quarta-feira, 30 de maio de 2012

CONFERÊNCIA NOVA GERAÇÃO 2012


A Conferência Nova Geração além de levantar um geração com o caráter de Cristo, tem como objetivo ministrar, ensinar, incendiar e incentivar jovens trazendo e vivendo os céus na terra, não importa  a hora nem o local, viva no sobrenatural. Além de promover o mover do Espírito Santo em poder e glória, a conferência tem buscado trazer o Reino em sua mais pura essência, manifestando o amor, a graça, a misericórdia, o poder e a justiça, mudando não só aqueles que participam, mas o mundo
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terça-feira, 29 de maio de 2012

Qual seu momento de carencia?

Recentemente fiz uma pesquisa com 200 jovens, sobre qual seria o momento em que a carência aumentava e que o fato de se estar sozinho causava um incomodo maior.

Para minha surpresa, a maior carência não foi narrada quando você está assistindo um casamento ou até mesmo quando você sai com vários amigos e todos eles estão namorando, menos você. A situação que dominou a pesquisa foi: “Quando eu vejo um filme romântico”.

Vai dizer que você nunca deu longos suspiros ao ver o ‘mocinho’ atravessar sete mares, enfrentar furacões e vendavais só pra no final correr ao seu encontro, te pegar no colo e, te girando no ar, dar aquele beijo hollywoodiano e, nesse momento, enquanto acontece mais um: “Felizes Para Sempre”, os créditos do filme começam a subir.

Seja num “Cavalo Branco” ou num “Camaro Amarelo”, o príncipe encantado acabou de salvar o mundo só pra conquistar o seu coração.

A gente vê isso, se emociona, chora e pergunta: “Por que isso não acontece comigo? Buáááá!”

Não vou dizer que finais felizes não existam, pelo contrário, todos nós que temos a Cristo como salvador teremos um final feliz, mas com certeza o nosso “feliz para sempre” não acontece após o primeiro e romântico beijo. Depois disso tem muita água para passar debaixo dessa ponte.

Somos programados para lutar de todas as formas para conquistar o nosso ‘grande amor’, mas somos estimulados, igualmente, para desistir dele na primeira briguinha que acontece. Esse mesmo filme que mostra a necessidade de se ter um felizes para sempre, também estimula o adultério e o divorcio como se fosse algo normal. Posso ser sincero? Não é normal NÃO! Deus não te fez para pular de relacionamento em relacionamento e muito menos de casamento em casamento.

Existem príncipes encantados sim, mas como gosto de dizer: “Para ser príncipe basta ser homem e para ser encantado basta ter caráter!”

Não é o fato de eu derrotar dragões e lutar contra um exército inimigo que vai fazer com que a minha princesa viva feliz para sempre, mas sim o fato de saber ama-la, cuidar dela, pagar as contas, honrar sua família e outras coisinhas. Neste momento você pode pensar: “mas o que tem de especial ou mágico em pagar as contas e amar minha esposa?” Eu te respondo: Não há nada mais sublime do que saber que o seu trabalho é para valorizar a pessoa que você mais ama na terra. E da mesma forma as mulheres que tão abnegadamente cuidam de nós homens, por que apesar de fortes gostamos e muito de ser cuidados.

Vai dizer que você nunca chorou vendo um filme romântico ou um final de novela? Será que é puro demais e nem pensa nisso?!

Na paz d’Aquele que escreve o nosso “PARA SEMPRE”.

Felipe Heiderich

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Eli

"Ele não queria disciplinar os filhos"


Eli era um sacerdote que educava seus filhos, Hofni e Finéias, segundo as ordenanças de Deus, mesmo assim eles não se importavam com o Senhor e ainda cometiam inúmeros pecados (1 Samuel 2: 12 e 17).

O sacerdote não foi totalmente omisso, porque os repreendia e ministrava segundo o sacerdócio (1 Samuel 2:22-25). Mas isso não era o suficiente, Deus queria que ele fosse mais severo, pois, como era, acabava sendo conivente com os pecados dos filhos.

