestação de afetividade, de carinho, a atenção e a qualidade do tempo de dedicação fará com que a criança sinta e perceba a importância que ela tem para seus pais. Não é preciso fazer grandes coisas juntos, mas sim estar junto, independentemente do cansaço e do estresse do trabalho”, finaliza Roseleide.

Homens da Bíblia: Elcana


Ele apoiou sua esposa no voto que fez ao Senhor





Elcana era um homem que tinha duas mulheres: Penina e Ana. A primeira era fértil e tinha filhos, mas a segunda sofreu por não conseguir lhe dar herdeiros (1 Samuel 1:1-2).

Porém Ana, depois de muito sofrer com as provocações de Penina, estava muito triste e fez um voto com Deus: se Ele desse um filho a ela, esse seria entregue para servi-Lo em Sua casa (1 Samuel 1:9-11). E assim ela foi mãe de Samuel (1 Samuel 1:20).

Todos os anos, Elcana oferecia a Deus um sacrifício, e depois que Samuel nasceu, Ana não o acompanhou, como fez toda a família, pois somente faria isso após seu filho desmamar, para cumprir sua palavra perante o Senhor. O detalhe é que Elcana concordou (1 Samuel 1:21-22).

Estar em união no voto

Elcana teria todo o direito de interferir na decisão de Ana, já que ele era seu marido e pai de Samuel. Mas não o fez.

O interessante é que em nenhum momento Elcana questionou Ana sobre os motivos que a levaram a oferecer ao Senhor algo que ela tanto desejava e que tanto custou. Ele somente entendeu e apoiou.

Para uma mulher, não ter a possibilidade de engravidar é algo que traz tristeza e, muitas vezes, trauma. A posição de Elcana de não se opor à decisão de Ana mostra justamente que ele entendia o sofrimento de sua esposa.

E quantos são os maridos que não entendem o sofrimento de suas mulheres? Antes mesmo de tentar entendê-las, criticam, julgam e inteferem naquilo que a fará felizes e realizadas.

Para Ana, entregar seu filho a Deus era um prazer e uma realização pessoal imensurável. Ela já havia vivido a maternidade e o gozo maior dela era vê-lo crescendo na presença do Senhor.

É importante que o marido entenda a relação de sua esposa com Deus, não causando interferência em seu ministério, atitudes de fé, momento de oração e de jejum.

Que os maridos saibam ser um “Elcana” na vida de suas esposas, respeitando, mesmo com dificuldade, a entrega delas para agradar a Deus. Quem sabe Elcana não O agradou ainda mais tendo esse posicionamento de respeito e amor em relação à sua mulher?

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

"José - De Escravo a Governador": cenas emocionam elenco e equipe



Diretor viajou ao Egito e conta que atores chegam a chorar após algumas cenas





Emoção no estúdio, viagem ao Egito, grandes cenários e efeitos especiais de última geração nas gravações da nova minissérie bíblica da Rede Record, “José – De Escravo a Governador”, com Ângelo Paes Leme no papel-título.

O diretor Alexandre Avancini (na foto, em cenário da minissérie) contou em entrevista ao R7 como andam as gravações, a emoção da equipe e os desafios da superprodução televisiva.

Segundo Avancini, várias vezes, elenco e equipe choraram após as cenas de estúdio, que já estão sendo gravadas. “O maior desafio será o de passar para o público toda a emoção que existe no texto. São vários momentos em que José sofreu”A equipe chegou recentemente de uma grande viagem para captação de imagens do deserto, dorio Nilo e outras paisagens, como Jerusalém,Jericó, Siquém, Mar Morto, montanhas da Judeia e outros. “Fiquei impressionado com o que vi”, disse Avancini. “Passamos pelos mesmos desertos em que Jacó, José e Jesus estiveram. Foi realmente emocionante. As pirâmides são maravilhosas, cheias de detalhes e ricas em histórias.”

O diretor disse que a construção da cidade cenográfica está a todo vapor, e será muito grande, com imponentes palácios e templos, que devem ficar prontos em novembro, de acordo com o planejado.

Na preparação de atores (processo comum no cinema e na tevê para familiarizar o elenco com os costumes e todo o contexto da história para melhor composição dos personagens), a cargo do especialista Sergio Penna, eles aprendem, entre outras coisas, a fazer pão e ordenhar. Alexandre salienta a complexidade de cenas, como a de um incêndio, já feita, que precisa ser impecável, e as tomadas no deserto, que pedem horas de locomoção e cuidados especiais com equipamento e pessoal. As câmeras Arri Alexa adquiridas pela Record – as mesmas usadas em filmes como “Os Vingadores” e séries como “Game of Thrones”, grandes sucessos recentes –, de última linha, proporcionarão ao espectador mais definição na imagem e cores mais vibrantes.

Para Alexandre Avancini, o que mais lhe chama a atenção na história é a fé inabalável do protagonista. “José foi um homem íntegro do início ao fim. Ele ia atrás daquilo que acreditava. Não se curvou diante do faraó e vivia conforme o que Deus lhe reservava. Ele teve uma vida repleta de conflitos familiares e eu acredito que o público brasileiro vai se emocionar com a sua história.”

Novas vestes



Como usar roupa nova com corpo sujo?