O sacerdote se limitou somente a uma bronca, mas todos eles conheciam a Palavra de Deus. O que agravou ainda mais é que Eli não queria disciplinar ninguém. Seja por causa da velhice ou pela falta de paciência, ele simplesmente deixou que Hofni e Finéias desobedecessem a Deus (1 Samuel 2:29-30).

Por causa dessa desobediência e, até mesmo comodismo, Deus resolveu que a solução para os filhos de Eli era a morte. Porém, a falta de obediência e a negligência do sacerdote ocasionaram não só a morte dos filhos dele, mas de toda a linhagem (1 Samuel 2:30-36).

Não siga o mesmo exemplo

Se calar diante de um erro do filho é algo que ficou mais comum nos últimos tempos. Talvez porque os pais não saibam lidar com seus filhos, o que realmente dizer e como agir.

Porém, se os pais estiverem dispostos a seguir a Deus e todos os seus preceitos, eles devem ir até as últimas consequências para salvar seus filhos do pecado. E com certeza terão um direcionamento Dele.

Se calar, se negar, deixar que o comodismo e a falta de coragem de lidar com um problema esteja acima do amor paterno, é dar espaço para que a morte tome conta de toda a família.

Seus filhos são presentes do Senhor, por isso, não seja negligente. Lute por eles, para que não morram no pecado, assim como Hófni e Finéias. Que eles sejam herança bendita de Deus, sacerdotes reais, que têm prazer em tudo o que provém dos céus.

Adão e Eva

"Eles foram companheiros até para caírem em pecado"

Adão era um homem sozinho na Terra, ele foi criado para lavrar e guardar a terra, além de dar nomes para os seres viventes. Mas em um determinado momento, Deus percebeu que ele estava só e fez Eva (Gênesis 2:18-25).

Deus formou Adão e todos os animais da Terra, mas Eva ele fez da costela do homem. Adão, quando a viu disse: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão f oitomada.” (Gênesis 2: 23)
A companheira

Por que Eva foi feita da costela de Adão e não do barro também? Qual o significado disso?
O contrário do que muitos pensam, a esposa não foi feita por Deus para que seja empregada do marido, mandada, enfim, subordinada a ele, mas sim para que seja companheira, que esteja ao lado, auxiliando o homem em toda e qualquer situação, assim como é a costela, que fica ao lado, independente do que ele faça.

Companheirismo até o fim

A cumplicidade entre Adão e Eva era tão forte e verdadeira, que até mesmo na hora de pecar eles estavam juntos. Adão confiava em Eva, talvez por isso não a questionou sobre o comer do fruto da árvore que Deus havia proibido. Ela ofereceu e ele simplesmente aceitou (Gênesis 3:6).
A mulher foi a primeira convencida pela serpente de que não morreria se comesse do fruto. Talvez pela curiosidade, pela ganância de ter o que foi proibido, Eva se aventurou e soube levar o seu marido para o mesmo erro.

O poder da influência da mulher

Desde esse momento é que fica claro o poder de persuasão da mulher sobre o homem. A mulher deve reconhecer o seu papel de estar ao lado do marido, não à frente, abaixo ou acima, mas o auxiliando, sendo companheira, andando junto e o ajudando nas tomadas de decisões.

Quando Eva tomou as rédeas da situação, ambos caíram no pecado, desobedecendo a Deus e, por consequência, conhecendo o bem e o mal, ou seja, começaram a se ver nus, a ter um olhar diferente sobre o outro, a ponto de tentarem se esconder de Deus, quando Ele os chamou (Gênesis 3:8).
Adão e Eva são exemplos de companheirismo, mas também do poder de persuasão da mulher e de submissão do homem à ela.

A mulher tem que entender o motivo pelo qual ela foi feita: para fazer companhia para o homem, porque ele andava só pelo jardim do Édem. Se fosse para ela influenciar nas decisões do marido, por exemplo, talvez Deus a houvesse criado junto com Adão, para ajudá-lo a dar os nomes para todos os animais da Terra.

Pense: vocês formam um casal de companheirismo ou de desobediência a Deus?

Os três trabalhadores

"Através de nossas atitudes no dia a dia, Deus prova o nosso coração e nos escolhe ou rejeita para fazermos Sua obra neste mundo"
           

Conta-se que há muitos e muitos anos, na Costa do Mar Mediterrâneo, uma das regiões mais bonitas do planeta, de clima mais agradável, havia um reino feliz e muito bem governado por um nobre rei, cuja sabedoria e bondade excediam os mais eloquentes elogios.

"Sua Majestade" era também um homem muito temente a Deus, e foi por isso que decidiu envidar todos os seus esforços para construir uma grande catedral, na parte mais nobre da capital do seu reino.
Não sendo aquele um país rico, o rei levou muitos anos para conseguir os recursos necessários à obra. Sua alegria era imensa, pois tinha como sonho deixar erguido um grande templo.

Seu objetivo era possibilitar às pessoas de fé de seu reino um lugar onde pudessem se reunir na presença de Deus e, juntas, O glorificarem e buscarem as Suas bênçãos maravilhosas e infinitas.
O local que havia escolhido situava-se bem no centro da capital do reino. Era de fácil acesso, e as torres do prédio, depois de erguidas, poderiam ser observadas de longas distâncias, já que o terreno era alto e não havia montanhas que obstruíssem a sua vista.

As previsões para a obra eram notáveis. Os tijolos, a madeira, as pedras de granito e mármore, os vidros e toda a ferragem, as ferramentas e os projetos; enfim, tudo era o melhor que se podia obter naquela época.

E assim que passaram as chuvas pesadas de verão, o rei, cuidadoso, determinou que começassem as obras, e que tudo estivesse pronto e terminado no prazo de cinco anos.

Todos os desenhos foram elaborados por exímios arquitetos, que se esmeraram em cada um dos detalhes do edifício. Era realmente uma obra grandiosa.

Entretanto, no que dizia respeito ao altar, o rei havia feito um desenho de próprio punho, uma concepção que Deus lhe havia inspirado e que era mesmo algo de extraordinária beleza.

A obra seguia seu rumo bem planejado. A cada dia subiam as alvenarias, dando forma àquela catedral tão bonita. Um dia, o rei resolveu visitar o local das obras e ver como andava o desenvolvimento do serviço.

Para que pudesse observar livremente e evitar qualquer constrangimento ou atraso que sua presença pudesse trazer aos trabalhadores, o rei se vestiu com roupas simples, colocou um chapéu que lhe fazia sombra ao rosto e, sem alarde, partiu bem cedo em direção à construção. O som das ferramentas e o movimento dos operários eram notados à distância.

Depois de rodear o local e observar cuidadosamente todas as tarefas que eram executadas no momento, "Sua Majestade" se aproximou de um dos pedreiros e lhe perguntou, sem rodeios:
- O que você está fazendo?

Respondeu-lhe o homem:
- Estou trabalhando para levantar esta parede e assim ganhar o dinheiro de que preciso para viver. Sou pobre, tenho muitos filhos, e esta é a maneira que tenho para ganhar a vida.

O rei, disfarçado, despediu-se e se dirigiu para outra parte da obra, onde encontrou um carpinteiro, que se ocupava em pregar madeiras.

O rei fez a mesma pergunta que havia feito ao pedreiro, ao que o homem respondeu:
- Estou preparando uma porta, já que na vida eu não tive a sorte de ter pais ricos, que pudessem custear meus estudos para que fosse um doutor.

Para a minha tristeza, levo a vida no trabalho pesado, porque não tenho condições de arrumar um emprego melhor - respondeu o carpinteiro.