Quando nos preparamos para uma festa, geralmente, tomamos um banho demorado, usamos o melhor perfume, arrumamos o cabelo e vestimos roupas novas (ou aquela separada para momentos especiais). E com Deus, como devemos estar?

“Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.” Hebreus 10:19-22

Não adianta colocar uma roupa limpa sem tomar banho. O mesmo acontece quando alguém se diz sem pecado, com o coração purificado, com “vestes novas e limpas”, mas, escondido de todos, nutri pecados com pensamentos e vontades insanas.

Limpar-se para estar com Deus não é tarefa fácil, é um “banho” diário com a busca por Ele, desejando entender seus ensinamentos e, ao menos, tentando viver sob a Sua Palavra. O problema maior se dá quando a pessoa não se importa em estar suja e ainda faz questão de vestir roupas novas para mostrar aos outros.

É muito mais fácil se fazer de cristão e não ser de maneira efetiva. Orar, jejuar, esperar a resposta de Deus são atitudes muito trabalhosas para aqueles que não querem fazer esforço para ter vestes realmente limpas.

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes, por dentro, estão cheios de rapina e intemperança!Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia!Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.” Mateus 23:25-28

Que possamos ter uma vida limpa para viver com Deus, sem pecados, sem manchas, mas abertos diariamente para o Espírito Santo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Mulheres da Bíblia: Sifrá e Puá

Duas parteiras que não deixaram de obedecer a Deus



Era um novo tempo. José havia morrido e no governo do Egito estava um novo Faraó. Ele começou a perceber que o povo hebreu havia se multiplicado e não gostou de saber disso (Êxodo 1:6-9).

Por esse motivo, fez com que os egípcios aumentassem a carga deles nas obras e os tornou escravos em todo e qualquer trabalho, para que não conseguissem multiplicar-se, mas, nada adiantava (Êxodo 1:11-14).

Assim, ordenou às parteiras Sifrá e Puá, as principais daqueles tempos, que matassem os meninos assim que nascessem. Elas ficaram ali, somente ouvindo aquelas ordens sem pudor, mas não as obedeceram porque temiam a Deus mais do que ao Faraó (Êxodo 1:15-17).

Percebendo Faraó que elas não estavam matando os meninos recém-nascidos, mandou chamá-las. Porém, elas tinham a resposta na ponta da língua. Sifrá e Puá argumentaram a sobrevivência das crianças dizendo que as mulheres hebreias eram muito fortes e tinham os filhos antes da chegada delas.

E assim elas ajudaram no futuro de Israel, salvando milhares de crianças da morte. Por causa disso, Deus as abençoou como mães de famílias (Êxodo 1:18-22).

Deus acima de tudo

Até que ponto você está preparado para não negar o nome de Jesus? Você seria capaz de desobedecer a uma ordem de alguém superior para não desobedecer a Deus?

Deus espera que sejamos fiéis a Ele. Que por amor a outras pessoas deixemos os nossos medos de lado, nossas vontades e falemos de quem é Jesus e de sua salvação, sem levar em consideração os apontamentos e preconceitos de uma sociedade.

Que sejamos corajosos para levar o amor e a vida, e não complacentes com a guerra e a morte.

Viver em Cristo



Quando realmente temos um encontro com Cristo nunca mais somos os mesmos, é impactante e nos transformamos não por nossa vontade mas pela vontade do Espírito de Deus que passa a habitar em nós e nos constranger dos nossos erros,defeito,pecados. 

Isso é viver em Cristo não e ser santo e sim lutar pela santidade todos os dias e nos limpar da sujeira que diariamente nos ataca. 

Se você ainda não teve esse encontro não viva se enganando, se escondendo atras de um religião de frases prontas, você tem que viver em Cristo ou  você é ou não é,quem te convence do pecado é o Espírito Santo busque mais a presença de Deus e suas atitudes mudaram porque o Espírito de Deus que habitará em ti de constrangerá de todo pecado, atitudes erradas que possam ir contra a palavra de Deus e ofender o seu Espírito não seja um "LOBO NA PELE DE UM CORDEIRO" você pode enganar as pessoas por um tempo,mas não há nada oculto que não venha ser revelado,um dia a máscara cai e você nunca enganará a Deus ele sabe de tudo e de Deus não se zomba. 

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7)

Palavra de Deus


1 - A Palavra é como o seu autor é viva eterna poderosa, Deus não mente o que Ele promete Ele sempre cumpre.

Esta palavra está a operar na minha saúde.

(Nm.23.19) "Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá?"

 (1Pe.1.23,25) "Tendo renascido, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus, a qual vive e permanece para sempre... mas a palavra do Senhor permanece para sempre...."

 2 - A Palavra de Deus é vida e saúde para todo o meu corpo, viverei longa vida cheia de saúde porque a Palavra está a operar em mim.

(Sl.103.3) " É Ele que perdoa todas as tuas iniquidades e sara todas as tuas enfermidades."

 (Is.53.4,5) "Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos sarados."

 (1Pe.2.24) "levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados".

Pv.4.20-23) "Filho meu atenta para as minhas palavras, ás minhas razões inclina o teu ouvida, não as deixes apartar-se dos teus olhos, guarda-as no meio do teu coração, porque são vida para os que as acham e saúde para todo o seu corpo."