Mais à frente, o rei se deteve diante de um senhor que, embora tendo uma certa idade, e diga-se de passagem já meio avançada, empenhava-se arduamente em sua tarefa. Parecia incansável e trabalhava com imenso prazer.

O rei, admirado, aproximou-se e lhe fez a mesma pergunta que havia feito aos outros dois operários.
- Estou construindo a Casa de Deus — respondeu de pronto aquele trabalhador.
- Muito bem, meu caro senhor. Agora encontrei alguém em quem posso confiar. Seu trabalho vem do coração; é motivado pelo amor e tenho certeza de que, trabalhando assim, Deus há de abençoar suas mãos, para que tudo o que fizer fique certo e bem ajustado.

Hoje, eu o escolho para ser o encarregado da parte mais importante desta catedral: a construção do altar que Deus me inspirou a fazer - exclamou o rei.

Esta história antiga mostra bem a diferença que há entre os corações dos homens. A pobreza do primeiro operário era muito mais que a falta de dinheiro.

Sua pobreza de alma não permitia ver que a parede que construía era da Casa de Deus, e que, portanto, era um privilégio nela trabalhar. Só isso já o fazia um homem rico e abençoado.

A tristeza do segundo operário era muito mais do que o trabalho pesado. A sua tristeza de espírito o impedia de se alegrar com o fato de que suas mãos serviam para construir a Casa de Deus, o que por si só é o mais honroso dos trabalhos.

Assim, muitas vezes perdemos grandes oportunidades de alcançar as bênçãos de Deus. Ele, através de nossas atitudes no dia a dia, prova o nosso coração e nos escolhe ou rejeita para fazermos Sua obra neste mundo.

Talvez você precise ser cara de pau

" embalar os seus sonhos e guardá-los debaixo da cama mofando na companhia das traças e teias de aranha só porque, aparentemente, nada está dando certo?"

Quer dizer que você recebeu um não e agora ficou todo murcho achando que todos estão contra você? Aquela pessoa a quem tanto estimava lhe disse algo que não soou muito bem aos seus sensíveis ouvidos e isso foi suficiente para tornar o seu dia – que até então seria um docinho de coco – um verdadeiro bombom de alho?

Ou, pior, recebeu aquele fora da pessoa que você jurava amar (e jurava que ela o amava) e agora está todo tristonho porque acredita que ela realmente era a única pessoa capaz de lhe compreender e fazer rir – já que hoje você diria que o mundo anda meio chato e as pessoas mais ainda –, o que lhe faz parar no tempo e esquecer-se da própria vida, que é o que de fato interessa...

Ou, quem sabe, você planejou tantas coisas na sua vida e agora que o tempo passou, parece que não há nada que lhe faça ver que existe tempo para tudo, mesmo que esse tempo pareça que já tenha se passado...

Hum...
Será que isso não é um exagero, não? Levando em consideração que temos 365 dias por ano, 24 horas por dia, sete dias por semana e milhões de pensamentos que vão e voltam, surgem e jogamos fora, será que nenhum deles serve de verdade? E será que mesmo que o tempo passe tão rápido que é capaz de você plantar uma semente hoje e amanhã se surpreender com uma mangueira no canto da sala, não é possível que não exista nada capaz de lhe fazer sair dessa rotina mórbida de ficar se remoendo com tudo o que acontece porque não estava nos seus planos.

Outro dia me surpreendi com uma matéria sobre uma brasileira chamada Isabel Pesce, de apenas 24 anos. Ela possui 4 diplomas pela MTI (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos (EUA) – para você ter uma ideia, deste lugar saem grandes cientistas e ganhadores de prêmios Nobel –, montou uma empresa de aplicativos no Vale do Silício, nos EUA, e lançou um livro. Você pode estar pensando: “Com tantos predicados assim, ela deve ser realmente um gênio!”. Bom, se levarmos em conta a astúcia dela e, como ela mesma afirma, que teve “cara de pau”, sim, ela é um gênio pelo simples fato de não ficar choramingando ou lamentando uma suposta falta de capacidade e oportunidade e correu atrás. Será que não é isso o que falta, muitas vezes?

Veja o que aconteceu:

Para estudar no MTI, uma das universidades mais conceituada dos EUA, ela precisaria passar por várias etapas, entre elas, estavam algumas provas que avaliam o nível de inglês e uma entrevista, onde se observa se o candidato possui o perfil para estudar ali.
Pois bem.

A moça não tinha essa fluência no idioma (aliás, só possuía o inglês básico) e teria de passar por tudo isso em apenas 10 dias, o tempo que faltava para encerrar o processo seletivo. Não satisfeita com as poucas chances, por meio de um amigo, ela conseguiu o endereço de um dos entrevistadores, reuniu tudo o que já havia feito, colocou em uma caixa de papelão e levou na maior “cara de pau” – isso mesmo, na maior cara de pau – na casa dele. É mole?

E ele aceitou. Marcou a entrevista, viu que ela possuía apenas o inglês básico, mas muita determinação – o que, neste caso, é um requisito a mais no currículo de qualquer pessoa – e só precisou aguardar o dia da prova. Aí, ela precisou enfrentar outro dilema. Quando chegou, a sala já estava lotada e não queriam deixá-la entrar. Mas, determinada como é, implorou para ficar e esperar que alguém tivesse faltado para poder realizar a prova. E ao receber o resultado, chorou de alegria por tanto esforço que lhe rendeu a aprovação. Ao final dos quatro anos, conquistou os quatro diplomas em engenharia elétrica, ciências da computação, administração e economia.

Foi um árduo caminho, não é mesmo? Talvez você esteja imaginando a aflição dela e até suando em pensar nessa maratona alheia, mas era isso o que ela precisava para chegar onde queria.

Você já pensou onde quer chegar? E já desistiu da ideia só porque o caminho é difícil e cheio de buraqueiras?

Pense só: se ela tivesse desistido quando lhe disseram que só havia 10 dias para encerrar o processo de seleção, ela teria de esperar por até um ano para tentar novamente; se ela tivesse desistido de ser entrevistada, porque não sabia falar inglês fluentemente, talvez desistisse por inteiro do curso; se ela tivesse desistido quando lhe disseram para ir embora, porque a sala estava cheia e não tivesse insistido, todo o seu esforço inicial não teria adiantado nada.

O segredo dela foi a determinação, a astúcia, a coragem e a confiança. Características bem marcantes da pessoa que confia em Deus. E se você O tem como seu aliado? Vai desistir da estrada só porque ela está esburacada? E por que vai embalar os seus sonhos e guardá-los debaixo da cama mofando na companhia das traças e teias de aranha só porque, aparentemente, nada está dando certo?

Vou encerrar com uma frase da própria protagonista desta história e que serve bastante de exemplo para nós: “... a gente tem que pensar que não custa tentar, afinal, o não a gente sempre tem.”

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Bater ou Corrigir?

"A maioria dos brasileiros já apanhou dos pais. E também já bateu nos filhos. "


A polêmica de “bater” ou não nos filhos continua. A proposta do governo, enviada ao Congresso no começo deste mês, “estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante”. Hoje o Datafolha publicou uma pesquisa interessante sobre o assunto. A amostragem confirmou o que se imaginava. A maioria dos brasileiros já apanhou dos pais. E também já bateu nos filhos. E mais: é contra o projeto do governo federal que proíbe as palmadas, beliscões e castigos físicos em crianças. Dos 10.905 entrevistados, 54% disseram ser contra o projeto. 36% concordam com a proposta do presidente Lula. Outro detalhe da pesquisa é que os meninos costumam apanhar mais, e as mães (69%) batem mais do que os pais (44%). No total, 72% disseram ter sofrido castigo físico. 16% destes afirmaram que isso acontecia sempre. “Bater” é uma expressão muito pesada. Prefiro chamar de “correção”. Os defensores da correção física são contundentes. Os contrários, também. Quando menino, levei algumas palmadas e beliscões. Confesso que não fiquei traumatizado e foram extremamente importantes para corrigir rotas e tendências não tão positivas. Como pai, também usei dessas atribuições. A esposa, confirmando a pesquisa, um pouco mais. Porém, sempre com equilíbrio. E o equilíbrio, sem dúvida, é o “x” da questão. Antes da correção, propriamente dita, uma conversa séria, franca. A criança precisa entender as razões da “punição” ou das “chineladas”. É a hora da verdade. E é a hora onde a raiva, “surpreendentemente”, esvai-se rapidamente. Ganha o pai e ganha a criança. Por isso, prefiro ficar com a Bíblia. “Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte.” Provérbios 23:13 e 14.

Prosperidade com Deus

"As bênçãos vêm pela fé"
           
Houve, nos últimos anos, transformações extraordinárias em várias esferas da sociedade. As ciências se multiplicaram, a tecnologia se desenvolveu e foram produzidos muitos avanços na medicina, na astronomia, na ecologia, na política, em suma, o mundo já não é o mesmo há algumas décadas.
Entretanto, ainda que o mundo se transforme, muitas pessoas chegam à conclusão de que não aconteceram mudanças consideráveis em suas vidas!

Neste momento, muitos devem estar perguntando a si mesmos: "Por que minha vida não muda? Por que entra ano, sai ano, entra década, sai década e nada muda? O que está faltando para que essa pessoa possa ter sua vida mudada?"

Um dos principais motivos, se não o maior, pelo qual as pessoas deixam de ser abençoadas, é o medo. No âmbito religioso, por exemplo, muitas têm medo de buscar o Espírito de Deus e serem confundidas pelos espíritos demoníacos.

O medo faz com que as pessoas fiquem impedidas de receberem o Espírito Santo, porque estas se fecham. Não se alcança algo de Deus com o coração fechado. Outros têm medo de perdê-Lo ou desagradá-lo. Isso torna as pessoas frustradas, anulando totalmente a fé.

No Evangelho de João, encontramos o seguinte registro: "Ao saltarem em terra, viram ali umas brasas e em cima peixes; e havia também pão. Disse-lhes Jesus: Trazei alguns dos peixes que acabastes de apanhar. Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, não obstante serem tantos, a rede não se rompeu. Disse-lhes Jesus: Vinde e comei..." (João 21.9-12).

As bênçãos recebidas de Deus vêm pelo mérito. Você deve se perguntar: o que isso tem a ver com os peixes que os discípulos de Jesus pescaram? Se alguém deseja receber grandes bênçãos, deve ter fé na mesma proporção.

As bênçãos vêm pela fé, mas você só pode colhê-las se plantá-las. Se não lançar a rede ao mar, como poderá pescar?

Os apóstolos lançaram as redes ao mar e recolheram 153 grandes peixes. Poderiam ter sido médios e pequenos, mas a Palavra de Deus afirma que foram peixes grandes! Essa afirmação não é gratuita.
Vamos usar nossa fé e força para receber bênçãos completas. Vamos lançar nossa rede espiritual, para alcançar as grandes bênçãos de Deus. A Bíblia diz que o justo viverá pela fé. Se nossa vida não demonstrar isso, se não vivermos de maneira plenamente abençoada, estaremos sendo covardes e, acima de tudo, negando o poder de Deus e até mesmo Sua existência.

A vida cristã deve estar marcada pela fé e intrepidez em buscar a presença de Deus.

Como manter uma boa relação com os filhos?

"Primeiramente, entenda o modo de pensar deles"
     

Gerar um filho, criar e prepará-lo para a vida, em todos os âmbitos, não é uma tarefa fácil. Nem todos estão preparados para encarar esse desafio, que pode influenciar no convívio futuro e na relação entre pais e filhos.

“Existem pequenas atitudes que fazem com que o contato entre os pais e as crianças melhore e garanta uma relação prazerosa. Entender um ao outro é a primeira tarefa, e tem que partir dos responsáveis, que muitas vezes têm que usar a sabedoria para não afastar o filho e fazer com que ele confie a ponto de contar os medos, etapas da vida ou qualquer outra situação”, diz a psicóloga Lucileide Mendonça Figueiredo. Ela explica ainda que a criança tem que entender também a importância de saber ouvir, mesmo que não queira, é preciso ter respeito.

Outro ponto que a psicóloga destaca é a importância de se comunicar com clareza e não deixar as situações subentendidas ou mal resolvidas. Fale diretamente, sem rodeios, não deixe nada para o dia seguinte, a não ser que alguém esteja muito nervoso. “Saber expressar-se garante menos brigas. Além disso, muitos pais são rígidas e querem que os filhos sigam a mesma linha de raciocínio que os pais têm, mas nem sempre eles mantêm o mesmo modo de pensar”, explica.

É necessário bater?

Não bata por qualquer motivo. A criança só tem que levar palmadas quando merece. Eles devem ter medo da situação por que podem apanhar, para que reflitam antes de dar motivos. “Não pode banalizar o ato de bater e fazer isso sempre, normalmente, uma conversa séria, e até mesmo um castigo, dói mais. A dor física não é a solução ideal”, ensina Lucileide.

De acordo com a especialista, para cultivar o bom relacionamento com os filhos, não fique invadindo a privacidade deles de modo que percebam nitidamente. “Seja sutil e preste atenção nos atos e maneira de se comportar diante das situações. Pergunte, dê a oportunidade dele lhe contar sem que haja a necessidade de vasculhar as coisas dele. Seja amigo e leal, ofereça confiança, para que se sinta cada vez mais próximo. Tenha tempo para dedicar ao filhos, seja presente”, finaliza.

Brincando também se aprende

"Por meio de atividades educativas e pedagógicas crianças e adolescentes podem criar independência e autonomia para a vida adulta"


Hoje em dia, atividades pedagógicas monitoradas por profissionais especializados são consideradas relevantes para a formação de crianças e adolescentes em adultos saudáveis. Por meio de brincadeiras, é possível vivenciar o mundo de forma plena, aprendendo a se relacionar com outras pessoas.

Nessas ações, ainda se adquire experiências como perda, alegria, conquistas, tomada de decisões, o que contribui bastante para o processo de aprendizado e amadurecimento pessoal.
Além das atividades educativas geralmente realizadas na escola, as crianças e adolescentes podem vivenciar experiências desse tipo em acampamentos. Nesses casos, por não estarem na presença dos pais, os pequenos conseguem desenvolver autossuficiência, vencendo medos, vergonhas e bloqueios.
“Os acampamentos pedagógicos, em sua grande maioria, têm uma proposta filosófica voltada para uma formação holística embasada nos quatro pilares da educação, valorizando de forma significativa as competências e relações humanas”, garante Marilia Rabello, diretora da Associação Brasileira de Acampamentos Educativos.
Vivenciado experiências reais
Para o engenheiro agrônomo Rodrigo Belmonte Cascalles, que afirma ter acampado três vezes na sua adolescência, a experiência também serve para que a criança vivencie experiências reais.
“Lá, é possível explorar os próprios sentimentos, sem as ‘máscaras’ que a vida nos centros urbanos nos induz a usar. Os acampamentos com filosofia lúdico-educacional são fundamentais para o resgate de cultura”, avalia.
Nos acampamentos é possível ainda participar de atividades de lazer que oferecem, em alguns casos, cursos específicos como inglês, aulas de equitação, oficinas de circo e futebol, entre outras opões.
“Existe uma grande variedade de empresas com opções de programação, que são decorrentes das diferentes estruturas físicas, localização geográfica e atividades desenvolvidas para objetivos específicos. Por esta razão, a associação criou um guia prático para auxiliar na escolha do acampamento ideal para cada usuário”, afirma Marília.